sábado, 19 de julho de 2014

Petista é o estrategista dos black blocks -O HOMEM PAGO PELO PT PARA COMANDAR O QUEBRA-QUEBRA AO LADO DOS BLACK BLOCKS.Por: Reinaldo Azevedo

O HOMEM PAGO PELO PT PARA COMANDAR O QUEBRA-QUEBRA AO LADO DOS BLACK BLOCKS.Por: Reinaldo Azevedo
                          Raimundo Vieira Bonfim, o agitador do PT
  
Se você tinha dúvidas que o PT era o mandante das arruaças e vandalismos em São Paulo, agora pod e ter a certeza: o responsável é RAIMUNDO VIEIRA BONFIM, advogado, funcionário da Assembleia Legislativa de São Paulo, lotado no gabinete da Liderança do PT e é coordenador da Central de Movimentos Populares e recebe um salário mensal de dar inveja à qualquer cidadão: R$11.380,00, especialmente para comandar um grupo de elementos subversivos contratados para descaracterizar os movimentos de manifestantes sérios e pacíficos. 
Por essa razão os movimentos recentes não tiveram êxito e o PT, da Dilma e Lula, conseguiu arrefecer os ânimos daqueles que ainda tinham esperanças em salvar o Brasil da corrupção e dos maus elementos que estão no poder.
   
"Homem do povo" que lidera protesto recebe R$ 11.380 por mês da Assembleia Legislativa de SP e trabalha para a liderança do PT
  
"O PT tenta promover hoje a bagunça em São Paulo. Um dos principais agitadores do protesto é um sujeito chamado Raimundo Vieira Bonfim. Quem é? Deixemos que ele próprio se identifique, como faz em seu perfil no Twitter.
   
Isso mesmo! É advogado e coordenador-geral de uma tal "Central de Movimentos Populares". Até aí, bem, né? Ele poderia ser apenas um abnegado, interessado no bem coletivo. A gente sabe como existem verdadeiros mártires da causa popular, certo?
   
Ocorre que Bonfim é um quadro do PT. Chegou à Assembleia Legislativa em 1995 como funcionário do então deputado estadual Paulo Teixeira, hoje deputado federal. Bonfim é funcionário da liderança do PT na Assembleia e tem u m salário em nada popular: R$ 11.380,00, pagos religiosamente pelo povo.
   
É a expressão mais acabada do que costumo chamar de "democracia sob cabresto" ou de "democracia tutelada". Por quê? Movimentos que poderiam ser, vá lá, a expressão genuína e legítima ou de minorias ou de populações vulneráveis nada mais são do que uma franja de um partido político. Ou esse partido se apodera de uma organização popular, aparelhando-a, ou se oferece para o serviço da "cafetinagem" ideológica.
   
A independência de Bonfim fica evidente, por exemplo, na foto em que faz uma "caminhada" ao lado do então candidato à Prefeitura Fernando Haddad (veja na foto abaixo)
    bonfim com haddad

ou em que posa diante da estrela do seu partido. A página do PT na Assembleia faz a convocação para o protesto e avisa que o tal Bonfim estará na Casa (que lhe paga o salário), com a sua tropa, para protestar contra o governo Alckmin etc. e tal.

Lula, Dilma e os petralhas são de Marte ou de Morte? BY Alerta Total


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A Presidenta Dilma Rousseff, seu Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva, os militantes fanáticos do partido-seita e os petralhas que promovem o milagre da evolução patrimonial milionária parecem viver em um outro mundo, perfeito, rico e otimista, bem diferente do Brasil atual. O desespero psicológico com o risco concreto de perder a reeleição deve ser a causa do esquizofrenia deles.

Petistas e petralhas não merecem ser chamados de lunáticos, porque não moram na lua. Mas parecem marcianos, porque agora evocam o deus da guerra para vomitar inverdades políticas e econômicas. Lula, definitivamente, resolveu evocar a ofensiva, apesar do discurso psicologicamente defensivo: “A gente aprendeu que levava um tapa numa face e virava a outra. E nós não podemos mais virar a outra. Nós precisamos agora é começar a reagir e fazer as coisas que a gente tem que fazer”.

Ontem, durante comício na Praça da Sé, em São Paulo, Lula voltou a surtar. Pediu à plateia (militantes profissionais e fanáticos para lá levados de ônibus) para se lembrar de como era o Brasil em dezembro de 2002. Lula tem uma obsessão mórbida por lembrar do governo do velho amigo FHC. Por isso, solicitou aos seguidores que reproduzam sua pregação. Na visão do líder, a economia melhorou nos três mandatos do PT. Segundo Lula, tudo aumentou: salário mínimo, contas em banco, agências bancárias, crédito fácil aos consumidores, mais pessoas estudando nas universidades e muito mais emprego. Graças ao PT, viramos a Alice no País das Maravilhas...

Em Porto Alegre, a criatura Dilma repetiu seu criador. Aproveitou a posse na nova diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul para meter o pau nos indicadores da política econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002. Na visão da economista Dilma, os indicadores atuais apresentam “muito mais robustez do que há 12 anos”. A presidente salientou que em 15 anos de regime de metas de inflação, adotado em 1999, o resultado “estourou” o teto apenas nos anos FHC...

No legítimo discurso dos perdedores, que reclama do passado porque não consegue mostrar que o futuro pode ser melhor, porque o presente está uma merda, Dilma faz a velha manipulação de dados empregada pelos camaradas soviéticos. Dilma alega que a dívida líquida do setor público chegou a 34% nos seus três anos e meio de mandato, contra 60,4% em 2002. Tem a cara de pau de comparar o Brasil com a Alemanha e a Coreia do Sul, para dizer que fizemos superávit primário em 2013 (só esqueceu de mencionar a manobra de contabilidade criativa para produzir tal milagre).

A economista Dilma só pode mesmo estar com alguns parafusos a menos. Só louco consegue celebrar uma inflação altíssima de 6,08%, com tendência de subida e descontrole. Dilma ainda fez pior. Alegou que a inflação média de seu governo, com este número assustador, foi a metade da inflação do FHC, que chegou a 12,4%. Mais lamentável ainda é quando Dilma tenta um malabarismo marketeiro para tentar justificar seu pibinho de anão:

“O Brasil tem sido afetado por cenários de grande incerteza, que tem causado taxas menores de crescimento que em períodos anteriores. Mas mesmo assim, todas positivas. A pior opção para crise ou a maior dificuldade em qualquer ramo de atividade é o pessimismo, criado por dois motivos interligados e extremamente perigosos. O primeiro deles é a influência das expectativas negativas num mundo globalizado, que bloqueiam soluções. A segunda é a tentação de forçar as profecias mais negativas possíveis em regime pré-eleitoral”.

O marketeiro que escreveu tal discurso para ela se superou... E Dilma seguiu na velha toada de jogar a culpa nos outros para justificar as cagadas feitas por ela: “Nossos adversários previram a tempestade perfeita, prevista para atacar nesse início de ano e que geraria uma crise cambial de proporções avassaladoras. Também previram uma crise energética, mas não tivemos racionamento de energia nem antes, durante ou depois da Copa. Houve uma fantástica ocorrência de avaliações absurdas negativas. E tivemos lideranças que queriam, em abril, devolver a Fifa. Ou seja, criaram problemas significativos para as expectativas econômicas”.

Dilma sabe, em seu inconsciente, que será derrotada porque a gestão petista avacalhou com a estabilidade econômica. A avaliação negativa dela nas pesquisas é impactada pela sensação de que algo vai mal na economia, e pode piorar brevemente. As contas do mês das pessoas que trabalham fecham no vermelho. A carestia é geral. A inflação não é pior por conta da maquiagem das tarifas públicas – que o governo segura agora, para soltar depois da eleição.


Dilma sabe que o endividamento das famílias é grande e tende a aumentar. Juros altos e 56 impostos sobre a atividade produtiva, junto com a dificuldade de crédito, aumentam os riscos e inviabilizam investimentos. Quem tem dinheiro não põe no fogo das incertezas. E quem não tem sequer sabe de onde tirar para sobreviver. Só o governo consegue gastar cada vez mais, endividando-se, sabe-se lá até quando...

Palavra de especialista?

Só Lula consegue superar Dilma no quesito esquizofrenia.

Ontem, o líder máximo resolveu lançar um desafio à oposição:

“Temos que debater a corrupção neste país. Eu desafio que eles (tucanos) entrem nessa discussão. No nosso tempo só tinha uma forma do cidadão não ser denunciado: se fosse honesto. No tempo deles, havia um tapete grande para onde se jogava a sujeira para debaixo dele. Eles dizem que o PT é corrupto e às vezes andamos de cabeça baixa por isso, mas nós não construímos o PT para andar de cabeça baixa. Esse é um tema que estou disposto a discutir nesta campanha”.

Lula, Dilma, os petistas e os petralhas são de Marte ou de Morte? Talvez o fantasma de Celso Daniel tenha competência para responder...

Será que Lula topa um debate com ele?



O governo do PT expropriou do empresário Boris Gorentzvaig, fundador da Petroquímica Triunfo, uma gigantesca planta industrial localizada no interior gaúcho que produz matéria-prima para a produção de plásticos.

A Petrobrás é acusada por Boris de entregar a Triunfo para a Braskem-Odebrecht - que já era dona do polo petroquímico da Bahia e da refinaria paulista de Paulínia, e assim monopolizou o setor petroquímico do país. 

Tudo isso aconteceu na época em que Dilma Rousseff era a Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Será que Lula topa um debate sobre corrupção com Boris Gorentzvaig?

Políticas Europeias e Comunismo



“Políticas Europeias e Comunismo" é o tema do programa Direito e Justiça em Foco neste domingo, às 22 horas, na Rede Gospel.

O desembargador Laercio Laurelli recebe o Advogado, Mestre em Engenharia Metalúrgica e Doutor em Tecnologia Nuclear, Rodolfo Politano.

E quem quiser rever nossa participação neste programa, reveja o vídeo abaixo:



Lavando o Jato



Bomba nos Textículos




PT E A DITADURA - O GOVERNO QUE APOIA VENEZUELA E FINANCIA CUBA



Você sabia que os militares cubanos estão perseguindo, sequestrando, estuprando, torturando e matando os estudantes, manifestantes e jornalistas na Venezuela que protestam contra a falta de alimentos e papel higiênico? 

Você sabia que antes de morrer Hugo Chávez, com a participação do demônio Lula, entregou a Venezuela nas mãos de Fidel Castro e dos militares cubanos? 

Isto é a verdadeira face do comunismo/socialismo que o Foro de São Paulo (ver no YouTube) pretende implantar em toda América do Sul, e o Brasil é a bola da vez.

A hora de lutar contra o PT, o PSDB, o PSB, o PCO, o PC do B e todos os partidos de esquerda é agora. Fale hoje mesmo com seus amigos, parentes e vizinhos sobre isso. Compareça no dia da eleição e não vote nulo ou em branco. Isto favorece o PT.

Não espere a fome, a miséria e a repressão socialista bater na sua porta. Pois se a ditadura militar foi ruim para os comunistas, a ditadura comunista é mil vezes pior para o trabalhador. Envie esta mensagem por e-mail, imprima, tire Xerox, divulgue, compartilhe! Acorda inocente! De um ex-eleitor do PT.

FONTE: https://www.facebook.com/juventudereacionaria/photos/a.443570495709600.102671.443524705714179/717825988284048/?type=1&theater

SOCIALISMO É UM REGIME QUE PREDOMINA UMA UNICA IDEOLOGIA, A IDEOLOGIA MARXISTA. APOIAM DITADORES, GENOCIDAS E DITADORES.

Trocando e miudos, socialismo é o regime em que: 

- Predomina apenas uma única ideologia. Que nesse caso é a ideologia marxista. 

- Todos os partidos desta mesma ideologia rivalizam entre si, mas qualquer um que ganhar manterá o mesmo regime (socialista), então não mudará nada, pois é uma falsa democracia.

- Existe o enriquecimento dos líderes do partido, e todos os empresários, são colocados sob controle rigido do governo, onde se recolhe muitos impostos das empresas bem sucessidas e das microempresas, que acabam se tornando escravas do governo.

- Se recolhe também muito das pessoas abastadas e da classe média.

- Os líderes do governo (socialistas), sustentam este estado gigantesco, inchado, cheio de funcionários publicos vagabundos, esbanjam nossa grana, e ainda gastam mal tudo o que arrecadam, fazendo programas sociais assistencialistas (bolsa família), para que as pessoas fiquem dependentes do governo.

- Nunca é trazido progresso para o país, somente trazem uma falsa sensação de melhora, por meio de algumas poucas obras superfaturadas e programas assistencialistas.

- A massa fica contente, e satisfeita, e chama esse partido que fez isso de lindo e maravilhoso.

Notou alguma semelhança com o Brasil?

Por: Krueger





























Foto: ADM #OFísico

Dia Internacional do Homem

Dia do Homem. Nem sabia que existia. Quem sabe? Quem se importa? Ninguém! Ninguém liga para nós.

O Dia da Mulher todo mundo sabe quando é. Oito de março. As mulheres ganham flores, intelectuais passam a semana escrevendo contra e a favor da data nos jornais e nas redes sociais, o Jornal Nacional é apresentado por duas jornalistas, todos dizem que o Dia da Mulher é todos os dias.

No resto do ano, a mesma coisa. As revistas tecem matérias didáticas sobre o orgasmo feminino, sobre o que agrada ou desagrada as mulheres, sobre como um homem deve tratá-las no restaurante, na balada, no café da manhã, no recôndito do lar, na alcova. 

As mulheres são incensadas como heroínas porque, além de serem rainhas do lar e protetoras da prole, trabalham duro, estudam com afinco e, à noite, estão lindas e cheirosas a fim de atrair os olhares. Os olhares dos homens? Não! Elas juram que não se importam com os homens. Juram que se arrumam para elas mesmas. Imagina se elas iam se arrumar para seres tão insignificantes como... homens.

O homem nem deveria olhar, quando uma mulher está assim tão enfeitada. Se ele olhar muito, pode ser acusado de assédio. Se bem que, se não olhar, podem dizer que ele é gay.

Um homem pode dizer que as mulheres são mais inteligentes, sensíveis, competentes e belas do que os homens. Se ele disser que os homens são mais inteligentes, sensíveis e competentes, será chamado de machista. Se disser que são mais belos, será chamado de gay. Se reclamar porque o chamaram de gay, será chamado de homofóbico.

As mulheres modernas vivem repetindo que não precisam dos homens. Elas ganham o seu dinheiro, elas cuidam delas mesmas e algumas preferem se relacionar com outras mulheres, como mostrou a novela das 9. Homens servem apenas para eventuais necessidades reprodutivas. Por enquanto – as pesquisas genéticas estão avançadas.

Então, para que isso de Dia do Homem? Nós não queremos. Deixem-nos no nosso canto, com a nossa cerveja que vocês acham vulgar, o nosso mocotó de que vocês sentem nojo, o nosso clássico do XV de Piracicaba contra o Noroeste de Bauru, a nossa reprise do Duro de Matar VIII. 

Deixem-nos com a nossa insignificância. Deixem-nos fazer, entre nós, as coisas pelas quais vocês sentem asco, como contar piada, jogar palitinho e ver o UFC. Deixem-nos! Não queremos datas comemorativas. Sabemos que o Dia do Homem é dia nenhum.

Por: David Coimbra

GOVERNO ONERA SALÁRIO EM ATÉ MAIS DE 82% por Júlio César Zanluca


O Brasil tem uma legislação que taxa os salários pagos em até mais de 82%, considerando apenas os encargos diretos incidentes sobre o empregador e o empregado.

O empregador recolhe quase 40% de encargos previdenciários sobre a folha de pagamento, sendo até 28,2% de INSS e contribuições (como SENAI, SAT, INCRA) e 8% de FGTS. Na rescisão contratual, por iniciativa do empregador, há ainda a contribuição de 10% sobre o saldo do FGTS, além da multa de 40%, revertida ao empregado. Considerando-se a rotatividade de pessoal, estes 2 últimos itens custariam até 4% sobre o salário para o empregador.
Se considerarmos o 13º salário, então teríamos mais 1/12 sobre a folha, acrescido dos encargos previdenciários (40%), representando 11,66%, que toda empresa deveria reservar, mensalmente, para quitação da obrigação legal.
Há, ainda, a incidência do INSS e FGTS sobre 1/3 de férias gozadas, cuja provisão deve ser de até 36,2% x 1 salário x 1/3 : 12 meses = 0,78% sobre o salário mensal.
Portanto, considerando somente a parte do empregador, temos um ônus de até 52,64% sobre salários:
até 28,2% de contribuições ao INSS e entidades
8% de FGTS
4% de FGTS/multas rescisórias
até 11,66% de provisão para o 13% salário
0,78% de FGTS/INSS/Entidades sobre 1/3 de férias
Mas não para por aí o ônus. O empregado, que recebe salário, acaba sendo também bastante penalizado. Dependendo da faixa salarial, poderá ser descontado, a título do imposto de renda na fonte, até 27,5%, conforme tabela do IRF.
Ainda, incide sobre a verba salarial, descontada do empregado, a contribuição para o INSS, que varia de 8 a 11%.
Então conclui-se que o empregado arcará, sobre seu salário, pelo menos 8% de encargos, podendo chegar a mais de 30%, dependendo da faixa salarial.
Somando-se o ônus do empregador (até 52,64%) com o ônus do empregado (8 a 30%), temos o absurdo de onerar o salário do trabalhador brasileiro entre 60 a mais de 82%!
Não estão considerados, nestes cálculos, o imposto sindical (que incide obrigatoriamente 1 vez por ano sobre o salário do empregado, descontado deste). Nem as reversões salariais (destinadas ao custeio das negociações sindicais), nem os ônus indiretos (como refeições, equipamentos de segurança, vale transporte, etc.).
Trabalhadores, sindicatos, associações de classe e empreendedores precisam se unir e pressionar por redução dos custos sobre o trabalho, já que estamos exportando vagas de trabalho para China, Índia e outros países com carga tributária menor. O governo federal está tentando, através da substituição do INSS sobre a folha pela do faturamento, reduzir um pouco esta carga, mas deveria acelerar as desonerações.

O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, chegando a quase 40%, mas possui a pior em infraestrutura dos serviços públicos, entre os países que tem carga tributária acima de 25% sobre o PIB. Não adianta o Governo fazer alterações pontuais de impostos. O Brasil precisa de uma reforma tributária drástica, que reduza encargos sobre o custo do trabalho e exportações.
Júlio César Zanluca é Contabilista e Autor de Publicações Técnicas nas áreas Tributária, Trabalhista e Contábil - http://zanluca.blog.br/




BRASIL, O PAÍS MAIS CARO DO MUNDO.




























Os verdadeiros amigos e inimigos dos assalariados - um desafio intelectual para a esquerda

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Muitas pessoas — a saber, social-democratas, moderados, socialistas, comunistas, sindicalistas e outros — creem que empreendedores e capitalistas são os inimigos, e que os sindicatos e as legislações trabalhistas, os amigos dos assalariados.  Trata-se de um erro enorme, com consequências devastadoras.  Um estudo integrado da Escola Austríaca com a Escola Clássica prova o exato oposto dessa crença.  Ele prova que empreendedores e capitalistas são os amigos, e os sindicatos e as legislações trabalhistas, os inimigos dos assalariados.
Eis a seguir, em sua essência mais resumida, a explicação.
Quanto maior o respeito pelos direitos de propriedade e pela liberdade econômica dos empreendedores e capitalistas, maior o grau de poupança no sistema econômico, e, consequentemente, maior a demanda por mão-de-obra em relação à demanda por bens de consumo, e, consequentemente, maiores serão os salários em relação aos lucros.  Ao mesmo tempo, quanto maior a demanda por bens de capital em relação à demanda por bens de consumo, maiores serão os incentivos para se desenvolver e introduzir produtos e métodos de produção mais aprimorados.
O resultado dessa combinação é uma contínua acumulação de capital e uma crescente produtividade da mão-de-obra.  O efeito do aumento progressivo da produtividade da mão-de-obra, no capitalismo, é um aumento progressivo da oferta de bens de consumo em relação à oferta de mão-de-obra, e, por conseguinte, uma redução progressiva nos preços dos bens de consumo em relação aos salários. (No cenário atual, em que há um constante aumento na quantidade de dinheiro, há também um crescente aumento na demanda monetária tanto por mão-de-obra quanto por bens de consumo.  No cômputo final, os salários aumentam mais rapidamente que os preços.  De um jeito ou de outro, o resultado é um aumento nos salários reais.)
O aumento nos salários reais, resultado da poupança e da inovação de empreendedores e capitalistas, significa uma crescente capacidade dos assalariados em trabalhar menos horas por mês e de prescindir do trabalho de suas crianças.  Mais ainda: tal postura dos empreendedores e capitalistas significa uma melhora crescente nas condições de trabalho, melhora essa que não é coberta pelo aumento da eficiência produtiva, significando um gasto a mais para os patrões.  Nesse sentido, a poupança e a inovação dos empreendedores e capitalistas são de fato as responsáveis por todas as melhoras nas condições dos assalariados — algo que é tipicamente, e de modo completamente errôneo, atribuído aos sindicatos e às legislações trabalhistas.
Os sindicatos nem mesmo sabem como elevar os salários reais.  Tudo que lhes interessa é elevar os salários nominais e proteger os empregos dos membros específicos de seu sindicato.  Dado que os sindicatos não controlam a quantidade de dinheiro ou o volume de gastos no sistema econômico, a única maneira como eles podem elevar os salários nominais de seus membros é reduzindo artificialmente a oferta de mão-de-obra em sua área de trabalho.  Porém, o efeito dessa medida é o de aumentar correspondentemente a oferta de mão-de-obra e reduzir os salários em outras áreas da economia.  Em outras palavras, o sucesso de um sindicato em específico é obtido à custa das perdas dos assalariados do resto do sistema econômico.  E as perdas necessariamente superam os ganhos, pois um aspecto essencial desse processo é que os trabalhadores serão forçados a aceitar empregos que requerem menos habilidades do que os empregos aos quais lhes foram negado acesso pelos sindicatos.
Se os sindicatos, ou a união entre sindicatos e leis de salário mínimo, obtiverem êxito em elevar os salários em todo o sistema econômico, o efeito será um correspondente aumento do desemprego no sistema econômico, bem como preços maiores em decorrência dos maiores custos da mão-de-obra e da reduzida produção.  Se os sindicatos obtiverem êxito em fazer com que o governo e seu banco central aumentem a quantidade de dinheiro no ritmo de suas demandas salariais, o desemprego pode ser evitado, mas o efeito ainda assim será o aumento nos preços em conjunto com os aumentos salariais, sem que haja aumento nos salários reais.  Ademais, como uma política inflacionária provoca uma redução no acúmulo de capital, ela faz com que haja uma redução — e, caso seja alta o bastante, uma reversão — do aumento da produtividade da mão-de-obra e dos salários reais.
Os esforços dos sindicatos para proteger os empregos de seus membros é uma política de combater ativamente o aumento nos salários reais dos trabalhadores de todo o resto do sistema econômico.  Como já deveria estar claro em decorrência de tudo que foi dito, a maneira como os salários reais aumentam não é fazendo com que o trabalhador comum ganhe mais dinheiro.  Ganhar mais dinheiro é meramente o resultado do aumento da quantidade de dinheiro, ou da redução da oferta de mão-de-obra disponível no mercado ao se forçar parte dos trabalhadores a ficar desempregada.
Os salários reais aumentam como resultado do acúmulo de capital e do aumento na produtividade da mão-de-obra, o que faz com que os preços caiam (ou cresçam menos) em relação aos salários.  Ao combater o aumento da produtividade da mão-de-obra, os sindicatos combatem ativamente o aumento nos salários reais.  Assim, por exemplo, quando os sindicatos dos tipógrafos se opõem à tipografia automatizada, e, como consequência, aos menores custos e menores preços resultantes do material impresso, eles estão na realidade combatendo o aumento nos salários reais dos trabalhadores de todo o sistema econômico, os quais poderiam agora obter material impresso por menos dinheiro e teriam correspondentemente mais dinheiro para gastar em outras coisas — coisas essas que os trabalhadores dispensados da tipografia mecânica poderiam ajudar a produzir. 
De maneira idêntica, o mesmo é válido sempre que qualquer sindicato se opõe a aperfeiçoamentos que poupam mão-de-obra: tanto o poder de compra dos assalariados de todo o sistema econômico quanto a oferta de bens disponíveis para eles comprarem são restringidos.
Sim, um sindicato pode agir assim por achar que seus trabalhadores terão dificuldades em encontrar novos empregos.  Porém, essas dificuldades seriam muito menores caso os salários nominais no sistema econômico fossem menores e, consequentemente, a quantidade de mão-de-obra demandada fosse maior.  E o que tornaria isso possível é a ausência de escalas salariais coercivamente impostas pelos sindicatos e a ausência de leis do salário mínimo.
Sim, há momentos em que os patrões de fato tratam seus empregados desrespeitosamente, chegando até a tratá-los como se fossem essencialmente algo sem valor.  Porém, o que provoca tais condições é um excesso de oferta de mão-de-obra disponível em relação à quantidade de mão-de-obra demandada.  Em tais condições, um empregador não precisa temer a perda de um empregado, pois este pode imediatamente ser substituído por outros desempregados.  Sendo assim, o empregado estará sempre disposto a tolerar abusos, simplesmente por medo de ser demitido e não ser capaz de encontrar outro emprego.
Porém, o que provoca essa situação é justamente o fato de os salários serem mantidos muito acima da relativa demanda por mão-de-obra.  Isso surge naturalmente em um ambiente em que há um sistema bancário de reservas fracionárias, cuja expansão do crédito é sempre seguida de uma contração financeira e os salários quase nunca caem até o nível requerido por essa contração econômica.  Se os salários pudessem cair livremente, a quantidade de mão-de-obra demandada aumentaria, igualando-se à oferta disponível.  Nesse ponto, a escassez de mão-de-obra seria sentida e o empregado deixaria de ser algo instantaneamente substituível por outros desempregados.  Ademais, ele estará em condições de encontrar outros empregos, e dessa forma não aceitará sofrer abusos.
A solução, novamente, é o livre mercado.  E, ironicamente, na medida em que os sindicatos e as leis do salário mínimo impedem o ajuste dos salários à demanda por mão-de-obra — e, por conseguinte, impedem o avanço natural do mercado a uma situação de pleno emprego —, ambos são responsáveis pelos maus tratos dos trabalhadores, algo de que seus defensores sempre reclamam.  (Situação idêntica acontece com usuários de serviços públicos monopolizados pelo governo, que sempre são tratados como objetos sem valor.  Como a demanda é sempre maior que a oferta, e qualquer "cliente" pode ser instantaneamente substituído por outro, os usuários têm de resignadamente tolerar abusos, pois não têm para onde mais ir.)
A redução nos salários necessária para eliminar o desemprego serve para aumentar a produção ao mesmo tempo em que reduz os custos de produção.  Serve, portanto, para reduzir os preços.  Também elimina o fardo de os trabalhadores terem de sustentar os desempregados.  Como resultado, é praticamente certo que tal medida resultará em um aumento do salário líquido real.  (Para entender melhor esse processo, clique aqui).
Há pessoas que são tão improdutivas, que produzem tão pouco por hora, que precisam trabalhar muitas horas para obter o mínimo necessário para suas necessidades, e às vezes precisam até mesmo utilizar a mão-de-obra de seus filhos como fonte de receita adicional.  Obrigar essas pessoas a trabalharem menos e a dispensar o trabalho de seus filhos seria tão benéfico quanto obrigar Robinson Crusoé a trabalhar menos ou a Família Robinson a trabalhar menos e dispensar o auxílio de seus filhos.  Crusoé e a família Robinson trabalhavam porque era disso que necessitavam para sobreviver.  Obrigar os pobres a trabalhar menos é obrigá-los a serem mais pobres do que podem para sobreviver.  Não é de nenhum consolo o fato de que aqueles que provocam um maior empobrecimento dos pobres são os mesmo que dizem possuir boas intenções e estarem apenas querendo ajudar.  Eles causam apenas sofrimento e precisam aprender a parar.
Como demonstrado, o que realmente reduziu os dias de trabalho e aboliu o trabalho infantil não foi a interferência destrutiva do estado, mas o dramático e progressivo aumento na produtividade da mão-de-obra criado por empreendedores e capitalistas.  Isso aumentou os salários reais e tornou possível que cada vez mais trabalhadores pudessem se dar ao luxo de aceitar os comparativamente menores salários de empregos que exigiam menos horas de trabalho, além de eliminar a necessidade de colocar suas crianças para trabalhar.
À medida que uma crescente proporção de assalariados passou a preferir menos horas de trabalho, o efeito foi o mesmo do de uma crescente proporção de trabalhadores passar a preferir um determinado arranjo de ocupações em relação a um outro arranjo qualquer, isto é, preferir uma redução nos salários em suas ocupações preferidas em relação aos salários maiores das ocupações não preferidas.  Assim, os salários de empregos com menos horas de trabalho sofrem um desconto em relação aos empregos que exigem mais horas de trabalho, os quais oferecem um ágio nos salários.  Isso faz com que seja lucrativo para os empregadores diminuir as horas de trabalho.  É assim que o livre mercado encurta as horas de trabalho.
Meu desafio para a esquerda: leiam e estudem essas ideias detalhadamente e em profundidade.  Corram o risco de abandonar as falácias que vocês atualmente consideram conhecimento e, em troca, ganhem a satisfação de ter um conhecimento real.  Parem de apoiar os inimigos do progresso econômico e os malefícios que eles trazem para os assalariados e deem seu apoio aos verdadeiros amigos do progresso econômico e dos assalariados.  A transformação de intelectuais esquerdistas em defensores do capitalismo iria, com efeito, ajudar enormemente a mudar a direção do mundo.  E, se eliminar a pobreza é o que vocês de fato querem, ajudem a mover o mundo em direção ao caminho para o qual vocês alegam querer que ele vá.

Fonte: http://www.mises.org.br/
George Reisman é Ph.D e autor de Capitalism: A Treatise on Economics. (Uma réplica em PDF do livro completo pode ser baixada para o disco rígido do leitor se ele simplesmente clicar no título do livro e salvar o arquivo). Ele é professor emérito da economia da Pepperdine University. Seu website: www.capitalism.net.
Fonte: http://culturapoliticaereflexao.blogspot.com/2014/07/os-verdadeiros-amigos-e-inimigos-dos.html#ixzz37x3YDX4V