segunda-feira, 21 de julho de 2014

O DIA EM QUE INSTALARAM NO BRASIL A SUCURSAL DO INFERNO! O VÍDEO DA FUNDAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO E UM TEXTO QUE RESUME TUDO! Saiba de tudo que foi meticulosamente escondido pelo jornalismo militante da grande mídia nacional!

O DIA EM QUE INSTALARAM NO BRASIL A SUCURSAL DO INFERNO!
O VÍDEO DA FUNDAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO E UM TEXTO QUE RESUME TUDO!
Saiba de tudo que foi meticulosamente escondido pelo jornalismo militante da grande mídia nacional!

EXCLUSIVO! COMO O BRASIL E A AMÉRICA LATINA CAÍRAM NAS GARRAS DA TIRANIA COMUNISTA! TODA A HISTÓRIA DO FORO DE S. PAULO. A PEC BOLIVARIANA DO PT É MAIS UM AVANÇO COMUNISTA.

Para entender como o Brasil e o restante da América Latina caíram nas mãos dos comunistas é importante conhecer a história do Foro de São Paulo, a organização criada por Lula e Fidel Castro. Repito aqui e agora esta postagem que editei no blog em 21 de novembro de 2012. E o faço porque esse evento é o começo do ataque desse bando de tarados ideológicos a serviço do castro-comunismo, cujo último lance é a PEC bolivariana do PT que objetiva dar mais uma punhalada na  democracia brasileira.

O que a grande imprensa em sua maioria nao faz eu faço aqui no blog. E isto prova o que já afirmei centenas de vezes aqui no blog. A maioria dos jornalista é militante do PT e apóia totalmente, inclusive, a censura à imprensa. É o único país do mundo em que jornalistas e seus sindicatos apóiam o tal "controle social da mídia". Esta é a razão pela qual esses semoventes jamais se referem a essa organização comunista.

Esse Foro vem se reunindo periodicamente desde 1990, quando foi fundado em São Paulo. A próxima reunião segundo informa o jornalista Reinaldo Azevedo, será no período de 30 de julho a 4 de agosto em São Paulo. 
Creio que este post de alguma forma complementa o texto de Reinaldo Azevedo que pode ser lido AQUI.

Vejam o vídeo e leiam o texto que segue abaixo e conseguirão entender tudo o que está acontecendo no Brasil e na América Latina. Entenderão também porque o PT quer por de joelhos o Supremo Tribunal Federal (STF), o que é mais um passo em direção a uma ditadura castro-comunista pura e simples. E o mais curioso de tudo é que se só se ouviu o protesto de três ou quatro ministros do STF, enquanto os jornalões combinaram a manchete que conforme podem verificar em suas edições de hoje destacam o fato de que o Renan Calheiros, falando em nome do Congresso ataca o Supremo. Os semoventes agora deram para colocar palavras entre aspas para dar uma impressão de isenção. Mas a verdade é que isto corresponde aos interesses da causa comunista.

Os dirigentes das instituições democráticas da República estão silentes. Os falantes falam a favor da bandalha comunista. 
Seguem o vídeo e o texto correspondente. Trata-se de matéria importante.





Herramienta de tradución en la columna a la derecha abajo
O blog Brasil Conservador acaba de postar uma reportagem exclusiva detalhando todos os passos que culminaram com a fundação do Foro de São Paulo, a organização comunista que permitiu, alguns anos depois que o continente latino-americano caísse sob o domínio de governos esquerdistas na esteira dos processos de restauração democrática.

E, por incrível que pareça, a democracia com eleições livres e diretas acabou levando ao poder os grupos esquerdistas que aos poucos foram golpeando as instituições democráticas e estruturando uma nova forma de ditadura através de eleições pretensamente livres, mas que na verdade não passam de jogo de cartas marcadas, como ocorreu há pouco na Venezuela, sob o domínio do tiranete Hugo Chávez.

Brasil Conservador faz a postagem exclusiva de três vídeos. O primeiro deles que está postado acima, mostra primeira reuniãoque aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de 1990. O nome "Foro de São Paulo" foi adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15 de junho de 1991, quando reuniu 68 organizações de 22 países. E assim nasceu o FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano, Caribe e América Central.

O Foro de São Paulo permaneceu no mais absoluto anonimato, eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista. O público brasileiro, mais atento, somente tomou conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997.

Foi apenas uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400 representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.

Faço a postagem da matéria na íntegra. Leiam:

Em junho de 1988 foi realizada a 19ª Conferência do Partido Comunista da União Soviética. Naquela oportunidade debateram-se os caminhos da “PERESTROIKA” de Mikhail Gorbachev, e já se vislumbrava a eminente queda do Muro de Berlim, o que de fato aconteceu em 9/11/1989.

Com a queda do Muro e com o desmoronamento planejado do comunismo pela União Soviética, Fidel Castro e as esquerdas latino-americanas perderam seu tutor financeiro e ideológico, a Rússia. Era preciso, portanto, articular a criação de um organismo que pudesse manter viva a “chama ideológica marxista-leninista”, bem como orientar e coordenar as suas ações comunistas no Continente.

Antes, porém, em janeiro de 1989, em Havana, por ocasião da reunião de cúpula do Partido Comunista de Cuba e o PT do Brasil foi estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 1989, deveria ser formada uma organização para coordenar as ações de toda a esquerda continental e que a liderança e organização do processo caberia a Luiz Inácio “Lula” da Silva. Portanto, Fidel já sabia dos planos arquitetados na 19ª Conferência do Partido Comunista e preparava terreno no Continente.

Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro, com o apoio de Luis Inácio “Lula” da Silva, convocou os principais grupos terroristas revolucionários da América Latina para uma reunião na cidade de São Paulo. Acudiram ao chamado de Fidel e Lula, além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, o Exército de Libertação Nacional (ELN), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua, a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG), a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador, e o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México.

O primeiro Encontro aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de 1990. O nome “FORO DE SÃO PAULO” foi adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15 de junho de 1991, quando reuniu 68 organizações de 22 países. E assim nasceu o FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano, Caribe e América Central.

Para dirigi-lo centralizadamente, foi criado um Estado Maior civil constituído por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, além do líder sandinista Daniel Ortega e o argentino Enrique Gorriarán Merlo.
Em 1991, foram elaborados os estatutos do Foro e escolhida uma direção que ficou composta pelo Partido Comunista Cubano (Cuba), Partido da Revolução Democrática (México), Partido dos Trabalhadores (Brasil), Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Lavalas (Haiti), Movimento Bolívia Livre e os 6 partidos integrantes da Esquerda Unida (Peru) e da Frente Ampla (Uruguai, uma frente constituída por diversos partidos e organizações, dentro da qual o Movimento Tupamaros é hegemônico). Em 1992, a URNG – União Revolucionária Nacional Guatemalteca, que agrupa várias organizações voltadas para a luta armada, foi admitida como membro dessa direção.

A partir do II Encontro, realizado no México no período de 12 a 15 de junho de 1991, o FORO DE SÃO PAULO passou a ter CARÁTER CONSULTIVO e DELIBERATIVO dos Encontros. Isso significa que as decisões aprovadas em plenárias e constantes das Declarações finais passaram, a partir de então, a ser consideradas DELIBERATIVAS, isto é, DECISÓRIAS EM TERMOS DE ACEITAÇÃO e CUMPRIMENTO pelos membros do Foro, subordinando-os, portanto, aos ditames dos Encontros na ação a ser desenvolvida em nível internacional e nos respectivos países. Tais deliberações obedecem a uma política internacionalista, com vistas à implantação do socialismo no continente, fato que transfere para um segundo plano os interesses nacionais e fere os princípios da soberania e autodeterminação. A Lei Orgânica dos Partidos Políticos (LOPP) e a Constituição da República definem que “A ação do partido tem caráter nacional e é exercida de acordo com o seu estatuto e programa, sem subordinação a entidades ou governos estrangeiros” (artigo 17 da Constituição e item II, artigo 5º da LOPP). Isso no conceito dos dirigentes dos países membros do FORO DE SÃO PAULO é letra morta.

O FORO DE SÃO PAULO foi descoberto por José Carlos Graça Wagner, um advogado paulista e que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, em painel realizado na Escola Superior de Guerra, que versava sobre o tema “Movimentos Sociais e Contestação Sócio-Política – a Questão Fundiária no Brasil”. Com a sua morte, passou a acompanhar e denunciar a formação “eixo do mal” pelo Foro de São Paulo, o jornalista, filósofo e ensaísta, Olavo de Carvalho, o que lhe custou o emprego no jornal “O Globo” e muitos outros periódicos nos quais era articulista.

O FORO DE SÃO PAULO permaneceu no mais absoluto anonimato, eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista. O público brasileiro, mais atento, somente tomou conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997. Foi apenas uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400 representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.
No dia 2 de julho de 2005, por ocasião do XII Encontro ocorrido em São Paulo, se comemorou os 15 anos de fundação da organização, com discurso laudatório do presidente do Brasil cujo trecho selecionado é reproduzido a seguir:

“Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente.”

“E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.”
“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.” (Discurso de comemoração dos 15 anos do Foro, julho de 2005).

A documentação acerca do FORO DE SÃO PAULO jamais teve ampla divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em poucos jornais de alguns países e, até numa revista editada na Argentina chamada “América Libre”, quase de circulação interna, dirigida por Frei Betto.

O objetivo do Foro de São Paulo é implantar governos socialistas na América Latina, via eleições “democráticas”, que mais tarde serão convertidos em governos totalitários, a exemplo do modelo cubano em vigor, tudo sob a falsa retórica de “democracia”, tal como eles, os comunistas entendem. Os campos de atividade do Foro são a subversão política e social de todo o continente latino-americano. Veja-se o caso de Zelaya na embaixada brasileira em Honduras. Tudo sob a falsa retórica da “democracia”, repito. Trata-se, portanto, de uma organização que se mantém no anonimato para que seus projetos totalitários não sejam identificados antes que se complete o plano de dominação e implantação do pensamento hegemônico no Brasil e no continente Latino-americano. Para este desiderato o FORO DE SÃO PAULO conta com o apoio da ONU e da OEA.

Como vimos, participam do FORO DE SÃO PAULO partidos e organizações de esquerda, reformistas e revolucionárias; Partidos Comunistas que se definem como marxistas-leninistas; organizações e grupos trotskistas; Partidos Comunistas que continuam se definindo como marxistas-leninistas-maoístas (da Argentina, Peru e Uruguai) e que possuem uma articulação internacional própria em 17 países; Partidos Socialistas filiados ou não à Internacional Socialista; organizações que continuam desenvolvendo processos de luta armada, como as FARC e ELN, na Colômbia e organizações que participaram da luta armada e hoje atuam na legalidade, como o Movimento 19 de Abril, também da Colômbia e os Tupamaros, do Uruguai.

Esta é, portanto, a breve radiografia do FORO DE SÃO PAULO, uma organização que os brasileiros não conhecem e a maioria nem sabe que existe, e cujo objetivo maior é comprar a sua alma para vendê-la ao demônio. Do blog Brasil Conservador

Diferentes pesquisas confirmam que Dilma será derrotada por visão pessimista do eleitor na economia by Alerta Total

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Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A análise fria dos indicadores qualitativos das últimas pesquisas indica o alto risco de derrota reeleitoral de Dilma Rousseff. O gráfico da Taxa sazonal de aprovação do governo 12 meses antes das eleições, medido pelo Datafolha, revela um fenômeno preocupante para os petistas. Dilma apresenta um dos piores desempenhos, desde 1998, nos meses de junho/julho. Fernando Henrique Cardoso, quando perdeu o pleito de 2002 para Lula, era igualmente mal avaliado pelo eleitorado pesquisado, que também manifestava desejo de mudança (média de 70%).

A pesquisa CNI Ibope confirma que Dilma é impactada negativamente pelo pessimismo ou pela visão crítica do eleitorado em relação à economia. Dilma tem avaliação negativa na atuação de seu governo nos itens: impostos (- 77%), juros (- 70%), Política contra inflação (-71%), política contra desemprego (- 57%). Dilma também toma pau na avaliação negativa do social: Saúde (-78%), Educação (-67%) e Segurança Pública (-75%). Nem as demagógicas bolsas-grana conseguem salvá-la do vermelho da reprovação nas políticas contra fome e pobreza (-53%).

Quem quiser ter acesso a tais números, organizadamente tabulados, pode consultar as 52 páginas do “Guia das Eleições 2014”, elaborado pela equipe do Banco Itaú BBA. O paper não foi “feito para você”, cidadão comum, mas, especialmente, para investidores – uma turma que não anda muito contente com os rumos da economia capimunista brasileira. O trabalho informa quem é o eleitor brasileiro, os candidatos, regras, datas importantes e propaganda, aprovação do governo e pesquisas eleitorais. Foi produzido por Luiz Cherman, Luiz Felipe Priolli, Giulia Coelho e Rodrigo Versolato. O material circula no mercado livre da internet...


Dilma sabe, em seu inconsciente, que será derrotada porque a gestão petista avacalhou com a estabilidade econômica e, pior ainda, não tem soluções concretas para promover um futuro econômico melhor. Dilma tem pleno conhecimento de que o endividamento das famílias é grande e tende a aumentar. O do governo, também. Juros altos e 56 impostos sobre a atividade produtiva, junto com a dificuldade de crédito, aumentam os riscos e inviabilizam investimentos produtivos. O governo é quem gasta mal e cada vez mais. A estagflação (inflação em uma economia que não cresce) é o maior adversário eleitoral de Dilma.

A avaliação negativa da Presidenta nas diferentes pesquisas qualitativas é impactada pela sensação de que algo vai muito mal na economia, e pode piorar brevemente. As contas do mês das pessoas normais, que trabalham e dependem de salário para sobreviver, fecham no vermelho. A carestia é geral. Os preços de produtos e serviços perderam a referência. A inflação não é pior por conta da maquiagem das tarifas públicas – que o governo segura agora, para soltar depois da eleição. A estimativa real é de confusão em 2015.

Herdeiros



Releia o artigo de ontem: Corrupção, Impostura e Inflação: mudar ou morrer!

Afetada



Dilma cubana?

O governo petista já investiu mais de US$ 1 bilhão 200 milhões na infraestrutura de Cuba – em tese financiado pela mãe BNDES.

Os cubanos ganharam novo porto, um aeroporto melhor e um hotel de luxo.

Não seria melhor a Dilma se candidatar à sucessão do Raul Castro?

Lá em Cuba ela pode contar com a assessoria especial de José Dirceu, sem precisar telefonar para ele na cadeia...

Legado da Roubalheira



fonte: http://www.alertatotal.net/2014/07/diferentes-pesquisas-confirmam-que.html

TODOS CONTRA A DILMA E O PT: SERÃO 15 SEMANAS CHEIAS DE SURPRESAS ATÉ A ELEIÇÃO!

A pouco mais de três meses das eleições, a presidente-candidata Dilma Rousseff tem diante de si um panorama cada vez mais desafiador. Oúltimo levantamento do Datafolha aponta que o segundo turno é muito provável. E, no segundo turno, Dilma tem 44% das intenções de voto contra 40% de Aécio Neves (PSDB). Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, há empate técnico pela primeira vez.
A queda nas pesquisas é lenta mas contínua. Em fevereiro, por exemplo, o Datafolha mostrava Dilma com 54% das intenções de voto no segundo turno. Aécio tinha 27%. Contra Eduardo Campos (PSB), o placar era de 55% a 23% a favor de Dilma. 
Alguns dados específicos ajudam a compreender as dificuldades da campanha petista – que, duas semanas após o início do período eleitoral, ainda não foi às ruas. O cenário é pior nas grandes cidades, que normalmente antecipam tendências gerais do eleitorado. Nos municípios com mais de 500.000 habitantes, a avaliação positiva do governo passou de 30% para 25% do eleitorado. Os que rejeitam a gestão de Dilma agora são 37%, ante 31% no último levantamento. Ela perderia as eleições nessas cidades, assim como nos municípios que têm entre 200.000 e 500.000 moradores.
REJEIÇÃO DEVORA O PT
A rejeição de Dilma é maior do que a de todos os candidatos presidenciais vencedores desde 1994, considerado o momento da campanha. Hoje, 35% dos eleitores não votariam na presidente de forma alguma. Também por isso, a possibilidade de uma vitória de Dilma no primeiro turno são reduzidas: Dilma tem pouco potencial de crescimento e dificilmente ultrapassará os 40%.
Dessa forma, ganham relevância os número sobre um eventual segundo turno. É por isso que o empate técnico com Aécio assusta os petistas. "Eu, no lugar dela, eu estaria muito preocupado com a possibilidade de haver um segundo turno, que é o que tudo indica", diz o professor Ricardo Caldas, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília. 
Caldas também afirma que, embora possa haver exceções, as tendências dos grandes centros costumam influenciar o restante da população. Ou seja: a queda mais acentuada de Dilma nas grandes cidades é um péssimo sinal para a campanha da petista. Mas não foi só lá que as intenções de voto da petista se reduziram.
NORDESTE BALANÇA
No Nordeste, que desde 2002 é uma fortaleza eleitoral dos presidenciáveis petistas, Dilma caiu de 55% para 49% nas intenções de voto para o primeiro turno, de acordo com o último Datafolha. Enquanto Dilma faz campanha apenas na internet, os principais adversários da petista priorizam os estados nordestinos. Nesta fim de semana, Eduardo Campos vai visitar o Crato (CE). Aécio Neves viaja a Juazeiro do Norte (CE), onde vai participar das cerimônias pelos 80 anos da morte do Padre Cícero.
Das quatro faixas de renda consideradas pelo Datafolha, Dilma perderia o segundo turno em três, no cenário em que o adversáro é Aécio Neves. Ela venceria apenas entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, onde ela perdeu três pontos percentuais na última pesquisa. Dilma também é derrotada no segundo turno entre os eleitores escolaridade de nível médio ou superior. Venceria somente no grupo que estudou até o ensino fundamental.
A presidente tem nas mãos a máquina do Estado e uma militância muito mais numerosa e capilarizada do que PSDB e PSB. Além disso, ela tem quase o dobro do tempo de TV de seus dois principais adversários somados. E, no último Datafolha, os três perderam apoio na faixa dos eleitores que têm renda familiar acima de dez salários mínimos. É um sinal de que as escolhas ainda são voláteis. Hoje, 53% dos eleitores conhecem Dilma "muito bem", mas apenas 17% respondem o mesmo sobre Aécio Neves, e 7% a respeito de Eduardo Campos.
TODOS CONTRA DILMA
Aécio Neves e Eduardo Campos não têm crescido significativamente nos números do primeiro turno, apenas quando o confronto é direto com Dilma Rousseff - ou seja, nas sondagens sobre o segundo turno. Isso indica que boa parte do eleitor é contra Dilma e votaria no candidato que pudesse derrotá-la, mas não tem forte afinidade com Aécio ou Campos. 
Para O PT, portanto, é mais importante melhorar a imagem da presidente do que atacar os adversários. O problema é que os petista já vêm tentando fazer isso há um ano, desde que as grandes manifestações de rua iniciadas em junho de 2013 tomaram o país. E a estratégia teve pouco efeito.
Dilma convocou representantes de setores diversos para dialogar. Intensificou as viagens pelo Brasil, mesmo que para inaugurar obras pouco importantes. Abusou do direito de convocar cadeia de rádio e televisão. Passou a fazer discursos mais longos, com menções aos projetos-vitrine de seu governo.Tratou a Copa do Mundo como se fosse um programa de governo e multiplicou as críticas ao que chamou de "pessimistas". Adotou a retórica de candidata, com ataques políticos, em eventos oficiais.
Mas não adiantou. Na Copa, por exemplo, Dilma compareceu apenas à abertura e à final. Foi vaiada e hostilizada nos dois jogos. As aparições da presidente diante de uma plateia comum, não selecionada por sua lealdade política (como acontece nos eventos da Presidência) serviu para mostrar o quão grande é a rejeição da petista. Serão quinze semanas imprevisíveis até a eleição. Do site da revista Veja


fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/07/todos-contra-dilma-e-o-pt-serao-seis.html

domingo, 20 de julho de 2014

Golpe em marcha: Criação de fundo reforça a necessidade de derrubar decreto dos conselhos, alerta deputado

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Golpe em marcha – O governo petista de Dilma Rousseff já deixou claro que a criação de conselhos populares por decreto tem por objetivo a instalação, dentro do Palácio do Planalto, de um comitê eleitoral paralelo. Essa é a opinião do líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PPS), para quem a ideia de criar um fundo com dinheiro público para financiar esses grupos, levantada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, revela a dimensão da desfaçatez palaciana.
“Não é a toa que ele não quer sair do governo para trabalhar na campanha de Dilma. Sua intenção é oficializar um comitê eleitoral paralelo dentro do Palácio do Planalto manipulando a força de movimentos sociais cooptados. Não bastasse toda a esplanada transformada em sede de campanha, agora querem controlar tudo do gabinete da presidência”, afirma Rubens Bueno, que defende a derrubada imediata do decreto da presidente Dilma sobre os conselhos. O regime de urgência para extinguir a medida já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e o mérito pode ser votado na primeira semana de agosto.
Para o líder do PPS, os brasileiros já perceberam que o PT vê a coisa pública como propriedade do partido. “Eles começaram, lá no governo Lula, com a estrela no jardim do Palácio da Alvorada, depois passaram a usar o avião da presidência para transportar filhos e amigos para passeios. Veio em seguida a farra da criação de cargos para militantes do partido em toda a esfera do governo, o uso indiscriminado dos cartões corporativos, até para comprar tapioca, e agora pretendem arrumar outros meios para cooptar mais gente e manipular movimentos sociais. Isso sem falar nos numerosos esquemas de corrupção para fazer caixa de campanha e até para enriquecer integrantes do partido”, criticou o deputado.
Atribuição do Congresso
O parlamentar deixa claro que o PPS não é contra a participação e a consulta popular na elaboração de projetos do Executivo. No entanto, esse processo precisa ser debatido dentro do Congresso Nacional, que é, segundo a Constituição, o responsável pela criação de novas estruturas dentro do governo.
“Por que não mandaram um projeto? Aqui é o espaço para avaliar as composições, definir quem vai participar e como se dará o projeto de escolha dos membros dos conselhos. Mas eles querem deixar tudo sob a responsabilidade da Secretaria-Geral da Presidência comandada por Gilberto Carvalho. Isso não vamos aceitar”, garantiu Rubens Bueno.

O legado imaginário da Copa das Copas foi embora junto com os turistas. Ficou com os brasileiros a conta da Copa da Roubalheira

Atualizado às 11h05 deste domingo

Dilma, na entrevista coletiva com ministros convocada nesta segunda-feira (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Dilma Rousseff, na entrevista coletiva com ministros convocada nesta segunda-feira (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
BRANCA NUNES
“O Brasil mostrou que estava capacitado e que tinha todas as condições para assegurar infraestrutura, telecomunicações, tratamento adequado aos turistas, às seleções, aos chefes de Estado que viessem nos visitar. O país se superou e nós teríamos de ter a nota máxima”, cumprimentou-se nesta segunda-feira a presidente Dilma Rousseff, na introdução da entrevista coletiva que prometera conceder ao lado de 16 ministros. O que seria o maior evento do gênero em três anos e meio de governo foi a primeira entrevista da história em que não houve perguntas.
A sabatina que se seguiria ao monólogo de abertura foi abortada pela deserção da entrevistada, que invocou a necessidade de decolar rumo ao encontro dos Brics em Fortaleza para abandonar a zona de perigo. Se tivesse ficado por lá, dificilmente escaparia de ser confrontada com a distância que separa a Copa das Copas, que só o governo vê, da Copa da Roubalheira que a imprensa insiste em enxergar
Nesta segunda-feira, por exemplo, uma reportagem publicada peloEstadão (leia abaixo) mostrou as reais dimensões do que Dilma chama de “legado”. Os projetos vinculados à infraestrutura eram 83 na lista divulgada em 2010. Caíram para 71 – e a maioria está longe da conclusão. Em contrapartida, os gastos saltaram de R$ 23,5 bilhões para R$ 29,2 bilhões. Até agora.
A malandragem federal incluiu a substituição de trens e monotrilhos por meros corredores de ônibus ─ sem que a despesa diminuísse. Embora o governo ainda não tenha publicado o balanço do Mundial da Fifa, um estudo da Consultoria Legislativa do Senado Federal calculou, em 2011, que a gastança não seria inferior a US$ 40 bilhões.
“Os projetos de construção do VLT de Brasília e de Manaus ficaram no papel”, constatou o Estadão. “O monotrilho de Cuiabá será entregue no segundo semestre de 2015. Em São Paulo, o Expresso Aeroporto, trem que ligaria o centro da cidade a Cumbica, foi cancelado em 2012. E o monotrilho do Morumbi ainda está em construção”. A contabilidade das realizações invisíveis nem inclui promessas delirantes como o trem-bala, que ficou fora da Matriz de Responsabilidades do Mundial.
“Nosso projeto é que esteja integralmente pronto em 2014 ou pelo menos o trecho entre Rio e São Paulo”, afirmou Dilma Rousseff em junho de 2009, época em que era ministra da Casa Civil de Lula. “Pretendemos ter os trens em funcionamento em 2014 porque esta é uma região muito importante em termos de movimentação na Copa”.
Como as obras de mobilidade urbana continuam no papel, os congestionamentos que diariamente atormentam os brasileiros  não paralisaram as cidades-sede graças à decretação de feriados ou pontos facultativos nos dias de jogos e à antecipação das férias escolares por numerosos estabelecimentos de ensino. “Em uma cidade como São Paulo”, lembrou a reportagem, “isso equivale a trocar o deslocamento de seus 10 milhões de moradores pelo de 64 mil torcedores indo para o Itaquerão e outras 30 mil ou 40 mil pessoas concentrando-se na Fan Fest e bares ao redor no centro da cidade, bem como na Vila Madalena, na zona oeste”.
Essa maquiagem também foi feita, por exemplo, nos corredores do BRT (espécie de corredor exclusivo de ônibus) Norte-Sul e Leste-Oeste de Recife e no metrô de Salvador. No primeiro, apenas quatro das 45 estações funcionaram. Nos dias de jogos, os dois meios de transporte só puderam ser utilizados por aqueles que portavam ingressos.
A boa qualidade do transporte aéreo, aprovada por 76% dos turistas estrangeiros na pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, resultou de operações especiais organizadas pelas próprias empresas, uma vez que as obras previstas para os aeroportos não foram concluídas a tempo. Em Fortaleza, enterrou-se R$ 1,7 milhão num puxadinho construído para fingir por 90 dias que o aeroporto ficou maior.
“No aeroporto de Brasília, o piso na segunda-feira à noite pós-Copa já estava imundo”, observou o jornalista Fernando Rodrigues na Folhadesta quarta-feira. “O local continua em obras. Durante o torneio houve a preocupação de lustrar o que era possível. Agora, nos guichês das companhias aéreas já há menos gente trabalhando. Padrão pós-maquiagem”. O aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, além de não ter ampliado o terminal de passageiros no prazo combinado, provavelmente terá rescindido o contrato com a construtora. Motivo: os atrasos recorrentes, que adiaram para 2016 o que já deveria estar em funcionamento.
“Único segmento que não sofreu baixas”, como ressalva a reportagem do Estadão, os estádios consumiram R$ 8 bilhões – 98% originários dos cofres públicos –, fortuna 50% maior do que a prevista em 2010. Aprovadas por 92% dos estrangeiros – também segundo o Datafolha –, as arenas Padrão Fifa começam agora a escancarar o Padrão Dilma.
Quem foi à Arena Pantanal nesta terça-feira para assistir ao jogo entre Vasco e Santa Cruz, pela série B do Brasileirão, espantou-se com o lixo e o entulho dentro e fora do estádio, com a iluminação precária no entorno, com o policiamento quase inexistente e com a falta de informação. “O chão que antes brilhava apesar de existir mais gente, hoje está imundo, há muita poeira no local e os espaços lounges estão caindo aos pedaços”, descreveu o barman Junior Santana, que trabalhou no local durante a Copa, numa reportagem publicada peloEstadão nesta quinta-feira. Na sala de imprensa não havia cadeiras, mesas, cabos de energia nem internet wi-fi.
Aprovada por 95% dos turistas, a hospitalidade dos brasileiros é uma das poucas coisas que permanecerão por aqui com o fim da Copa. As obras para inglês ver se foram na esteira dos estrangeiros que voltaram para casa. O humor nacional tenta resistir ao péssimo desempenho no campo da economia. Como o legado prometido pelo governo, já é bem menor do que foi.

Segue abaixo a íntegra da reportagem do Estadão, publicada em 14 de julho de 2014:

Copa deixa legado de infraestrutura menor e mais caro do que o prometido

LOURIVAL SANT’ANNA E MARINA GAZZONI
A Copa do Mundo deixa um legado de infraestrutura para o Brasil muito menor do que o prometido quatro anos atrás – e a um custo mais alto. Em 2010, o governo anunciou que o evento atrairia investimentos de R$ 23,5 bilhões em 83 projetos de mobilidade urbana, estádios, aeroportos e portos. Parte das obras ficou no caminho e só 71 projetos foram mantidos na lista.
Segundo levantamento feito pela rede de repórteres do Estado nas 12 cidades-sede, as obras entregues para a Copa e as inacabadas somam R$ 29,2 bilhões – mesmo tendo sido substituídos em várias cidades projetos mais ambiciosos, como trens e monotrilhos, por modestos corredores de ônibus. Ou seja, o país gastou mais para fazer menos e com menor qualidade.
Em setembro de 2013, o Ministério dos Esportes apresentou sua última consolidação das obras da chamada Matriz de Responsabilidade da Copa, já com a exclusão dos projetos prometidos em 2010 e abandonados. Os 71 projetos confirmados somavam então R$ 22,9 bilhões.
Esse resultado significava que os governos federal, estaduais e municipais e a iniciativa privada gastariam 3% a menos do que o previsto em 2010 para fazer 15% a menos em número de obras. Os investimentos estavam distribuídos assim: 50,5% para o governo federal, 33,1% para os Estados e municípios e 16,4% para o setor privado. Entretanto, a reportagem do “Estado” constatou que o gasto total, hoje, é ainda maior: R$ 29,2 bilhões, ou 27% a mais do que o anunciado há quatro anos.
A construção dos estádios foi prioridade, seguida dos aeroportos. Mas na mobilidade urbana, o principal legado da Copa para os moradores das grandes cidades, o resultado foi sofrível. De 50 projetos, apenas 32 foram mantidos, o que quer dizer que um em cada dois foi abandonado. De acordo com a matriz consolidada em setembro pelo Ministério do Esporte, o país investiria R$ 7 bilhões em mobilidade urbana para receber a Copa, R$ 4,47 bilhões a menos do que o previsto em 2010.
Inacabadas - Além disso, boa parte das obras não foi entregue a tempo para o Mundial. O levantamento do Estado nas 12 cidades-sede mostra que 74 obras de mobilidade urbana foram entregues e 46 permanecem inacabadas. O número de obras é maior do que o da lista de projetos do ministério porque as prefeituras e governos estaduais, que são as fontes dessa informação, costumam fatiar projetos em várias obras.
Os projetos de construção do VLT de Brasília e de Manaus, por exemplo, ficaram só no papel. Já o monotrilho de Cuiabá será entregue no segundo semestre de 2015. Em São Paulo, o Expresso Aeroporto, trem que ligaria o centro da cidade a Cumbica, foi cancelado em 2012. E o monotrilho do Morumbi ainda está em construção.
O abandono e a não conclusão das obras só não tiveram um impacto maior porque a maioria das cidades decretou feriado ou ponto facultativo para o funcionalismo, além de as férias escolares de julho terem sido antecipadas. Em uma cidade como São Paulo, isso equivale a trocar o deslocamento de seus 10 milhões de moradores pelo de 64 mil torcedores indo para o Itaquerão e outras 30 mil ou 40 mil pessoas concentrando-se na Fan Fest e bares ao redor no centro da cidade, bem como na Vila Madalena, na zona oeste.
O único segmento que não sofreu baixas foram os estádios. Todos os projetos previstos saíram do papel e custaram R$ 8 bilhões ao País – 98% em recursos públicos-, montante 50% acima do previsto em 2010. Mal ou bem, ainda que com parte das arquibancadas provisória, como no Itaquerão, eles ficaram prontos para a Copa, acalmando a Fifa.
Em São Paulo, o projeto original previa a reforma do Morumbi, que custaria R$ 240 milhões e mais R$ 315 milhões em obras do entorno. Com a substituição da obra pela construção do estádio do Itaquera e investimentos no seu entorno, o custo saltou para R$ 1,37 bilhão.
No caso dos aeroportos, o desempenho foi mediano – alguns ficaram prontos, outros, não, mas isso não comprometeu o embarque e desembarque dos torcedores. Obras previstas em aeroportos como Viracopos, Confins, Fortaleza e Salvador não foram concluídas antes do Mundial. “A reforma dos aeroportos era uma necessidade, independente da Copa”, analisa Carlos Ebner, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) no Brasil. “Mas a Copa era uma motivação para dar um salto de infraestrutura e deixar um legado ao País. Mas nem tudo foi feito e queremos que as obras continuem após a Copa.”
Segundo ele, o caos não ocorreu porque o setor se organizou em uma operação especial e compensou os entraves de infraestrutura. Foi o que aconteceu também com o transporte urbano, beneficiado pelos feriados e linhas especiais de ônibus para os torcedores. Terminada a Copa, a vida volta ao normal.

fonte: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/o-pais-quer-saber/o-legado-imaginario-da-copa-das-copas-foi-embora-junto-com-os-turistas-ficou-com-os-brasileiros-a-conta-da-copa-da-roubalheira/

Nenhum cidadão comum que não é politico tem este tipo de crescimento em patrimonio- Patrimônio de Kassab cresce 398% em 16 anos e chega a R$ 6,5 milhões

Guilherme Balza Do UOL, em São Paulo

O patrimônio do ex-prefeito de São Paulo e candidato ao Senado pelo PSD, Gilberto Kassab, aumentou de R$ 986 mil para R$ 6,5 milhões entre 1998 e 2014, segundo declarações de bens enviadas pelo candidato à Justiça Eleitoral neste período.
Descontada a inflação do período (165%, segundo o IPCA), o crescimento patrimonial de Kassab foi de 398%. As declarações são as mesmas feitas à Receita Federal e correspondem ao patrimônio acumulado até o ano anterior (1997 e 2013).
No período, Kassab foi secretário de Planejamento da cidade de São Paulo (entre 1997 e 98, na gestão de Celso Pitta), deputado federal (99/2004), vice-prefeito (2005/2006, na gestão de José Serra) e prefeito de São Paulo (2006/2012). Nos últimos dois anos, Kassab não ocupou nenhum cargo público e atuou como articulador do PSD, sigla na qual é presidente e fundador.
A maior parte do patrimônio do ex-prefeito advém de cotas de capital de duas empresas, a Yapê Engenharia e Empreendimentos Ltda. (R$ 4,2 milhões) --em que o candidato é sócio majoritário-- e a Yapê Comércio e Participações Ltda. (R$ 1,4 milhão). 
O candidato ainda possui um apartamento no Jardim Paulistano, área nobre da capital (R$ 744 mil, em valores não atualizados); um carro de R$ 62 mil; um título do clube Pinheiros (R$ 8.300) e R$ 138 mil em contas correntes e poupanças.
De acordo com informações fornecidas à Junta Comercial, a Yapê Engenharia e Empreendimentos atua na construção de edifícios e instalações esportivas e na gestão e administração de imóveis. Fundada em 1991, a empresa tem hoje capital de R$ 5,9 milhões. 
Patrimônio de Kassab
  • 1998 
    R$ 986 mil
  • 2002 
    R$ 1,65 milhão
  • 2008 
    R$ 5,1 milhões
  • 2014 
    R$ 6,5 milhões
Fonte: Justiça Eleitoral
Já a Yapê Comércio e Participações atua no transporte rodoviário de carga e possui capital de R$ 3 milhões. A empresa foi fundada em 1997 por Kassab e pelo atual secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de SP, Rodrigo Garcia (DEM). O secretário detinha 50% da empresa, mas a sociedade foi rompida em 2008, e Garcia deixou de fazer parte do quadro societário.
O secretário também foi sócio de Kassab na Yapê Engenharia e Empreendimentos, mas deixou a sociedade em 2007. No mesmo ano, o ex-prefeito deixou a Centrooeste Agropecuária, empresa fundada por Garcia.
Segundo o Transparência SP, que contém informações sobre os gastos da administração municipal, a prefeitura da capital paulista não firmou contratos ou convênios com as empresas de Kassab entre 2005 e 2013.
A evolução patrimonial de Kassab já havia sido objeto de investigação do Ministério Público em 2004. De acordo com a assessoria do candidato, nenhuma irregularidade foi constatada naquela época.
Sobre os últimos dez anos, a assessoria de Kassab afirma que "as origens e aplicações de recursos estão devidamente comprovadas através de documentação fiscal e financeira". "A evolução patrimonial está absolutamente transparente e justificada nas declarações de renda do período."
De acordo com pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (17) sobre a corrida ao Senado em São Paulo, Kassab possui 7% das intenções de voto. Antigo aliado do ex-prefeito, José Serra (PSDB) lidera com 34%, seguido do senador Eduardo Suplicy (PT), com 29%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Nestas eleições, será eleito apenas um senador por Estado, com mandato de oito anos.

Serra e Suplicy

A data mais antiga que a Justiça Eleitoral possui de uma declaração de bens de Serra é 2002, quando o tucano concorreu à Presidência da República. Naquele ano, o candidato declarou patrimônio de R$ 603,7 mil. Em 2014, Serra afirmou ter R$ 1,6 milhão, o que representa um aumento de 41%, já descontada a inflação do período (116%).
Hoje, o patrimônio do tucano é composto por imóveis (R$ 346 mil) e, sobretudo, por aplicações, investimentos e títulos bancários (R$ 1,1 milhão).
A assessoria de Serra afirmou que o crescimento patrimonial é compatível com as atividades profissionais dele e que, entre 2002 e 2014, Serra ocupou cargos governamentais durante cinco anos.
O candidato petista declarou, em 1998, possuir R$ 1,5 milhão em bens. Em 2014, Suplicy afirmou ter patrimônio de R$ 2 milhões. A variação de patrimônio do petista foi de 30%, valor bem abaixo da inflação do período (165% pelo IPCA).
Em 1998, 11 imóveis compunham o patrimônio de Suplicy. Neste ano, o candidato possui pouco mais de R$ 1,3 milhão em 13 imóveis e aproximadamente R$ 700 mil em carros, dinheiro em poupança e conta corrente e em letras de crédito. À reportagem do UOL, Suplicy afirmou que a maior parte de seu patrimônio é herança familiar.
As declarações dos candidatos à Justiça Eleitoral acabam por subestimar o valor dos bens porque, no caso de imóveis, o valor informado não é o de mercado, e sim o de compra, sem atualização, conforme determina a Receita Federal. 
Além disso, os políticos que possuem empresas para administrar o patrimônio não são obrigados a informar o valor dos imóveis administrados por estas empresas, mas apenas as ações que possuem nelas.