segunda-feira, 30 de junho de 2014

Varejo vive momento mais delicado desde 2008, diz Bentes

Inflação em alta, a desaceleração do consumo e o crédito cada vez mais caro e restrito têm levado a atividade a uma deterioração Idiana Tomazelli, do 

                                                                                                                       Dado Galdieri/Bloomberg
Mulher compra frutas em feira no Rio
Mulher compra frutas em feira no Rio
Mulher compra frutas em feira no Rio de Janeiro

Rio - O comércio varejista não passa por um momento tão delicado desde a crise financeira de 2008. A inflação em alta, a desaceleração do consumo e o crédito cada vez mais caro e restrito têm levado a atividade a uma deterioração.

"Não se pode falar em crise no varejo, mas certamente há perda de força", avalia o economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Segundo cálculos de Bentes a partir de dados da Pesquisa Mensal do Comércio, o volume de vendas do varejo teve uma retração de 0,5% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao quadrimestre anterior, o pior resultado desde o período entre janeiro e abril de 2009.
Entre os comerciantes, esse desempenho se reflete em uma confiança cada vez menor.
Nesta quinta-feira, 26, a entidade informou que o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) caiu 2,3%, atingindo o menor nível de toda a série, iniciada em 2011.
O aumento da inadimplência entre as pessoas físicas no crédito livre em maio, para 6,7%, se somou aos problemas já enfrentados pelo varejo, além de ser mais um sinal de enfraquecimento das vendas.
Além disso, os juros não param de crescer, a despeito de a Selic estar estacionada em 11% ao ano desde abril, já que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu em maio interromper o ciclo de alta iniciado um ano antes.
A lógica vale também para o crédito destinado a investimentos. Entre os empresários, o ânimo para desembolsar em projetos no próprio negócio ou para contratar mão de obra diminuiu.
"No caso do mercado de trabalho, os números vão acompanhar o desempenho das vendas", diz Bentes.
A CNC prevê alta de 4,7% no volume de vendas do varejo restrito (sem incluir veículos e material de construção) neste ano, mas a estimativa tem viés negativo.
Diante de um cenário frágil para as vendas, as contratações também devem perder força.
A entidade espera que sejam geradas 198,7 mil vagas formais em todo o comércio (incluindo o atacado), sendo 149 mil delas no varejo ampliado (com veículos e material de construção).
Os números, contudo, são mais fracos do que os observados em 2013, quando o comércio abriu 314,54 mil postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados com ajuste do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No varejo ampliado, foram 253,28 mil.

FONTE: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/varejo-vive-momento-mais-delicado-desde-2008-diz-bentes


Vendas de supermercados caem 4,45% em maio, diz Abras

Brasil, País do Futuro que nunca saiu do passado -Assistam o video comparação de preços by blog do Amorim






BRASIL, UM PAÍS DO FUTURO QUE NÃO SAI DO PASSADO! UMA COMPARAÇÃO DE PREÇOS E SALÁRIOS PRATICADOS NO BRASIL E NOS ESTADOS UNIDOS. IMPERDÍVEL! -by blog do Aluizio Amorim.


Este vídeo vale a pena ser visto. Faz uma comparação entre os salários e os preços praticados nos Estados Unidos. Os comunistas do PT vivem praguejando contra os Estados Unidos, mas bem se vê que os trabalhadores lá têm um padrão de vida no mínimo decente, mesmo aqueles que auferem apenas o salário mínimo. Deve-se notar que o salário mínimo nos Estados Unidos é aquilo que pode se considerar um salário de entrada e, ainda por cima, de trabalhadores não especializados. Ao contrário do Brasil onde o mínimo é a regra geral. Mesmo os pisos salariais consistem no mínimo com um mínimo de acréscimo. E, ainda por cima, os preços de todos os produtos no Brasil são exorbitantes, um verdadeiro abuso, uma injustiça!

Ouve-se há anos que o "Brasil é o país do futuro". Entretanto, o futuro já chegou há muito tempo mas o país vive eternamente no passado.
Isto tem de ter um fim. E poderá ser neste ano de 2014, em outubro, com a eleição presidencial quando a praga do PT deverá ser varrida. Chega de roubalheira, manipulação, estagnação, impostos absurdos, preços impagáveis. 

Chega de transferir recursos públicos para ditaduras comunistas. Neste ano só para a ditadura cubana o governo do PT transferiu mais de US$ 1 bilhão de dólares, para construção do Porto de Mariel. Isto é o que se sabe, por cima, já que a verdade é escamoteada pelo governo do Lula e da Dilma, ao carimbar o financiamento via BNDES de "secreto". Sabe-se também que vultosas quantias são doadas para as ditaduras africanas. Sem falar na burlesca aventura do Brasil no Haiti, cujo resultado está sendo a emigração em massa de haitianos para o Brasil.

Chega de Lula, de Dilma, de Dirceu, de PT. Chega desses comunistas malditos que conseguiram colocar a Petrobras na UTI e esculhambar a economia nacional.

E, por fim, chega desse governo mentiroso que fez voltar a inflação que tinha sido estabilizada pelo Plano Real pela primeira vez na história do Brasil. E naquela época esses comunistas boquirrotos berravam Fora FHC!, justamente o presidente que conseguiu estabilizar a economia e fazer valer o dinheiro brasileiro. E tudo isso está agora indo de água abaixo pelo governo incompetente do PT.

E os infelizes ainda querem censurar a imprensa.

Não passarão! 



fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/04/brasil-um-pais-do-futuro-que-nao-sai-do.html

COMUNISMO, SOCIALISMO É CONTRA A SUA CRENÇA








Comunismo e Socialismo a face do mesmo regime Genocida - O comunismo matou 100 milhões de seres humanos! Por que a foice e o martelo ainda não foram proibidas?




















Esta matéria é um trecho do artigo sobre “o livro negro do comunismo”, de Roberto Campos. O artigo esclarece a violência do comunismo no mundo. Esclarece também os motivos do regime militar (“anos de chumbo”) ocorrido no Brasil e em outros países do Terceiro Mundo na época da Guerra Fria. O artigo original, de Roberto Campos, publicado pela Folha de S. Paulo em 19/04/98, começa assim:

Ao contrário das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico fazendo parte da rotina de governo. Essa sistematização do terror não é rara na história humana, temos exemplos na Revolução Francesa do século XVIII; no extermínio de judeus pelos nazistas.

De acordo com "Le livre noir du communisme" o comunismo superou todos esses casos e foi sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana.


O comunismo produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.


Os números do comunismo estão assim classificados por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).


O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses, após a revolução de outubro de 1917.

Fidel Castro é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, tiveram que fugir durante o regime comunista. Fidel criou uma nova espécie de refugiado, os "balseros", (fugiam de Cuba em balsas improvisadas), milhares dos quais naufragaram antes de alcançarem a liberdade.

A Guerra Fria alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70. Nessa época alguns países do Terceiro Mundo deram início aos “anos de chumbo” (ditadura militar) para não caírem nas mãos dos comunistas. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.

Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante, como medida preventiva.

Por mais lamentáveis que sejam, as violências e torturas denunciadas no Brasil, no período da ditadura militar, tornam-se insignificantes perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".


O regime comunista de Fidel Castro fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, seria em torno de 288 segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal; e de 224 casos comprovados segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. Portanto, os males causados pela ditadura militar brasileira perdem de longe para os males causados pelo “socialismo real” cubano.

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. Em 1997, 38 anos depois da Revolução, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo, inclusive, tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.

Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos). Estranhamente, artistas e intelectuais que denunciavam a tortura brasileira, visitam Cuba e chegam a tecer homenagens a Fidel e a seu algoz-adjunto, Che Guevara.

Causa-me infinda perplexidade a "angelização" de Fidel e a "satanização" de Pinochet por parte de algumas pessoas. Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após ser derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício. Fidel Castro considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!

Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem, no Brasil, os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava que: "nós, os comunistas, já estamos no governo, mas não ainda no poder".

Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução militar de 1964, o Brasil manteria sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.

É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, nos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...









domingo, 29 de junho de 2014

O Mundo já sabe sobre o Golpe Comunista no Brasil -Dilma Rousseff oficializó el Estado paralelo socialista en Brasil

Con un decreto presidencial que evadió al Congreso, aprobó la intromisión de los movimientos sociales en el aparato del Estado; el Congreso exigió la derogatoria.

  A LAS 

Dilma Rousseff recibe el apoyo del partido PMDB para sus reelección. Los líderes de ese partido en el congreso le pidieron que derogara el decreto
Dilma Rousseff recibe el apoyo del partido PMDB para su reelección. Los líderes de ese partido en el congreso le pidieron que derogara el decreto. (Fabio Rodrigues Pozzebom)
El pasado 23 de mayo la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, firmó por cuenta propia el Decreto 8.243 para instituir la Política Nacional de Participación Social (PNPS), en el cual otorga poderes estatales a movimientos sociales que legitima en el documento como “sociedad civil”.
El documento levantó críticas inmediatas por haber sido aprobado sin pasar por el Congreso nacional y por privilegiar a los movimientos organizados —que en su mayoría son vistos como adeptos al oficialista Partido de los Trabajadores— como líderes de la sociedad civil.
El decreto tiene el “objetivo de fortalecer y promover los mecanismos democráticos y foros para el diálogo y la acción conjunta entre el gobierno federal y la sociedad civil”.
Algunas de sus metas incluyen la ampliación de los mecanismos de control social sobre el Estado y la consolidación de la participación social como forma de gobierno. Las dependencias y entidades del gobierno federal deben tener en cuenta a estas instancias y mecanismos de participación en la formulación, ejecución, seguimiento y evaluación de sus programas y políticas. También se prevén procedimiento para la participación social en las etapas del ciclo de planificación y presupuesto.
Además, el decreto crea el Comité Gubernamental para la Participación Social (CGPS) para asesorar a la Secretaría General de la Presidencia en el seguimiento e implementación de la PNPS, integrados por representantes de la sociedad civil elegidos a través de “mecanismos transparentes”, pero no aclara los procedimientos.

De la democracia representativa al socialismo marxista

Medios brasileños han descrito este decreto como “bolivariano”, por asemejarse al Estado Comunal instaurado por Hugo Chávez en Venezuela y que permitió la conformación de un Estado paralelo en el cual resulta fácil privilegiar —incluso con dinero— de forma discrecional, y sin contraloría, a las organizaciones sociales que favorecen al Chavismo. Como resultado, las formas espontáneas de participación ciudadana se ven perseguidas y cooptadas por el Estado.
Erick Vizolli, abogado brasileño y columnista del portal Liberzone, comparó este decreto con el poder que se entregó a los soviets de la Unión Soviética en 1917 con la finalidad de legitimar al gobierno que sucedió al zar Nicolás II.
El peligro detrás de esto, detalla el articulista, es la toma de decisiones por parte de unos pocos dirigentes de los movimientos sociales, los cuales no tienen generalmente mecanismos fijos y transparentes de elección. “Las decisiones del Estado solo entrarán en vigor cuando estén legitimadas por los órganos paralelos, por los que nadie votó o dio su palabra de aprobación, y cuyo único “mérito” es el hecho de que están alineados con la ideología del partido que ocupa el Ejecutivo”, reclamó.
Roberto Chiocca, director del Instituto Ludwig Von Mises de Brasil, tiene la misma preocupación. Cree que para que un ciudadano pueda participar hará falta atravesar los mecanismos impuestos por el Estado (estos movimientos sociales) que tienen por lo general pensamientos colectivistas, en un acto que no permite la libertad y el pluralismo.
“Muchas de las críticas que se verán de los brasileños a este decreto están en la característica de los movimientos sociales, que son todos socialistas y la mayor parte financiados por el propio Estado. No se hace un movimiento ‘social’ con gente que trabaja, porque no podemos salir en la mitad del día para reuniones de diálogo o para hacer una manifestación. Las manifestaciones en Brasil se hacen siempre profesionalmente, pagando algo a los ‘manifestantes’ o prometiéndoles privilegios directos”, denunció en declaraciones al PanAm Post.
Chiocca alerta que la medida es además una expansión del Estado, ya que estos grupos se creerán impunes o poderosos por el hecho de recibir atribuciones de parte del gobierno.
Vizolli y Chiocca coinciden en que aunque la democracia representativa no es perfecta, brinda mejores oportunidades de elegir a la población votante. “Mientras más movimientos exijan la ampliación del Estado, y participen con poderes especiales en las decisiones del Estado, mas Estado habrá. Las intrusiones estatales podrán crecer rápidamente, ya que no serán solo los políticos quienes quieran más intrusiones, sino la ‘sociedad’”, dijo.

El Congreso dio ultimátum al gobierno

Alves, Rousseff y Calheiros en el Congreso
Alves, Rousseff y Calheiros en el Congreso. (Wikimedia)
Este martes, los diputados del Congreso sepronunciaron en contra del decreto por considerarlo un ataque a la democracia representativa.
Para quienes se distancian de los movimientos sociales oficialistas, este conjunto de medidas implica el control tendencioso de grupos de amigos del gobierno sobre las políticas Estatales, ya que el decreto pasa por encima del poder Legislativo electo, tanto en su contenido como en su forma de aprobación.
En su columna, Vizolli destaca que el decreto es inconstitucional porque dicta la creación de un organismo de administración pública, algo prohibido constitucionalmente al Ejecutivo y que debe ser llevado al Legislativo.
Tras la presión de los diputados por pedir la derogatoria del decreto, el presidente de la Cámara de Diputados, Henrique Eduardo Alves, y el presidente de la Senado, Renan Calheiros, pidieron a Rousseff que derogara la medida. “Si mañana el gobierno no responde, vamos a votar a favor del derrocamiento del decreto”, dijo Alves ayer. Sin embargo, se espera que la próxima sesión deliberativa de los diputados ocurra a finales de junio.
El Ministro de la Secretaría General de la Presidencia, Gilberto Carvalho,aseguró que iría al Congreso a explicar el contenido del decreto presidencial y señaló que el Palacio Presidencial no está dispuesto a revocar la decisión de Rousseff. “Es un decreto que tiene como objetivo fortalecer los canales de representación de la sociedad”, dijo.
La situación pinta grave para la presidenta, ya que Alves y Calheiros pertenecen al Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB). Este martes, el mismo día que Alves dio al gobierno un ultimátum sobre el decreto, el PMDB decidió apoyar a Rousseff en una votación estrecha en la cual contó con el apoyo de 59% de los 673 delegados.
“Necesito del PMDB. Seamos cada vez más socios y hermanos en esta lucha que se avecina”, dijo la presidenta durante la convención del partido.
La última encuesta de Datafolha mostró que a principios de junio la popularidad de la presidenta cayó de 37% a 34%, aunque sigue siendo la preferida de los electores.

fonte: http://es.panampost.com/elisa-vasquez/2014/06/11/dilma-rousseff-oficializo-el-estado-paralelo-socialista-en-brasil/


 Elisa Vásquez es periodista venezolana con experiencia en las fuentes sociales y comunitarias. Está especializada en Educación para los Derechos Humanos y Acción Solidaria Internacional, y reporta desde la Ciudad de Panamá. Síguela en Twitter a través de la cuenta @elisavasquez88.

DEPOIS DA ELEIÇÃO O TSUNAMI

Cartoon publicado no blog português Humografe
Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
A Copa do Mundo precedida por manifestações selvagens dos “black blocs” ou dos ditos movimentos sociais, de greves políticas oportunistas, de perturbações da ordem que martirizaram populações em diversos estados brasileiros, agora decorre em clima festivo nos estádios renomeados de arenas.
O desempenho da seleção brasileira tem sido sofrível e começou com um constrangedor gol contra, mesmo assim se a bola entra na rede o grito que reboa é de alegria intensa como se a alma, a vida, a redenção das pessoas pudessem estar contidas no chute providencial.
Lula, o pai da Copa, crê piamente que a euforia popular que o futebol propicia é invenção e dádiva sua às massas empolgadas. Aliás, o criador e a criatura sempre se atribuem o que é esforço, trabalho e mérito dos brasileiros. Na verdade, o governo corrupto, incompetente, burocrático, perdulário, patrimonialista mais atrapalha que ajuda, especialmente os que querem produzir.
De todo modo, a Copa existiu para ser o grande palanque de Lula e consequente apoteose de Rousseff a ser aclamada nas urnas por um povo feliz com a vitória da seleção. Algo, porém, maculou o cálculo de marketing visando a continuidade de poder do PT: o monumental coro do xingamento sofrido pela governanta na abertura dos jogos.
Hipocritamente Lula se mostrou indignado com o impropério. Logo ele um desbocado afeito a palavrões e à cafajestice que lhe rendem aplausos dos áulicos que o rodeiam ou dos auditórios devidamente selecionados para ovacioná-lo.  E para explicar a vaia o presidente de fato partiu novamente para cima da elite branca e da mídia. Ao que se saiba, Lula e sua família não são negros e sem trabalho ou esforço ascenderam à elite econômica e política do país. Melhor dizendo, chegaram à classe alta, pois o significado correto de elite é produto de qualidade, coisa que o ex-presidente está longe de ser.
De todo modo, o palanque da Copa não está funcionando para o PT. Uma coisa é futebol, outra é inflação, inadimplência, queda do emprego, retração da produção industrial, pibinhos que nos deixam na rabeira dos BRICS.
Ressalve-se que basta ser dona de casa para perceber a péssima situação da economia, fruto de um dos piores governos que o Brasil já teve. Basta ir ao supermercado. Rousseff, por sua vez, recebeu a herança maldita do criador e é esta situação que transborda das vaias, das infidelidades partidárias, das pesquisas de opinião que mostram a governanta ladeira abaixo. Diante de tal situação parece que pela primeira vez o medo venceu a esperança do PT permanecer no poder.
O medo pode paralisar ou impelir a reações fortes. Lula não quer assumir o lugar da criatura na campanha, pois sabe o descalabro que será 2015 do ponto de vista da economia com as inevitáveis decorrências sociais. Prefere colar na governanta e com sua verborragia e suas mentiras elegê-la. Sendo ela vitoriosa precisará de anteparos para governar. Se for outro o eleito, os mesmos anteparos se converterão em obstáculos para tentar inviabilizá-lo.
Desse modo, enquanto o povo contente grita gol, as garras totalitárias do PT se estendem sobre a nação. O Marco Civil está em curso, significando que sutilmente foi baixada a censura sobre os meios de comunicação, sobre a liberdade de pensamento. Já existe até uma lista de jornalistas “malditos” que deverão ser expurgados pelo partido.
Sem o ministro Joaquim Barbosa, honrosa exceção de competência, coragem e honradez o STF retoma os conhecidos caminhos da impunidade e o primeiro ato é permitir que mensaleiros trabalhem, passando assim por cima de critérios e privilegiando companheiros em detrimento dos demais presos. Em breve pode ser que especialmente os quatro mensaleiros do PT estejam leves, livres e soltos.
Tem mais e pior, a relembrar velhos tempos, quando existia a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Aguarda para votação no Congresso o decreto 8.243, apelidado de “bolivariano”. Por esse decreto presidencial serão criados conselhos compostos por uma vaga sociedade civil e pelos ditos movimentos sociais, organizados, manobrados e custeados pelo governo petista. Os conselhos ou soviets deliberarão em todos os órgãos públicos. A tal participação popular, na verdade ideológica, inclusive, se sobreporá ao Congresso, ficando assim resolvidos todos os problemas de governabilidade em um possível novo mandato da criatura, ou seja, do criador. Afinal, é ele quem manda.
Aproveite, pois, o povo, alegrias e festas da Copa porque depois da eleição virá o tsunami.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga www.maluvibar.blogspot.com.br


Povo está quase sem ter o que comer na Venezuela

O Instituto Nacional de Estatística da Venezuela impôs o segundo golpe duro ao 
Governo em menos de um mês. Em maio, a entidade havia revelado que 
737.000 venezuelanos caíram para a pobreza extrema.




E, neste mês, a Pesquisa de Acompanhamento do Consumo de Mantimentos concluiu que, 
entre o segundo semestre de 2012 e o mesmo período de 2013, houve uma queda generalizada no 
consumo diário de mantimentos básicos.Dos 43 itens incluídos no estudo, 41tiveram redução do 
consumo. Em alguns casos, houve um desabamento notável, como no da farinha de milho (-16,55%), 
a base para o preparo das arepas – comida tradicional venezuelana no café da manhã e no jantar.
Por tabela, o INE desmentiu a nomenklatura chavista, cujos integrantes asseguraram, em
diversas ocasiões, desde 2013, que a escassez e o desabastecimento crônicos se
explicavam pelo fato de os venezuelanos agora poderem consumir mais. J
á era um argumento difícil de acreditar, dada a queda brutal do poder aquisitivo,
segundo analistas e comentaristas. A inflação anualizada entre maio de 2013
e o mesmo mês de 2014 ficou em 60,9%, apesar de o Governo ter aumentado
o salário mínimo em 40% no período de um ano, a maior expansão de toda a
era chavista até março, num esforço para tentar compensar a redução da renda.
Esse salário mal cobre o custo da cesta básica de alimentos, que em janeiro de 2014
era estimada oficialmente pelo INE em 3.641 bolívares (162 reais, segundo a
taxa mais alta do câmbio oficial).
A queda inclui produtos como arroz (-10,55%), bananas (-7,38%), 
massas (-7,55%) e açúcar (-7,65%)
Além da farinha de milho pré-cozida, os outros oito mantimentos básicos que mais
deixaram de ser consumidos na Venezuela, segundo esses dados,
foram: arroz (-10,55%), bananas (-7,38%), massas (-7,55%), açúcar (-7,65%),
 carne bovina (-7,3%) mamão (-4,69%), pão de trigo (-1,8%) e batata (-2%).
Também caiu o consumo de frango (-7,43%), peixe fresco (-5,83%), leite em
pó integral (-7,5%) e leite líquido (-13,6%). As reduções abrangem 55 dos 62
produtos da cesta alimentícia.
Essas cifras negativas não receberam na imprensa estatal a mesma cobertura dada
anteriormente aos feitos do regime. Em outubro de 2005, por exemplo, o então
presidente Hugo Chávez declarou a Venezuela como território livre do analfabetismo,
depois de aplicar durante dois anos um programa concebido em Cuba. Durante
muitos anos, o chavismo se queixou de que os meios de comunicação não o
ficiais costumam minimizar seus feitos e lutas.
Os resultados da pesquisa do INE podem ser explicados por dois pontos
de vista: um, a impossibilidade de conseguir no supermercado todos os mantimentos
da cesta básica, cujo preço está regulado pelo governo e não pode ser ajustado
à velocidade da inflação. O índice de escassez reportado pelo Banco Central
da Venezuela em março chegou a 26,2%, quase nove pontos a mais que no terceiro
mês de 2013, quando foi de 17,7% O outro argumento é a queda do poder aquisitivo.
Entre maio de 2013 e esse mesmo mês de 2014, a inflação dos mantimentos e
bebidas não alcoólicas subiu 76,2%.
O Governo planeja desvalorizar a moeda para tentar corrigir distorções 
ocasionadas pelo controle cambial
As estatísticas são divulgadas num momento em que a Venezuela analisa
uma nova desvalorização para tentar corrigir as distorções ocasionadas pelo controle
cambial adotado há mais de 11 anos. Os gastos superam a arrecadação em quase
 15% do PIB, e o Governo precisa de mais divisas por cada dólar que recebe
pela venda de petróleo. No domingo, o jornal Últimas Notícias, adquirido
recentemente por investidores chavistas, reproduziu em sua manchete principal
declarações do vice-presidente da área econômica, Rafael Ramírez, numa reunião
com operadoras do setor financeiro internacional em Londres. “Existe a necessidade
de convergir para um novo sistema cambial em curto prazo”, afirmou.
Se for assim, é possível que se eliminem por completo as importações ao câmbio
oficial de 6,3 bolívares por dólar, usado para a aquisição no exterior de alimentos
básicos e medicamentos. A desvalorização aumentará o custo das matérias-primas e dos mantimentos
e obrigará o Governo a elevar o preço dos produtos controlados.
Mas, como acontece com o adiado anúncio do aumento da gasolina, essas decisões
dependerão da situação interna. (Fonte: EL País) (Fotos de arquivo)