sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Por que o “efeito multiplicador” é uma brutal falácia keynesiana por Yonatan Mozzini,

                                 Um seguidor fervoroso da teoria do "efeito multiplicador"

Uma das coisas mais importantes ao estudar economia é saber distinguir ação de reação, causa de efeito — ou, tecnicamente falando, variável dependente de variável independente.
O cachorro ficou molhado porque saiu da casinha e pegou chuva ou está chovendo porque o cachorro saiu da casinha molhado?  Por incrível que pareça, a depender dos métodos econométricos — com os quais os economistas atuais têm praticamente uma tara —, muitas vezes essa pergunta não pode ser respondida.
No entanto, no que diz respeito à teoria keynesiana, ela também comete esse erro grotesco, confundindo ação com reação. O que vem primeiro: o consumo ou a produção?  Como todos nós sabemos, para algo ser consumido, ele primeiramente tem de ser produzido.  Não há como inverter essa relação.
No entanto, no mundo keynesiano, o consumo pode perfeitamente vir antes da produção.
A equação de Keynes
Em termos econômicos algébricos, Keynes definiu a equação da renda (na verdade, há algumas críticas até mesmo em relação à composição da equação a seguir; no entanto, por uma questão pragmática, vamos considerá-la completamente correta):
Y = C + I + G + NX             (1)
No lado esquerdo da equação acima temos Y, que é a renda, isto é, tudo o que é produzido em uma economia em determinado período de tempo — ou seja, é a oferta de bens e serviços.
No lado direito da equação temos quatro elementos: C é consumo, I é investimento, G é gasto do governo e NX são exportações líquidas (exportações menos importações) — ou seja, é a demanda de bens e serviços.
Isso significa, basicamente, que a produção interna de um país pode ser subdivida em quatro destinos: ou ela é consumida pelas famílias, ou é investida pelas firmas (ou pelo governo), ou é consumida pelo governo, ou é exportada.
De maneira simplista, mas ao menos razoavelmente correta, Keynes manipula a equação acima e descobre novos elementos.
Primeiramente, ele encontra a renda disponível ao consumidor (Yd), que é a renda nacional (Y) menos os tributos (T):
Yd = Y – T                        (2)
Em seguida, ele expande um elemento da equação, o consumo, encontrando dois determinantes dele:
C = ca + c.Yd                   (3)
C = ca + c.Y – c.T            (3.1)
O consumo privado (C) é igual a um "consumo autônomo" (ca) — ou seja, um determinado conc.Yd).
sumo que independe da renda — mais um percentual da renda disponível (
Ou seja, do total de renda disponível às famílias, uma porcentagem (c) dela os indivíduos gastarão (e outra eles pouparão).  Essa porcentagem foi chamada de "propensão a consumir".
Voltando à equação (1) e expandindo-a utilizando a equação anterior, então, temos o seguinte caso:
Y = ca + c.Y – c.T + I + G + NX                 (4)
Manipulando a equação anterior a fim de isolar o Y, então, chega-se à seguinte equação:
Y =     1     . (ca – c.T + I + G + NX)               (5)
        1 – c
A primeira parte do lado direito da equação acima [ 1/(1 – c) ] é conhecida como "multiplicador da renda", em que 1 – c é a propensão a poupar. A segunda parte [ca – cT + I + G + NX] é conhecida como "gastos autônomos".
Até aqui tudo está relativamente correto (em termos puramente matemáticos).  Pelo menos, ao se escolher alguns elementos internos que utilizarão a renda nacional, e ao manipular a álgebra, está tecnicamente correto.
É após isso, no entanto, que Keynes dá um golpe e promove uma verdadeira lambança na interpretação: na prática, ele iguala as necessidades da economia com o produto — isto é, trata variável dependente como se fosse variável independente.
O que normalmente seria uma causa (a produção gera um aumento da renda e do consumo), ele considera como efeito (o aumento do consumo gera aumento da renda e produção). E isso é fatal no modelo dele.
[N. do E.: o governo brasileiro, ao adotar medidas artificiais de estímulo ao consumo ao mesmo tempo em que não incentivou nem a produção (ao não desburocratizar, ao não reduzir a carga tributária e ao não desregulamentar) e nem a oferta (elevando brutalmente as tarifas de importação), cometeu o clássico erro keynesiano de acreditar que mais consumo geraria mais produção.  O resultado estamos sentindo hoje].
A partir daí, mesmo que todo o raciocínio de Keynes (e de seus adeptos que criaram modelos baseados nessa equação) possa estar tecnicamente correto, o pilar central da idéia dele, que é falacioso, invalida todo e qualquer modelo posterior.
Façamos um exemplo do que Keynes quis dizer:
Em um determinado país, a propensão marginal a consumir, em média, é de 0,8. Ou seja, de cada $100 de renda disponível ao consumidor, $80 é consumida e $20 é poupada. Caso o governo — que faz parte dos gastos autônomos — resolva gastar $1 milhão a mais do que o normal, então isso irá gerar uma renda de $5 milhões a mais para toda a economia!
Veja:
Y =       1        .  1.000.000
         1 – 0,8
Y = 5 (1.000.000)
Y = 5.000.000
Assim, tem-se uma conclusão absurda: dado que o efeito multiplicador é sempre positivo e maior que 1 — devido ao fato de que a propensão a poupar é sempre menor que 1 —, se os gastos agregados autônomos forem aumentados, a renda total da economia será sempre (muito) maior do que esse aumento absoluto nos gastos autônomos.
E quanto maior for a propensão a consumir das pessoas, maior será o impacto do aumento dos gastos autônomos sobre o produto — em outras palavras, Keynes, está cometendo um erro duplo brutal. É como se ele dissesse, hilariamente: "se saírem dois cachorros molhados da casinha, o volume de chuva será mais do que o dobro do que se sair apenas um cachorro".
Obviamente, não existe isso de, se o governo aumentar seus gastos, haverá um aumento maior na renda.  Afinal, de onde é que vieram os bens que o governo gastou, senão de alguma produção anterior? O raciocínio é tautológico: para o governo gastar, ele tem antes de confiscar de alguém (seja via impostos, seja via endividamento).  Se ele confiscou de alguém, esse alguém está agora impossibilidade de consumir ou de investir.
Como explicado neste artigo, G não cria nada.  G confisca.  G não pode gastar nada que não tenha antes extraído à força dos consumidores ou investidores. C, I e NX são baseados na produção.  Eles representam forças criativas.  G é baseada no confisco.  Não é uma força criativa.  Tudo o que é gasto por G é feito à custa de C, I e NX.  Quando G gasta, ele o faz à custa de todos os outros.
Portanto, e ao contrário do que Keynes afirmou, a verdade é que: apenas se houver um aumento na produção, poderá haver um aumento no consumo privado, nos gastos do governo, nos investimentos e nas exportações.
Por exemplo: em uma economia hipotética, 500 unidades de bens são produzidas em um dado período de tempo. Dessas 500 unidades, 250 unidades (ou seja, 50%) são destinadas ao consumo do setor privado, 100 unidades (ou seja, 20%) são destinadas ao investimento, 100 unidades (20%) são destinadas ao setor público e 50 unidades (10%) são destinadas à exportação.
Se, devido a um crescimento econômico ocorrido em um dado período, a produção aumentar em 10%, então o Y será agora no valor 550 unidades. Assim, caso a economia mantenha a mesma proporção do destino do produto de antes (50% para C; 20% para G; 20% para I e 10% NX), o resultado agora será: 275 unidades destinadas ao consumo do setor privado, 110 são destinadas ao investimento, 110 destinadas ao consumo do setor público e 55 destinadas à exportação.
"Mas, existe ou não existe o efeito multiplicador?", alguém pode perguntar. A resposta é: podemos dizer que sim, mas "funciona" exatamente ao contrário do que Keynes quis dizer e pouco agrega à ciência econômica.
Uma definição mais correta do efeito multiplicador seria: havendo um aumento da produção, o aumento nos gastos agregados autônomos será menor do que esse aumento da produção.  E será assim justamente porque a propensão a consumir não pode ser maior do que a renda.
E quanto maior for a propensão a poupar — ou seja, quanto menor for a propensão a consumir —, maiores serão os gastos autônomos. Em outras palavras, quanto mais poupadoras forem as pessoas, menor será o consumo que depende da renda — por definição — e maior será a proporção da renda nacional destinada aos investimentos, ao setor público, às exportações e ao consumo autônomo.
Veja o exemplo anterior agora tratado corretamente:
5.000.000   =       1         .  Gastos autônomos
                       1 – 0,8
Gastos autônomos = 1.000.000
Ou seja, com uma propensão a poupar de 20%, um aumento de $5 milhões no produto tem capacidade de aumentar os gastos autônomos no valor de $ 1 milhão.
Agora, suponhamos que haja uma alteração no comportamento da população e esta se torne bem mais poupadora, com sua propensão a consumir caindo pela metade de antes:
5.000.000   =       1         .  Gastos autônomos
                       1 – 0,4
Gastos autônomos = 3.000.000
Ou seja, com uma propensão a poupar de 60%, um aumento de $5 milhões no produto tem capacidade de aumentar os gastos autônomos no valor de $ 3 milhões. Colocada nesses termos, com certeza a teoria de Keynes mereceria alguma aceitação.
Mas por que um aumento de $5 milhões na produção faz os gastos autônomos aumentarem apenas $3 milhões? Onde estão os outros $2 milhões que também foram produzidos?
Como dito acima, por causa da inclusão da "propensão a consumir "na equação, os gastos autônomos não representam o total do que foi consumido. Ou seja, um aumento da oferta de bens em $5 milhões faz com que, retirando um determinado componente da equação da demanda de bens, ainda sobrem $3 milhões para serem investidos, gastos pelo governo, exportados, consumidos no 'consumo autônomo' e subtraído dos impostos.
Para entender melhor, considere como exemplo uma equação bem simplificada da renda (Y), onde esta é igual ao consumo (C) mais o investimento (I):
Y = C + I
Considerando que a propensão a consumir nesse caso é a mesma do primeiro exemplo, isto é, igual a 0,8, e que não há consumo autônomo, segue-se:
Y = 0,8Y + I
0,2Y = I
Y = 5I
O efeito multiplicador (ou efeito divisor, que é mais coerente), nesse caso, é igual a cinco. Caso haja uma elevação de 100 unidades da produção, então observar-se-á uma elevação de 20 unidades de investimento.
100 = 5I
100 / 5 = I
I = 20
Se I é igual a 20, então é porque o outro elemento — isto é, o consumo — é igual a 80:
Y = C + I
100 = C + 20
C = 80
Assim, conclui-se que, por definição, quanto maior for a propensão a consumir — seja no que for —, menores serão os recursos direcionados aos investimentos, e vice-versa.
Mesmo quando correta, é inútil
Além de tudo isso, mesmo a equação keynesiana tradicional sendo visualizada e interpretada nos termos corretos, ela ainda é de pouca serventia a uma análise mais apurada a respeito da variação do produto.
Por exemplo, se considerarmos a realidade mais crua a respeito do destino da renda — aquilo que as pessoas produzem e não consomem, elas colocam no sistema financeiro para auferir algum juro e, na prática, isso acaba se tornando fundos para investimentos futuros que aumentarão o produto —, então mesmo a equação keynesiana "corrigida" — ou interpretada corretamente —, além de simplista, ainda continua sendo pouco útil.
Seria necessário acrescentar elementos que mostrem o mecanismo daquilo que faz a renda crescer, ou seja, dos investimentos, como fazem a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos ou a teoria neoclássica de crescimento econômico de Robert Solow.
Na verdade, essa equação keynesiana interpretada ao revés do que seria o correto já foi refutada há mais de cinquenta anos por Murray Rothbard (aqui, na página 866), um dos expoentes da Escola Austríaca de Economia.  Infelizmente, talvez em decorrência do não conhecimento de sua refutação, esse legado falacioso de Keynes ainda segue firme e forte nos manuais de Macroeconomia, sendo ensinado nos cursos de graduação e pós-graduação de Economia.
Então, até quando aqueles que estão no comando das academias de Economia vão seguir acreditando que a existência da chuva se deve ao fato de o cachorro sair molhado de sua casinha e seguirão ensinando isso aos alunos, perpetuando a insensatez econômica, e dando supostos motivos intelectuais para governos se tornarem cada vez mais intrusos na economia e, consequentemente, na vida particular das pessoas?
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Yonatan Mozzini é graduando em economia pela Unioeste – Francisco Beltrão. É adepto dos ideais do liberalismo econômico/libertarianismo e, especialmente, da Escola Austríaca de Economia.
fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2186

Ou a direita dá mais atenção à comunicação, ou não tardarará a sumir novamente por Marlos Ápyus


Na política, comunicação não é tudo, mas é quase tudo

Há 12 anos graduei-me bacharel em comunicação com habilitação em jornalismo. Mas nunca me senti muito à vontade para me descrever jornalista. Porque nunca trabalhei em redação. E porque sabia que a prática jornalística no Brasil era por demais irresponsável.
Mas cada vez mais me agrada o diploma em comunicação, ou o que fez de mim um comunicólogo.
Porque, se não fosse a capacidade de se comunicar claramente, a humanidade jamais evoluiria, jamais transmitiria para as futuras gerações as lições de toda uma vida, as frutas que melhor matavam a fome, as plantas que findavam em envenenamento, as orações que mais traziam paz de espírito, as trilhas mais seguras, as práticas mais saudáveis, o acúmulo de conhecimento que permite à ciência dar sempre um passo adiante.
Por isso a liberdade de expressão é tão importante. Sem ela, o conhecimento não caminha como deveria caminhar, a humanidade não evolui como deveria evoluir.
Também por isso a política soa tão tóxica. Interessa a ela controlar o que é dito, que tipo de informação ganha o mundo, quem pode falar o quê.
Para um político, comunicação não é tudo, mas é quase tudo. A esquerda percebeu isso após as grandes guerras. E foi esperta o suficiente para cercar todo tipo de formador de opinião. Primeiro avançou sobre o movimento estudantil. Mas, uma vez qualificados, aqueles estudantes se convertiam em trabalhadores ou professores. E assim a esquerda dominou o sindicalismo e a ciência. Se as pessoas querem ouvir o que um artista tem a dizer, a esquerda se aproxima do artista. Se os intelectuais querem ler jornal, a esquerda invade as redações. Se o povão só quer saber de novela, a esquerda transforma roteiros em panfletos de seu interesse. Nem mesmo a religião escapa, ou você não notou que o atual papa é o mais esquerdista que se tem notícia?
A direita não parece perceber isso. Trata a comunicação com descaso, como algo que só merece atenção em período eleitoral. Sigo em minhas redes sociais mais de 400 parlamentares. Os esquerdistas passam o dia reverberando o próprio discurso ou o de seus iguais. Os conservadores somem, surgem ocasionalmente, por vezes apenas para o apagar de incêndios.
Mais do que mandar em você, a esquerda quer que você queira o mesmo que ela. E oferece uma “narrativa” encantadora independente de resultados que nunca entrega.
O discurso conservador poderia ser até mais encantador, porque de fato dá resultado, mas a direita abre mão dele, deixa a esquerda tomar conta, fazer seu barulho, humilhá-la.
As três maiores derrotas da direita brasileira em 2016 poderiam ter sido contornadas com o melhor cuidado com a comunicação de seus protagonistas. Eduardo Cunha poderia ter dialogado melhor, senão com a imprensa, talvez com o povo que, nas ruas, pedia o impeachment de Dilma Rousseff. Jair Bolsonaro poderia ter usado de maneira muito mais sábia o voto proferido durante o processo, além de ter evitado cometer a falta que Maria do Rosário cavava. Quanto a Marco Feliciano, independente de ser culpado ou não, poderia ter trazido ao eleitor dele respostas mais firmes e hábeis, sem tentar resolver o caso “Patrícia Lélis” abafando-o em meio ao noticiário olímpico.
Chacrinha, que não era um comunicólogo, mas um grande comunicador, pregava que se “trumbicaria” qualquer um que não se comunicasse.
Enquanto a direita continuar ignorando que precisa se comunicar melhor, continuará se trumbicando.
Marlos Ápyus é formado em comunicação, trabalhou por 15 anos como desenvolvedor web e músico. Além de colaborar com o Implicante, atualiza o apyus.com, seu site pessoal. Escreve no Implicante às quartas-feiras.

fonte: http://www.implicante.org/noticias/colunas/marlos-apyus/ou-a-direita-da-mais-atencao-a-comunicacao-ou-nao-tardarara-a-sumir-novamente/

quinta-feira, 21 de julho de 2016

FALTAM 10 DIAS!!! #31DEJULHOEUVOU exigir o impedimento de Dilma de uma vez, a prisão do Luladrão, apoio a operação lava jato e cadeia para qualquer um que obstruir a operação, bem como atuação apartidária dos togados do STF.

‪#‎31deJulhoeuvou‬ faltam 10 dias para voltarmos as ruas exigir o impedimento de Dilma de uma vez, a prisão do Luladrão, apoio a operação lava jato e cadeia para qualquer um que obstruir a operação, bem como atuação apartidária dos togados do STF.


Neste link, clique em "COMPARECEREI":https://www.facebook.com/events/1711766812417985/










#31DEJULHOEUVOU AS RUAS NOVAMENTE, O BRASIL APOIA A LAVA JATO E QUER DILMA FORA, LULA NA CADEIA E LIMPEZA, CHEGA SEUS BANDIDOS!! #COMUNISMONÃO!

Nossa presença nas Ruas em 31/7 será muito importante! Muitos crêem na atual CF e no seu sistema político, irão pelo impeachment, pois o mesmo precisa ser confirmado; outros comparecerão por uma intervenção cívico/militar, considerando a organização e a disciplina fundametais para varrer a maldita corrupção e seus protagonistas políticos da vida pública nacional. Porém, segundo o comandante do EB, assim como outros oficiais superiores, deixaram claro que a situação está sob o controle das instituições civis. Os fatos que marcaram a vida política brasileira desde que o Presidente João Figueiredo (na minha opinião o último verdadeiro patriota comprometido com a nação e seu povo) até agora, comprovaram que os interesses pessoais, financeiros e ideológicos etc tomaram conta dos sucessivos governos do Estado Brasileiro, e pelo jeito não vai mudar pois só trocam os mesmos num teatro político montado com essa finalidade, sejam por eleições, reeleições ou impeachments, tudo isso sob o olhar de um quadro razoável de altos servidores públicos instalados nos 3 poderes. Concluindo: eu vou pelo País que um dia conheci, pelos encantos naturais, verdadeiros presentes de Deus, por uma Terra Abençoada, com um solo verdadeiramente rico, vou também por aquilo que tenho como certo e pelos Homens e tipo de Regime que "um dia conheci", vou por mim, não acredito em pessoa pública alguma, vou pela terra onde nasci, vou por Ele, meu Espírito Brasileiro, coisa que ninguém vai tirar de mim. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!


DENUNCIA GRAVE: fraude dos esquerdopatas dementes na votação da consulta do escola sem partido

fraude dos esquerdopatas dementes na votação da consulta do escola sem partido, exigimos que os responsáveis sejam detidos e respondam processo por fraude!!!
Prestem atenção, segue um relatório da fraude da consulta pública do senado sobre o Escola sem Partido - mandem email denunciando para todos os senadores:








Escola em Partido, nós apoiamos e defendemos, porque escola sem partido não é escola sem política é escola sem doutrinação.


VOTEM A FAVOR DO ESCOLA SEM PARTIDO!!
A ESQUERDA ESTÁ DESESPERADA E FAZENDO DE TUDO PARA CONTINUAR A LAVAGEM CEREBRAL EM TODAS AS CRIANÇAS E ENGANAR A TODOS.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125666

ESCOLA SEM PARTIDO NOS APOIAMOS POR QUE NÃO É ESCOLA SEM POLÍTICA É ESCOLA SEM DOUTRINAÇÃO.

Escola em Partido, nós apoiamos e defendemos, porque escola sem partido não é escola sem política é escola sem doutrinação.



Escola em Partido, nós apoiamos e defendemos, porque escola sem partido não é escola sem política é escola sem doutrinação. VOTE A FAVOR

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125666

Mais uma confirmação que o Facebook não opera pela liberdade de expressão e sim apoio total as esquerdas e corruPTos deste país.

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CENSURA NUNCA MAIS