terça-feira, 5 de agosto de 2014

Brasil o país mais caro do mundo - Brasileiro é otário?


Recebi por email de um amigo, e repasso. Casos assim costumam ocorrer com frequência no Brasil. Estamos acostumados com tanto abuso, com tanta exploração. Mas é preciso dar um basta! Até quando vamos agir feito idiotas?
Tenho um amigo que é o feliz proprietário de um carro sueco Volvo. Marca excelente, considerado o carro mais seguro do mundo.
Mas como todo o automóvel, eventualmente apresenta algum problema. Neste caso foi uma pequena irregularidade no funcionamento do motor. Como o proprietário é engenheiro e gosta do assunto, dedicou-se a pesquisar pessoalmente o que estava ocorrendo. Constatou-se que um dos bicos injetores dos cinco cilindros estava enviando uma quantidade maior de combustível que os demais, o que ocasionava o funcionamento irregular. Bastaria portanto, substituir o bico avariado. Uma peça do tamanho de um isqueiro BIC. Melhor seria a substituição dos cinco bicos. Segundo cotação realizada na Volvo do Brasil, os bicos, no mercado brasileiro, custavam aproximadamente R$ 700/cada – ou seja, R$ 3.500,00 os cinco. 
Para tirar a dúvida, nosso amigo resolveu consultar o site internacional de compras E-Bay. E lá encontrou os cinco bicos por apenas US$ 260, mais US$ 34 de frete. Uma diferença absurda,  favor do consumidor, onde pagando um, ele levaria os cinco bicos…
Até aqui, nenhuma novidade. Todo o mundo sabe a taxação estratosférica que qualquer produto “importado” para o Brasil paga. A surpresa veio 15 dias depois, quando o produto chegou. Veja a foto. O produto tinha na embalagem a inscrição MADE IN BRAZIL. Fabricado pela BOSCH brasileira.
É aquela política terrível de, como brasileiros, não termos acesso a certos produtos. São apenas “for export”. Ridícula intervenção do Estado na Economia. Num momento em que o país é sacudido de Norte a Sul com o grito de “NÃO AGUENTO MAIS!” , trago mais este ingrediente a pauta de cretinices a que os brasileiros são submetidos diariamente. 
Em plena era da globalização somos uma ilha de explorados economicamente como se tivéssemos os portos (ou os olhos) fechados a produtos das “nações amigas”, como se dizia muito antigamente. E o pior, é que o produto é fabricado aqui, mas não está à disposição dos nativos, nós. Isso é coisa de governos de países TOTALITÁRIOSEsta é mais uma entre as várias formas pelas quais somos roubados pelo governo. Uma vergonha!


fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/brasileiro-e-otario/ 

Mujica diz que Brasil financiará 80% da construção de novo porto no Uruguai

O projeto, avaliado em US$ 500 milhões, será construído em Rocha, no Uruguai, e o Brasil bancará a maior parte disso por meio do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul


O presidente uruguaio, José Mujica, disse que o Brasil financiará 80% de um novo porto de águas profundas, o que ajudará a neutralizar os esforços da Argentina para controlar a navegação no Atlântico Sul. Ele afirmou em entrevista publicada no jornal Republica na terça-feira que as obras começarão em cerca de um ano.
O projeto, avaliado em US$ 500 milhões, será construído em Rocha, no Uruguai, e o Brasil bancará a maior parte disso por meio do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul. "O Brasil nos deu e nos dará uma grande mão com esse trabalho", comentou Mujica. "O Uruguai não tem a capacidade para financiar isso por si só e depende, por enquanto, de ajuda externa."
O vice-presidente uruguaio, Danilo Astori, forneceu mais detalhes sobre o porto em entrevista à agência de notícias Associated Press. Segundo ele, o Uruguai precisa de outro porto de águas profundas porque os atuais já estão operando com cargas recordes.
José Mujica disse que o Brasil financiará 80% de um novo porto de águas profundas (Foto: Divulgação)
José Mujica disse que o Brasil financiará 80% de um novo porto de águas profundas (Foto: Divulgação)

Astori prevê que o projeto transformará a economia do país, libertando a indústria de navegação das políticas protecionistas da Argentina.
Em outubro, o ministro de Economia da Argentina começou a desviar as embarcações que paravam nos portos do Uruguai, a fim de promover os portos argentinos e pressionar o país vizinho a fazer concessões nas negociações sobre um novo acordo de navegação no Mercosul.
Os portos de Buenos Aires e Montevidéu disputam há séculos o domínio dos embarques na região, mas o último decreto elevou os custos em ambos os países. Principal empresa de contêineres em Montevidéu, a Katoen Natie, anunciou 500 demissões em dezembro, enquanto a Câmara de Comércio da Argentina pediu ao ministério a revogação da proibição, dizendo que a medida aumentava os custos e as dificuldades operacionais.


fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/25216-mujica-diz-que-brasil-financiara-80-da-construcao-de-novo-porto-no-uruguai#.Uult4BhE0aK.twitter

Decreto 8.243 – E aí, senadores? Vossas Excelências caíram na conversa de Gilberto Carvalho? Estão dispostos a ficar de joelhos diante de seus comandados?


Que homem notável este Gilberto Carvalho, uma figura meio sinistra que a própria Dilma Rousseff mantém a contragosto no Palácio do Planalto. É que ela não tem poder para desafiar Lula e mandar embora o seu espião. Nesta terça, ele foi ao Senado para tentar convencer os parlamentares que o Decreto 8.243, aquele, dos conselhos, não passa de um mero disciplinamento da chamada participação popular, sem maiores implicações.
É mesmo? Se assim é, por que, então, tratar da questão por meio de um decreto, que não pode ser emendado pelos parlamentares, em vez de um projeto de lei, que permite que o Congresso participe do debate? Nesta terça, Carvalho estava mansinho, falava como quem quer negociar. Há pouco mais de uma semana, afirmou que o governo iria para a “guerra”. Sim, ele empregou a palavra “guerra”. Há três semanas, anunciou um segundo decreto, aí para incluir os tais conselhos no Orçamento da União. Ou por outra: Carvalho decidiu estatizar a participação popular.
O ministro foi ao Senado com a sua conversinha de cerca-lourenço, afirmando que o texto não cria nenhum conselho novo. E daí? Isso é o de menos! Mas estabelece que os órgãos federais devem passar a operar com eles — logo, a sua criação passa a ser uma diretriz legal. O texto é de tal sorte autoritário que define o que é sociedade civil — uma definição exótica, para dizer pouco — e institui uma espécie de Justiça paralela à medida que cria uma certa “mesa de negociação” que seria encarregada de mediar conflitos que envolvam questões sociais. Invasão de propriedade privada, por exemplo? Nada de liminar de reintegração de posse! Antes, uma conversinha em que invasores e invadidos sejam postos em pé de igualdade.
O ministro tentou fazer de conta que o assunto não tem grande importância e que está sendo magnificado pelos adversários do PT. Ora, se não tem, por que tanto empenho em aprová-lo, meu senhor? Permita, então, que o Parlamento brasileiro dê a sua opinião a respeito, em vez de governar por decreto.
Carvalho quer dar o primeiro passo da República Bolivariana Brasileira, com o governo federal assaltado por milícias, disfarçadas de conselhos, que imporão no berro a sua vontade ao eleito. É uma forma de o PT se eternizar no poder mesmo sem vencer eleições, já que esses “movimentos sociais” que formam os tais “conselhos” são meras extensões do partido.
Caia na sua conversa quem quiser. Se e quando chegar a existir o esquema que Carvalho tem em mente, o Congresso brasileiro, escolhido por 140 milhões de eleitores (em 2014), perderá prerrogativas para algumas centenas de “conselheiros”, eleitos por ninguém, controlados pelo PT.
O golpe é escandalosamente explícito. Vade retro!
Por Reinaldo Azevedo

fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/decreto-8-243-e-ai-senadores-vossas-excelencias-cairam-na-conversa-de-gilberto-carvalho-estao-dispostos-a-ficar-de-joelhos-diante-de-seus-comandados/#.U-GXMumCpIo.twitter

Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos

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“The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.

No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história.

O livro “The Devil in History: Communism, Fascism and Some Lessons of the Twentieth Century”, do professor Vladimir Tismaneanu, é o livro definitivo sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos para criar movimentos de massa destinados a fins apocalípticos.
Eu vivi tanto sob o Terceiro Reich quanto sob o Império Soviético e sei que um mero mortal qualquer que ousasse traçar um mínimo paralelo entre comunismo e nazismo acabaria atrás das grades – se tivesse sorte. Os nazistas, indignados, descartavam qualquer relação com o comunismo, do mesmo modo como os comunistas, nervosamente, rejeitavam qualquer comparação com o nazismo/fascismo. Mas não os seus líderes. No dia 23 de agosto de 1939, quando o ministro das Relações Exteriores soviético, Vyacheslav Molotov, e o seu colega alemão equivalente, Joachim von Ribbentrop, se reuniram no Kremlin para assinar o infame Pacto de Não-agressão Hitler-Stalin, Stalin estava eufórico. Ele disse a Ribbentrop: “O governo soviético leva muito a sério este novo pacto. Eu posso garantir, sob a minha palavra de honra, que a União Soviética não trairá o seu parceiro”. (John Toland, “Adolf Hitler” (New York: Doubleday, 1976, página 548)
Havia muitas razões para Stalin estar alegre. Tanto ele quanto Hitler acreditavam na necessidade histórica de expandir o território dos seus impérios. Stalin chamava isso de “revolução do proletariado mundial”. Hitler chamava de “Lebensraum” (espaço vital). Ambos basearam as suas tiranias no roubo. Hitler roubou a riqueza dos judeus. Stalin roubou a riqueza da igreja e da burguesia. Ambos odiavam religião, e ambos substituíram Deus pelo culto às suas próprias pessoas. Ambos eram também profundamente anti-semitas. Hitler matou cerca de 6 milhões de judeus. Durante a década de 1930, apenas Stalin – oriundo da Georgia, onde os judeus haviam sido escravos até 1871 – prendeu cerca de 7 milhões de russos (a maior parte judeus) sob a acusação de espionagem a serviço do sionismo americano e os matou.

“The Devil In History” não é o primeiro livro a estudar a relação entre fascismo e comunismo, mas é o primeiro escrito por um eminente estudioso em cujo sangue correm os genes dos dois movimentos. Os pais de Vladimir Tismaneanu lutaram pelo fascismo nas Brigadas Internacionais durante a Guerra Civil Espanhola, viveram em Moscou durante a Segunda Guerra Mundial como ativistas comunistas, compreenderam as tragédias provocadas pelo comunismo e terminaram a vida profundamente desencantados. O próprio Vladimir foi seduzido pelo marxismo (especialmente pelo neo-marxismo da Escola de Frankfurt) até deixar a Romênia, aos 30 anos de idade, em 1981. Ele se tornou professor anti-comunista especialista em estudos soviéticos e do leste europeu quando o marxismo-leninismo estava com força total e chefiou a Comissão Presidencial da Romênia para o Estudo da Ditadura Comunista em seu país, que condenou fortemente as atrocidades do comunismo. O primeiro livro de Vladimir em inglês foi publicado em 1988. O título é revelador – “The Crisis of Marxist Ideology in Eastern Europe: The Poverty of Utopia”. Quando muitos kremlinologistas focavam os seus estudos nas elites comunistas e nos conflitos mortais, Tismaneanu percebeu que o comportamento das elites era explicado pelo sistema de crenças leninista. Os líderes comunistas eram assassinos, sem dúvida, mas eram assassinos com uma ideologia. Nicolae Ceausescu, a quem conheci muito bem, era um comunista fanático que acreditava realmente que o comunismo estava do lado certo da história.
“The Devil In History” é tanto um livro sobre o passado quanto um livro sobre o futuro. Em novembro de 1989, quando o Muro de Berlim foi derrubado, milhões de pessoas gritaram “O comunismo morreu”. O comunismo soviético, como forma de governo, realmente morrera. Mas uma nova geração de pessoas, cujo conhecimento da vida sob o comunismo é pouco ou nulo, está tentando dar a esta heresia, agora vestida em trajes socialistas, uma nova vida na França, Grécia, Espanha, Portugal, Venezuela, Argentina, Brasil e Equador, e poucas pessoas estão prestando atenção a este fato. Em 15 de fevereiro de 2003, milhões de europeus tomaram as ruas, não para celebrar a liberdade desfrutada graças à luta dos americanos para impedir que eles se tornassem escravos soviéticos, mas para condenar o imperialismo americano, conforme descrito em “Empire” (de Michael Hardt e Antonio Negri, Harvard University Press, 2000), livro cujo co-autor, Antonio Negri, um terrorista disfarçado de professor marxista, esteve preso pelo envolvimento no sequestro e assassinato do primeiro ministro italiano Aldo Moro. O jornal The New York Times chamou o atual Manifesto Comunista de Negri de “o livro quente e inteligente do momento”. (David Pryce-Jones, “Evil Empire, The Communist ‘hot, smart book of the moment’”, National Review Online, 17 de setembro de 2001).
Durante 27 anos da minha outra vida, na Romênia, eu estive envolvido em operações destinadas a criar inúmeros Antonios Negris para desempenhar o papel de guerreiros da Guerra Fria em toda a Europa Oriental e usá-los para jogar a região contra os Estados Unidos. “The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.
Em 1851, quando Luís Bonaparte, o vil sobrinho de Napoleão, tomou o poder na França, Karl Marx disse a sua agora famosa máxima: “A história sempre se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. “The Devil In History” documenta os atuais esforços dos esquerdistas para reviver as mentiras soviéticas, e isto mostra a sua ridícula natureza.
“The Devil In History” tem não apenas importância ideológica mas também histórica, pois torna o seu autor, Vladimir Tismaneanu, uma versão americana conservadora de Eric Hobsbawm, o mais respeitado historiador britânico.
Hobsbawm, morto há pouco com a venerável idade de 95 anos, era um polímata erudito, um esplêndido pesquisador e um excelente escritor. Infelizmente, também resolveu ser um marxista profissional e os marxistas são, por definição, mentirosos. Eles são obrigados a mentir porque a realidade de todas as sociedades marxistas tem sido devastadora, a um nível espantoso. Mais de 115 milhões de pessoas foram mortas em todo mundo na tentativa de manter vivas as mentiras do marxismo.
O quarteto de livros mais respeitado de Hobsbawm, “The Age of Revolution” e “The Age of Extremes”, aos quais dedicou a maior parte da sua vida, também são uma mentira: apresentam a história da revolução marxista soviética, evolução e ‘descentralização’ (evolution and devolution) que ignoram totalmente os gulags. São como uma história do nazismo ignorando o Holocausto, ou uma história do Egito desconsiderando os faraós e as pirâmides. Hobsbawm filiou-se ao Partido Comunista Britânico em 1936, e nele permaneceu mesmo após o seu eterno ídolo, a União Soviética, ter sucumbido. Hobsbawm jamais retirou a sua filiação ao Partido Comunista. Ele explicou: “O Partido… teve o primeiro, ou mais precisamente, o único direito real das nossas vidas… As exigências do Partido têm prioridade absoluta… Se ele mandar você abandonar a namorada ou a esposa, você deve fazê-lo”.
Vladimir Tismaneanu também se filiou ao Partido Comunista quando jovem – como eu fiz – mas rompeu com o partido quando o comunismo ainda estava com força total – como eu fiz – e expôs os seus males ao resto do mundo – como eu também fiz. A bem da verdade, devo registrar a minha imensa admiração por Tismaneanu e dizer que o considero um bom amigo, embora jamais tenhamos nos encontrado. Sob o meu ponto de vista, ele é o maior especialista em comunismo romeno e um dos maiores estudiosos do mundo sobre o Leste Europeu. O seu “Stalinism for All Seasons” é o mais amplo estudo sobre o comunismo romeno e o seu “Fantasies of Salvation: Democracy, Nationalism, and Myth in Post-Communist Europe” recebeu o prêmio romeno-americano da Academy of Arts and Sciences. Por sua incansável atividade de pesquisa, Vladimir Tismaneanu tornou-se um membro do prestigioso Institut fur die Wissenschaften von Menschen em Viena, Áustria, e recebeu o título de Public Policy Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars.
A despeito da cobertura da imprensa sobre a corrida nuclear durante a Guerra Fria, nós, no topo do serviço de inteligência do bloco soviético naqueles anos, lutamos, naquela guerra, pela conquista das mentes – na Europa, na esquerda americana, no Terceiro Mundo – pois sabíamos ser impossível ganhar as batalhas militares. A Guerra Fria acabou realmente, mas, diferentemente das outras guerras, não terminou com um inimigo derrotado depondo as armas. No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história. Mais de seis mil antigos agentes da KGB estão nos governos russos federal e local. Seria como tentar democratizar a Alemanha com os oficiais da Gestapo no comando.
Vladimir Tismaneanu é o analista político perfeito para os dias de hoje, pois é um especialista nos dois legados, nazista e comunista. A despeito de diagnósticos otimistas e do excessivo wishful thinking, estas duas patologias não estão mortas. O esclarecedor livro de Vladimir Tismaneanu é um antítodo contra os novos experimentos do radicalismo utópico e da engenharia social.


O general Ion Mihai Pacepa, é o oficial de mais alta patente que desertou do bloco comunista. Obteve asilo político nos Estados Unidos. O seu novo livro, Disinformation, em co-autoria com o professor Ronald Rychlak, foi publicado pelo WND Books em junho de 2013.

Publicado no World Net Daily em 8 de julho de 2013.

fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/14845-comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos.html

ETERNA PERMANÊNCIA NO PODER

Não deixa de ser cômico e, acima de tudo, trágico que os últimos meses do governo petista no Brasil sejam marcados por uma crítica contundente dos rumos da economia nacional. Reparem que o incipiente movimento de oposição, fazendo uma força imensa para nascer, apega-se imediatamente àquilo que do ponto de vista revolucionário é, nesse momento, menos significante – a Economia. Não poderia ser mais irônico observar que os chamados liberais ou “libertários” que agora se opõem ao PT cometem exatamente o mesmo erro dos militares que, a partir de 1964, deixaram nossa cultura a mercê de um projeto gramsciano que colheu seus frutos em 2003. É esse o fato que explica posições capazes de sustentar, ao mesmo tempo, o “Estado Mínimo” e o casamento gay, o fim das cotas raciais mas a liberação do aborto, a continuação do Programa Mais Médicos e a derrubada do decreto 8243..e por aí vai..Essa é, meus amigos, a verdadeira confusão, a verdadeira salada de frutas, que tomou conta do pensamento dos que pretendem opor-se ao Partido-Religião no Brasil e o singelo objetivo desse artigo é, simplesmente, alertá-los para o fato de que permanece atenta a essas contradições toda a inteligência petralha que vai debochar dos adversários nas eleições de outubro.

Quando se pensa no movimento revolucionário é preciso, antes de tudo, atentar-se para uma silenciosa unidade do discurso..para uma coerência, muito discreta e ao mesmo tempo muito poderosa, que é capaz de reduzir ao ridículo e designar como retrógrada ou conservadora tudo aquilo que se opõem ao seu projeto de poder. Afirmo que existe, dentro de cada manifestação sobre economia, de cada projeto na área da saúde ou na educação, uma linguagem comum..uma codificação poderosa capaz de funcionar como uma espécie de cola que “gruda de maneira perfeita” tudo aquilo que precisa chegar até a população comum. São nesses momentos que se torna possível perceber o marxismo como aquilo que chamei de cosmovisão..como uma maneira muito específica de entendimento da realidade e que se debruça sobre ela (realidade) antes de tudo como uma linguagem moral..como uma poderosa crítica do ethos supostamente ausente nas sociedades capitalistas ou, como preferem os revolucionários tupiniquins, “neoliberais”.
Venho, recentemente, manifestando minha preocupação naquilo que diz respeito a essa falta de coragem ..a essa incapacidade crônica de apresentar-se como um adversário ideológico e não somente eleitoral do PT no Brasil. Percebo na classe política um medo imenso..uma covardia infinita que torna impossível a mínima discordância no que vem sendo santificado..naquilo que vem sendo dogmatizado e apresentando à sociedade como sendo praticamente inerente ao seu tecido moral. Tantos foram os anos de “bolsas”..tantas foram as ONGS e tão inúmeras as “inclusões sociais” que praticamente impossível tornou-se questionar sua mera continuidade..São, como se diz na linguagem popular, coisas que “vieram ficar”…”avanços sociais” ou “conquistas das classes oprimidas”que candidato algum ousa dizer abertamente que vai extinguir..”Não pode”…é “burrice”…é “perder voto” …e assim por diante – desculpas e mais desculpas por parte daqueles que querem em primeiro lugar eleger-se e, só depois e se necessário for, dizer definitivamente o que vem fazer no governo.
Mais de uma vez eu já disse a vocês que não sei em quem vou votar..Não sei sequer se vou votar em alguém mas sei, antes de tudo, em quem NÃO vou votar: não pretendo dar meu voto a nenhum relativista de última hora..a nenhum adepto da teoria de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” e a nenhum apóstolo do pragmatismo que repete como um papagaio – “o importante é tirar o PT”…Tirar o PT de onde, meus amigos? Do governo ou do poder? A preocupação de vocês é com o governo? Acalmem-se: algo me diz que esses próprios bandidos estão, eles mesmos, convencidos das vantagens de afastar-se do Palácio do Planalto em 2015 e entregar o Brasil destruído economicamente ao PSDB, mas se a ideia de vocês diz respeito àquilo que me interessa (a luta pelo poder) aí a coisa muda de figura. Querem isso? Preparem-se para dizer não inclusive às pessoas de sua convivência diária no que diz respeito ao senso comum, ao politicamente correto e à covardia nacional que hoje nos caracteriza como brasileiros. Aprendam a diferença e preparem-se para pagar o preço sentindo antes de tudo a solidão dos considerados loucos..dos paranoicos e dos obcecados que discordam de Reinaldo Azevedo bradando em público que vamos todos rumo a uma ditadura comunista.
Governo e Poder não são a mesma coisa e o PT sabe perfeitamente a diferença entre os dois. Conhece tanto e tão bem esse assunto que já é capaz de aceitar o eterno revezamento no governo com os picaretas do PSDB e garantir, para sempre, sua eterna permanência no poder.
Porto Alegre, 2 de agosto de 2014

Milton Pires

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fonte: http://heitordepaola1.hospedagemdesites.ws/blog/?p=1223

JÁ QUE MÍDIA ESCONDE E IGNORA, NOS MOSTRAMOS: NIOBIO TERRAS RARAS MINAS GERAIS - PRESIDÊNCIA TRAÍ POVO BRASILEIRO. POR QUE A MÍDIA E OS CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA NÃO TOCAM NO ASSUNTO?

Contrabando de Nióbio no Brasil, por que é uma palavra proibida pelos candidatos a presidência??? Lula, FHC, Temer, Marina, Aécio, Campos, Dilma todos sabem e muito o que estamos falando.
Nióbio (metal)

Queremos ver qual candidato vai ser macho de falar sobre o contrabando de nióbio via venezuela para china, londres, usa,etc. O Zé Dirceu conhece bem, o Duda Mendonça amigo e marketeiro do LulaDilma Rousseff,o Aécio Neves é sócio da CBMM dos Moreira Sales do Itaú Unibanco (familia mais rica do Brasil por causa do nióbio). Cadê a Marina Silva comunista do Rede e candidato do Vice do PSB do Foro de São Paulo. O foro de São Paulo e Dialogo Interamericano irão falar em defesa do nióbio e transformar o Brasil em um país soberano rico e sem comunismo/socialismo??? ou continuarão explorando o Brasil para o "CONTROLADOR" Rothschild??

Nosso nióbio está sendo "oficialmente" contrabandeado, debaixo de nossos narizes. Diante disso pergunto: Por que será que nossas forças armadas são tão sucateadas? Por que será que o orçamento para a Defesa foi reduzido nos últimos anos? Por que nossos governantes deixam isso acontecer? Medo de uma guerra? Por que temos que ser um país pacifico com tantas riquezas naturais? Por que? Por que?

Eles evitam falar em nióbio igual escondem e não falam do foro de São Paulo,do Dialogo Interamericano e  o Pacto de Princeton.



Você sabe o que é Nióbio? Não sabe, não conhece? então assista o video e conheça.


 NIÓBIO O ROUBO OFICIAL - CONSTITUIÇÃO,LEIS FORJADAS,ADULTERADAS, ALTA

TRAÍÇÃO

 Denuncias que a Mídia esconde e os candidatos a presidência escondem, assistam os videos.



O interesse dos chineses na jazida de Nióbio de Rondônia
Os chineses não definiram, nas palavras do governador, o que lhes interessa em Rondônia. Mas, é possível que a palavra “nióbio” tenha sido pronunciada durante as conversações.

Com o início da Era Espacial, aumentou muito o interesse pelo nióbio brasileiro, o mais leve dos metais refratários. Ligas de nióbio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear.
Bem que o governador de Rondônia, o médico Confúcio Moura, ficou meditando sobre o interesse da China por este Estado da Amazônia. As primeiras delegações estrangeiras que ele recebeu na Capital, Porto Velho, após tomar posse como novo governador foram de chineses. Primeiro veio um grupo de empresários, logo seguidos pela visita do próprio embaixador da China no Brasil, Qiuiu Xiaoqi e da embaixatriz Liu Min.

Os chineses não definiram, nas palavras do governador, o que lhes interessa em Rondônia. Mas, é possível que a palavra “nióbio” tenha sido pronunciada durante as conversações.
 
 
Confúcio Moura comentaria após as visitas partirem que “algo de sintomático paira no ar” e fez uma visita à Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais em Rondônia (CPRM) para saber de suas atividades no Estado.
Oficialmente, o governador nunca se referiu ao nióbio como um dos temas das conversas com os chineses. Mas, o súbito interesse do médico governador por geologia gerou comentários.
Seria ingenuidade descartar o nióbio dos motivos que levariam os chineses a viajar do outro lado do planeta para Rondônia. Este é um dos Estados da Amazônia que tem esse minério estratégico de largo uso em engenharia civil e militar de alta tecnologia. A China não tem nióbio e importa do Brasil 100 por cento do que usa.
O problema é que as jazidas atualmente conhecidas em Rondônia estão localizadas na Floresta Nacional (Flona) do Jamari, por onde o governo petista de Lula começou a “vender” a Amazônia para particulares (são concessões com prazo de 60 anos.)
 
 
O então presidente dos Estados Unidos, George Bush, fez uma visita ao Brasil e abraçou o presidente Lula quando o Brasil decidiu leiloar a Amazônia.
Os particulares vencedores do leilão da floresta, historicamente, acabam se consorciando a estrangeiros, e riquezas da bio e geodiversidades de Rondônia poderão continuar a migrar para o Exterior, restando migalhas para o povo rondoniense.
Ninguém está duvidando da boa intenção dos empresários chineses e, se de fato é o nióbio que atrai sua atenção para Rondônia, o Estado pode estar nas vésperas de realizar uma parceria comercial e reverter uma história de empobrecimento causada pela má administração de suas riquezas naturais.
O nióbio, hoje, representa o que foi a borracha há um século para o desenvolvimento industrial das potências mundiais da época. O Brasil, que tem o monopólio mundial da produção desse minério estratégico e vive um Ciclo do Nióbio, está, no entanto, repetindo erros ocorridos durante o Ciclo da Borracha na Amazônia entre os séculos 19 e 20.
Por exemplo, embora seja o maior produtor do mundo, o Brasil deixa que o preço do minério seja ditado pelos estrangeiros que o compram (como acontecia no Ciclo da Borracha.)
O nióbio (Nb) é elemento metálico de mais baixa concentração na crosta terrestre, pois aparece apenas na proporção de 24 partes por milhão.
 
Quase anônimo, entrou na lista dos “novos metais nobres” por suas múltiplas utilidades nas recentes “tecnologias de ponta”. Praticamente só existe no Brasil, que tem entre 96% e 97% das jazidas.
O nióbio é usado principalmente para a fabricação de ligas ferro-nióbio, de elevados índices de elasticidade e alta resistência a choques, usadas na construção pontes, dutos, locomotivas, turbinas para aviões etc.
Por ter propriedades refratárias e resistir à corrosão, o nióbio é também usado para a fabricação de superligas, à base de níquel (Ni) e, ou de cobalto (Co), para a indústria aeroespacial (turbinas a gás, canalizações etc.), e construção de reatores nucleares e respectivos aparelhos de troca de calor.
Na década de 1950, com o início da corrida espacial, aumentou muito o interesse pelo nióbio, o mais leve dos metais refratários. Ligas de nióbio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear, e também para fins relacionados à supercondutividade. Os tomógrafos de ressonância magnética para diagnóstico por imagem utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi.
Com o nióbio são feitas desde ligas supracondutoras de eletricidade a lentes óticas. Tudo o que os chineses estão fazendo, desenvolvendo-se como potência tecnológica, industrial e econômica.
 
“O nióbio otimiza o uso do aço na indústria de aviação, petrolífera e automobilística”, explica a jornalista Danielle Nogueira, em artigo no site Infoglobo.
Em países desenvolvidos, são usados de oitenta gramas a cem gramas de nióbio por tonelada de aço. “Isso deixa o carro mais leve e econômico”. Na China, são usadas apenas 25 gramas em média de nióbio por tonelada.
Analistas dizem que no mercado asiático estão as chances de expansão das exportações – e utilização do minério. O Japão também importa 100 por cento do nióbio do Brasil. No Ocidente, os Estados Unidos importam 80 por cento e a Comunidade Econômica Europeia, 100.
 
O diretor de assuntos minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Marcelo Ribeiro Tunes, citado por Danielle Nogueira, disse que “boa parte do potencial de expansão de nossas exportações de nióbio está na China.”
“Em 2010, a receita com vendas externas de nióbio foi de US$1,5 bilhão. Foi o terceiro item da pauta de exportações minerais, atrás de minério de ferro e ouro. As duas empresas que atuam no setor no Brasil são a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, do grupo Moreira Sales e dona da mina de Araxá (MG), e a Anglo American, proprietária da mina de Catalão (GO).”
É provável, portanto, que o principal interesse dos chineses por Rondônia seja exatamente o nióbio escondido no subsolo do Estado, em números ainda não bem conhecidos, especialmente em terras que podem ser compradas ainda que indiretamente por estrangeiros.
 
 
Até o momento, segundo o Mapa Geológico de Rondônia feito pelo CPRM, foram descobertas jazidas desse minério na região da Floresta Nacional (Flona) do Jamari.
A área tem mais de 220 mil hectares de extensão, localizada a 110 km de Porto Velho, atinge os municípios de Itapuã do Oeste, Cujubim e Candeias do Jamari. Além da enorme quantidade de madeira e água, o subsolo da floresta a ser leiloada é rico, além de nióbio, de estanho, ouro, topázio e outros minerais.
As jazidas de Araxá (MG) e Catalão (GO) eram consideradas as maiores do mundo até serem descobertas as da Amazônia.
As jazidas de Rondônia são as menores da Amazônia, mas há ainda muito a ser investigado. Na região do Morro dos Seis Lagos, município de São Gabriel da Cachoeira (AM), encontrou-se o maior depósito de nióbio do mundo, que suplanta em quantidade de minério, as jazidas de Araxá (MG) e Catalão (GO), antes detentoras de 86% das reservas mundiais.
Por que os chineses desembarcaram em Rondônia – se um de seus supostos interesses, o mais óbvio, seriam negócios com nióbio, embora existam poucas jazidas aqui? Porque o minério estratégico está na Floresta Nacional do Jamari, que o governo petista de Lula escolheu, em 2006, através da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para iniciar a privatização da floresta.
Não seria surpresa se os chineses resolvessem, de alguma forma, em participar do leilão da Flona do Jamari. Em outras áreas, como em Roraima, onde se supõe existir uma reserva de nióbio maior do que todas as conhecidas no País, é mais difícil extrair o minério porque ele está, em princípio, preservado e inalienável por pertencer ao território indígena da Raposa do Sol. A venda de florestas em Rondônia abre caminho para a exploração de sua biogeodiversidade por estrangeiros.
O plano do governo federal é dividir a Flona do Jamari em três grandes áreas (17 mil, 33 mil e 46 mil hectares) e usá-la como modelo, concedendo o direito de exploração a grandes empresas com o discurso de que preservariam melhor o meio ambiente.
 
Das oito empresas que se inscreveram para entrar na disputa, não há nenhuma das pequenas e médias madeireiras que já atuam na região há vários anos.
A privatização da floresta tem sofrido embargos judiciais. E o senador Pedro Simon (PMDB/RS) declarou na época que a proposta que trata a concessão de florestas públicas, transformada na Lei 11.284 em março de 2006, “foi no mínimo, uma das mais discutíveis que já transitaram no Congresso Nacional, além de ter sido aprovada sem o necessário aprofundamento do debate.”
 
 
O interesse das potências estrangeiras pelas riquezas naturais brasileiras é antigo. Os brasileiros prestaram mais atenção ao nióbio em 2010, quando o site WikiLeaks disse que o governo norte-americano incluiu as minas de nióbio de Araxá (MG) e Catalão (GO) no mapa de áreas estratégicas para os EUA. O mapa certamente inclui agora as grandes jazidas dos Estados do Amazonas e Roraima e o pouco conhecido potencial de Rondônia.
Frequentemente a CPRM e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) são acusados de sub avaliar o tamanho das jazidas, das reservas.
Ainda assim, considerando-se válidas as estimativas da CPRM, o Brasil seria o dono de um superdepósito de nióbio, com 2,9 bilhões de toneladas de minérios, a 2,81% de óxido de nióbio, o que representaria 81,4 milhões de toneladas de óxido de nióbio contido, nada menos do que 14 vezes as atuais reservas existentes no planeta Terra, incluindo aquelas já conhecidas no subsolo do País.
Os minérios de nióbio acumulados no “Carbonatito dos Seis Lagos” (AM), somados às reservas medidas e indicadas de Goiás, Minas Gerais e do próprio estado do Amazonas, passariam a representar 99,4% das reservas mundiais.
 
 
O nióbio, portanto, é um minério essencialmente nacional, essencialmente brasileiro, mas quem fixa os preços é a London Metal Exchange (LME), de Londres.
O contra-almirante reformado Roberto Gama e Silva sugeriu, na condição de presidente do Partido Nacionalista Democrático (PND), a criação pelo governo do Brasil da Organização dos Produtores e Exportadores de Nióbio (OPEN), nos moldes da Organização dos Produtores de Petróleo (OPEP), a fim de retirar da London Metal Exchange (LME) o poder de determinar os preços de comercialização de todos os produtos que contenham o nióbio.
A LME fixa, para exportação, preços mais baixos do que os cobrados nas jazidas.
“Evidente que as posições do Brasil, no novo organismo, seriam preenchidas com agentes governamentais que, não só batalhariam para elevar os preços dos produtos que contém o nióbio, mas, ainda, fixariam as quotas desses materiais destinadas à exportação”, diz Silva.
De qualquer forma, em 2010, a receita com vendas externas de nióbio foi de US$1,5 bilhão. Foi o terceiro item da pauta de exportações minerais, atrás de minério de ferro e ouro.
 
Num encontro com jornalistas, realizado em 7 de fevereiro, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que um novo marco regulatório da mineração no Brasil será encaminhado ao Congresso ainda no primeiro semestre deste ano.
Lobão disse que serão encaminhados três projetos independentes: um que trata das regras de exploração do minério, outro que cria a agência reguladora do setor e um terceiro que trata exclusivamente dos royalties.
Segundo Lobão, o Brasil tem hoje um dos menores royalties do mundo. “Nós cobramos no Brasil talvez o royalty mais baixo do mundo. A Austrália e países da África chegam a cobrar 10% e o Brasil apenas 2%.”
 
 
 
Nelson Townes, via Notícia RO e lido no Portal dos Estudos Estratégicos
 




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

CNBB: O BEIJO DA TRAIÇÃO DOS BISPOS CATÓLICOS -CNBB defende Decreto presidencial que levará o Brasil rumo ao modelo venezuelano

A CNBB ESTÁ CHEIA DE BISPOS DO INFERNO, PRECISA URGENTEMENTE DE UM EXORCISMO.





É, pois, muito preocupante constatar – especialmente para os católicos – que a CNBB, no seu documento de nº 91, defende a existência de tais “conselhos populares” e a “radicalização da democracia”, um eufemismo para a chamada “democracia popular”, aos moldes da aplicada pelos “soviets” na Rússia e em outros países, e que deu origem a regimes políticos materialistas, ditatoriais e sanguinários.

Saiba mais...

Importante passo rumo ao modelo venezuelano


O País atravessa momentos de turbulência político-social, inéditos e perplexitantes. Tensões, boa parte delas induzidas, marcam o dia a dia do noticiário. A atmosfera psicológica do Brasil está saturada e nem sequer o clima, habitualmente distendido que cerca uma Copa do Mundo, ainda mais realizada em território nacional, escapou a tais deletérias influências.
A população tem assistido, estupefata, à realização de greves em serviços essenciais, muitas delas declaradas abusivas pela própria Justiça, que impõem graves inconvenientes e perturbações aos brasileiros ordeiros, que labutam e produzem nos grandes centros urbanos; tais greves têm gerado insegurança, que se traduz em depredações de bens públicos e privados e até em saques.
Grupos de chamados “sem-teto”, altamente treinados e organizados, inclusive com a presença de estrangeiros, invadem terrenos e prédios urbanos, sendo recebidos, após seus atos criminosos, por autoridades – até mesmo pela Presidente da República – tornando assim o poder público e a sociedade refém de seus desígnios ideológicos.
Marchas do MST e de reais ou fictícios indígenas, manipulados por ONGs ou instituições como o Conselho Indigenista Missionário-CIMI ou similares, fazem encenações de enfrentamentos com policiais, registradas em fotografias que percorrem o mundo, transmitindo a falsa idéia de um Brasil que se contorce em estertores sociais e raciais.
Por outro lado, grupos extremistas anti-sistema, estilo “Black Bloc”, promovem atos de protesto – por causas poucos definidas – espalhando a violência urbana, planejada e calculada, de modo a lançar o caos e atacar símbolos do capitalismo, no exercício do que qualificam como “ilegalidade democrática”.
Por fim, diante do alastrar-se de fatores de incompreensão e de indignação, nas camadas profundas da população, em relação ao governo da Presidente Dilma Rousseff e ao Partido dos Trabalhadores, vozes como a do ex-Presidente Lula tentam disseminar um clima de luta e de ódio de classes, tão avesso ao sentir do brasileiro comum.
*  *  *
É neste contexto tumultuado que surge um gravíssimo ataque às instituições e à ordem constitucional vigente, perpetrado através do Decreto presidencial nº 8.243, cuja efetivação poderia ser qualificada com uma tentativa de golpe de Estado incruento.
Editado pela Presidência da República no dia 23 de maio p.p., e publicado no Diário Oficial três dias depois, estabelece ele a “Política Nacional de Participação Social” e o “Sistema Nacional de Participação Social”.
Sob o disfarce de tratar da organização e funcionamento da administração pública – invocando para tal até dispositivos constitucionais – e alegando que o sistema representativo contém falhas, o governo do Partido dos Trabalhadores, via decreto, tenta implementar um novo regime de organização do Estado, o qual visa “consolidar a participação social como método de governo”.
Manejando habilmente sofismas e falácias sobre a “democracia direta”, valendo-se de definições e disposições vagas, o Decreto submete a Administração Pública, em seus diversos níveis, aos “mecanismos de participação social”.
Os “conflitos sociais”, como, por exemplo, invasões de terras, de imóveis urbanos, de demarcação de terras indígenas, – tantos deles gerados artificialmente – serão mediados por elementos do governo e setores da sociedade civil, controlados por “coletivos, movimentos sociais, suas redes e suas organizações”.
E a Secretaria-Geral da Presidência da República dirigirá uma burocrática e coletivista estrutura de conselhos, conferências, comissões, ouvidorias, mesas de diálogo, etc.
O Decreto 8.243 – que já chegou a ser comparado a um decreto bolivariano ou bolchevique – torna obsoletas as instituições do Estado de Direito, criando organismos informais (ou quase tanto) que condicionarão o Judiciário, o Legislativo ou o próprio Executivo.
Como é de conhecimento público, em grande medida tais “movimentos sociais”, “coletivos” ou grupos da dita sociedade civil são influenciados, orientados e financiados pelo Partido dos Trabalhadores, pela “esquerda católica”, bem como pelo próprio governo.
Fica assim instituído um sistema paralelo de poder, que consagra na prática uma ditadura do Executivo, na pessoa do Secretário-Geral da Presidência da República, atualmente o ex-seminarista Gilberto Carvalho, quem habitualmente faz a ponte entre o governo e a CNBB.
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 A Presidente da República tenta desta forma impor ao País metas político-ideológicas do PT – alimentadas nos Fóruns Sociais Mundiais – e sempre repudiadas pela maioria dos brasileiros.
Desde há muito, certo tipo de esquerda – e sobremaneira a esquerda petista no poder, influenciada em maior ou menor grau pelo progressismo católico – tenta subverter o exercício do regime “democrático”. Fiel a suas velhas convicções socialo-comunistas, eriça-se contra as instituições do que qualifica de “democracia burguesa”, tentando vender a idéia de uma democracia direta e participativa, como mais autêntica e popular.
Já no primeiro mandato do Presidente Lula, enquanto o País estava embalado pela pseudo-moderação do projeto político de mudança do Brasil, expresso na Carta ao Povo brasileiro, o programa “Fome Zero” fazia uma primeira tentativa de instaurar no Brasil “conselhos populares” que, como alertaram certas vozes na época, mais não eram de que uma reedição dos conselhos da revolução cubanos ou dos coletivos chavistas.
Mais à frente veio a tentativa de controlar a imprensa pelo mesmo mecanismo de conselhos, manipulados por “movimentos sociais”.
O PNDH3, baseado numa vaga e abrangente política de Direitos Humanos, constituiu nova tentativa de impor ao País um controle da sociedade e das instituições do Estado, por conselhos.
Por ocasião das manifestações de junho de 2013, a Presidente Dilma Rousseff em discurso televisionado a todo o País, voltou a acenar com o tema da democracia direta e a “voz das ruas”. Veio, logo em seguida, a tentativa de impor ao País uma Constituinte específica para a reforma política.
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De todos os quadrantes da sociedade se têm erguido vozes que apontam o grave perigo criado ao futuro político do Brasil pelo Decreto presidencial nº 8.243. No Congresso Nacional há movimentos pronunciados para inviabilizar ou derrubar o referido Decreto. Outros setores ensaiam movimentos para recorrer ao Supremo Tribunal Federal, reclamando da inconstitucionalidade de tal Decreto.
O governo veio a público defender a medida, sempre baseado em subterfúgios e, segundo informa a imprensa, não está disposto a recuar. Aproveitando-se do período em que as atenções de muitas pessoas estão voltadas para a Copa do Mundo, contando ainda com já tão próxima campanha eleitoral, Dilma Rousseff e seus assessores no Planalto e no PT, parecem decididos a apostar no golpe institucional.
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Quando dos trabalhos da Constituinte de 1988, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicou a obra “Projeto de Constituição angustia o País”. Nele alertava para o fato de que elementos de nossa classe política, divorciados dos verdadeiros anseios do Brasil profundo, iriam arrastando inexoravelmente o Brasil para o esquerdismo radical.
E admoestava ainda que cada vez mais raros seriam os partícipes da farândola reformista da esquerda, “ganhos gradualmente pelo sentimento de inconformidade e apreensão nascido, a justo título, das camadas mais profundas da população”.
O Decreto nº 8243 é, por certo, um grave exemplo dessa obstinação ideológica. A inconformidade, ainda que silenciosa, é também uma realidade que cresce, apesar das máquinas de propaganda tentarem menosprezá-la ou distorcer-lhe o sentido.
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz um apelo às forças vivas da Nação para que, num concerto geral dos espíritos clarividentes, alertem para o perigoso rumo ao qual nos encaminha o Decreto 8.243, obstruindo-lhe legalmente o caminho.
Caso não seja derrubado, o Decreto nº 8.243 terá operado uma transformação radical nas instituições do Estado de Direito, esvaziando o regime de democracia representativa, deixando o País refém de minorias radicais de esquerda e de ativistas, abrindo as portas para a tão almejada fórmula do atropelo e do arbítrio, típica dos regimes bolivarianos.

Adolpho Lindenberg
Presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Decreto Papal para os católicos:
Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, os defendam ou a propagam, “ipso facto” caem em excomunhão. (DECRETUM CONTRA COMMUNISMUM – Decreto do Santo Ofício de 1949 – Papa Pio XII)