domingo, 9 de novembro de 2014

Por que o socialismo sempre irá fracassar

O socialismo sempre irá resultar em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos. Essa foi a grande constatação de Ludwig von Mises, que ainda em 1920 já havia descoberto que o cálculo econômico racional é impossível sob o socialismo.
Ele mostrou que, em um sistema coletivista, os bens de capital serão, na melhor das hipóteses, utilizados na produção de bens de segunda categoria; na pior, na produção de coisas que não satisfazem absolutamente nenhuma necessidade.
A constatação de Mises é simples, porém extremamente importante: como no socialismo os meios de produção não podem ser vendidos, não existem preços de mercado para eles. Assim, seu "zelador" não pode determinar os custos monetários envolvidos na fabricação ou na modificação das etapas dos processos de produção. Tampouco pode ele comparar esses custos à receita monetária das vendas.
E como ele não tem a permissão de aceitar ofertas de outros empreendedores que queiram utilizar seus meios de produção, ele não tem como saber quais as oportunidades que está perdendo. E sem conhecer as oportunidades que está perdendo, ele não tem como saber seus custos.
Ele não tem nem como saber se a maneira como ele está produzindo é eficiente ou ineficiente, desejada ou indesejada, racional ou irracional. Ele não tem como saber se está satisfazendo as necessidades mais urgentes ou os caprichos mais efêmeros dos consumidores.
Ou seja, a propriedade comunal dos meios de produção (por exemplo, das fábricas) impede a existência de mercados para bens de capital (por exemplo, máquinas). Se não há propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica — o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.
Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens da capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.
No capitalismo, o livre mercado e o sistema de preços fornecem essa informação ao produtor. A propriedade privada sobre o capital e a liberdade de trocas resultam na formação de preços (bem como salários e juros), os quais refletem as preferências dos consumidores e permitem que o capital seja direcionado para as aplicações mais urgentes, ao mesmo tempo em que o julgamento empreendedorial tem de lidar constantemente com as contínuas mudanças nos desejos dos consumidores.
Já no socialismo, não há preços para os bens de capital e não há oportunidades de trocas voluntárias. O "zelador" fica à deriva e no escuro. E como ele não conhece a situação de sua atual estratégia de produção, ele não sabe como melhorá-la. Quanto menos os produtores podem calcular e fazer aprimoramentos, maior a probabilidade de desperdícios e escassezes.
Em uma economia na qual o mercado consumidor para seus produtos é muito grande, o dilema do produtor é ainda pior.
Desnecessário dizer que, quando não há um cálculo econômico racional, a sociedade irá afundar em um empobrecimento progressivamente deteriorante. Qualquer passo rumo ao socialismo é um passo rumo à irracionalidade econômica.


Por que o socialismo sempre irá fracassar

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O socialismo e o capitalismo oferecem soluções radicalmente diferentes para o problema da escassez: já que é impossível que todos tenham, imediatamente e ao mesmo tempo, tudo aquilo que querem, como então podemos decidir de modo eficaz quem irá controlar os recursos que temos? 
A solução que for escolhida trará profundas implicações.  Ela pode significar a diferença entre prosperidade e empobrecimento, trocas voluntárias e coerção política, liberdade e totalitarismo.
O sistema capitalista soluciona o problema da escassez ao reconhecer o direito à propriedade privada honestamente adquirida.  O primeiro a utilizar um determinado bem torna-se o seu proprietário.  Outros podem adquiri-lo por meio de trocas e contratos voluntários.  Mas até que o dono da propriedade decida fazer um contrato para comercializar sua propriedade, ele pode fazer o que quiser com ela - desde que ele não interfira na propriedade alheia, danificando-a fisicamente.
O sistema socialista tenta solucionar o problema da propriedade de uma maneira completamente diferente.  Assim como no capitalismo, as pessoas podem ser donas de bens de consumo.  Mas no socialismo, diferentemente do capitalismo, as propriedades que servem como meios de produção são coletivizadas, não possuindo proprietários.  Nenhuma pessoa pode ser dona das máquinas e dos outros recursos utilizados na produção de bens de consumo.  É a humanidade, por assim dizer, a dona desses recursos.  
Apenas um tipo de pessoa pode comandar os meios de produção: os "zeladores" do sistema, aqueles que controlam todo o arranjo socialista.
As leis econômicas garantem que a socialização dos meios de produção sempre irá gerar efeitos econômicos e sociológicos perniciosos.  Qualquer experimento socialista sempre acabará em fracasso, por cinco motivos.
Primeiro, o socialismo resulta em menos investimentos, menos poupança e um padrão de vida menor.  Quando o socialismo é inicialmente imposto, a propriedade precisa ser redistribuída.  Os meios de produção são confiscados dos atuais usuários e produtores, e entregues à comunidade de "zeladores".  Mesmo que os proprietários e usuários tenham adquirido os meios de produção via consentimento voluntário dos usuários anteriores, os meios serão transferidos a pessoas que, na melhor das hipóteses, tornar-se-ão usuárias e produtoras de coisas que elas não possuíam anteriormente.
Sob esse sistema, os proprietários e usuários anteriores são penalizados em prol dos novos donos.  Os não-usuários, não-produtores e não-contratantes dos meios de produção são favorecidos ao serem promovidos à posição de zeladores de propriedades que eles não utilizaram, não produziram ou não alugaram para usar.  Assim, a renda dos não-usuários, não-produtores e não-contratantes aumenta.  O mesmo é válido para o não-poupador que se beneficiou à custa do poupador cuja propriedade poupada foi confiscada.
Torna-se claro, portanto, que, se o socialismo favorece o não-usuário, o não-produtor, o não-contratante e o não-poupador, ele necessariamente eleva os custos sobre os usuários, os produtores, os contratantes e os poupadores.  É fácil entender por que haverá menos pessoas exercendo essas últimas funções.  Haverá menosapropriações originais dos recursos naturais, menos produção de novos fatores de produção e menos contratantes.  Haverá menos preparação para o futuro porque todos os investimentos secarão.  Haverá menos poupança e mais consumo, menos trabalho e mais lazer.
Isso significa menos bens de consumo disponíveis para trocas, o que leva a uma redução do padrão de vida de todos.  Se as pessoas estiverem dispostas a se arriscar para obtê-los, elas terão de ir para o mercado negro e para a economia informal, onde poderão tentar contrabalançar essas perdas.
Segundo, o socialismo resulta em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos.  Essa foi a grande constatação de Ludwig von Mises, que ainda em 1920 já havia descoberto que o cálculo econômico racional é impossível sob o socialismo.  Ele mostrou que, em um sistema coletivista, os bens de capital serão, na melhor das hipóteses, utilizados na produção de bens de segunda categoria; na pior, na produção de coisas que não satisfazem absolutamente nenhuma necessidade.
A constatação de Mises é simples, porém extremamente importante: como no socialismo os meios de produção não podem ser vendidos, não existem preços de mercado para eles.  Assim, seu "zelador" não pode determinar os custos monetários envolvidos na fabricação ou na modificação das etapas dos processos de produção.  Tampouco pode ele comparar esses custos à receita monetária das vendas.  E como ele não tem a permissão de aceitar ofertas de outros empreendedores que queiram utilizar seus meios de produção, ele não tem como saber quais as oportunidades que está perdendo.  E sem conhecer as oportunidades que está perdendo, ele não tem como saber seus custos.  Ele não tem nem como saber se a maneira como ele está produzindo é eficiente ou ineficiente, desejada ou indesejada, racional ou irracional.  Ele não tem como saber se está satisfazendo as necessidades mais urgentes ou os caprichos mais efêmeros dos consumidores.
Ou seja, a propriedade comunal dos meios de produção (por exemplo, das fábricas) impede a existência de mercados para bens de capital (por exemplo, máquinas).  Se não há propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre eles.  Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos.  Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços.  E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica — o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.  
Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens da capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.  
No capitalismo, o livre mercado e o sistema de preços fornecem essa informação ao produtor. A propriedade privada sobre o capital e a liberdade de trocas resultam na formação de preços (bem como salários e juros), os quais refletem as preferências dos consumidores e permitem que o capital seja direcionado para as aplicações mais urgentes, ao mesmo tempo em que o julgamento empreendedorial tem de lidar constantemente com as contínuas mudanças nos desejos dos consumidores.  
Já no socialismo, não há preços para os bens de capital e não há oportunidades de trocas voluntárias.  O "zelador" fica à deriva e no escuro.  E como ele não conhece a situação de sua atual estratégia de produção, ele não sabe como melhorá-la.  Quanto menos os produtores podem calcular e fazer aprimoramentos, maior a probabilidade de desperdícios e escassezes.  Em uma economia na qual o mercado consumidor para seus produtos é muito grande, o dilema do produtor é ainda pior.  
Desnecessário dizer que, quando não há um cálculo econômico racional, a sociedade irá afundar em um empobrecimento progressivamente deteriorante. Qualquer passo rumo ao socialismo é um passo rumo à irracionalidade econômica.
Terceiro, o socialismo resulta na utilização excessiva dos fatores de produção — até o ponto em que eles se tornam completamente dilapidados e vandalizados.  Um proprietário particular em um regime capitalista tem o direito de vender seu fator de produção no momento em que ele quiser, e manter para si as receitas da venda.  Sendo assim, é do seu total interesse evitar perdas no valor de seu capital.  Como ele é o dono, seu objetivo é maximizar o valor do fator responsável pela produção dos bens e serviços por ele vendidos.
A situação do "zelador" socialista é inteiramente diferente.  Como ele não pode vender seu fator de produção, ele tem pouco ou nenhum incentivo para fazer com que seu capital retenha valor.  Seu estímulo, ao contrário, será aumentar a produção sem qualquer consideração para com as consequências disso sobre o valor de seu fator de produção — o qual, por causa do uso constante e desmedido, só irá cair.  
Há também a hipótese de que, caso o zelador vislumbre uma oportunidade de utilizar seus meios de produção em benefício privado — como produzir bens para serem vendidos no mercado negro —, ele terá o incentivo de aumentar a produção à custa do valor do capital, consumindo completamente o maquinário.  Afinal, ele não tem nada a perder e tudo a ganhar.
Não importa como você veja: quando não há propriedade privada e livre mercado — ou seja, quando há socialismo —, os produtores estarão propensos a consumir o capital até sua completa inutilização.  O consumo de capital leva ao empobrecimento.
Quarto, o socialismo leva à redução da qualidade dos bens e serviços disponíveis ao consumidor.  Sob o capitalismo, um empresário pode preservar e expandir sua empresa apenas se ele for capaz de recuperar seus custos de produção.  E como a demanda pelos produtos de sua empresa depende da avaliação que os consumidores fazem do preço e da qualidade (sendo o preço um critério de qualidade), a qualidade dos produtos tem de ser uma preocupação constante para os produtores.  Isso só é possível se houver propriedade privada e trocas voluntárias de mercado.
Sob o socialismo, as coisas são diferentes.  Não apenas os meios de produção são coletivamente geridos, como também é coletiva a renda obtida com a venda de toda a produção.  Isso é outra maneira de dizer que a renda do produtor tem pouca ou nenhuma conexão com a avaliação que os consumidores fazem do seu trabalho.  Todos os produtores, obviamente, sabem desse fato.
Assim, o produtor não tem motivos para fazer um esforço especial para melhorar a qualidade do seu produto.  Ao invés disso, ele irá dedicar menos tempo e esforço para produzir o que os consumidores querem e gastar mais tempo fazendo o que ele quer.  O socialismo é um sistema que incentiva os produtores a serem preguiçosos.
Quinto, o socialismo leva à politização da sociedade.  Dificilmente pode existir algo pior para a produção de riqueza.
O socialismo, pelo menos em sua versão marxista, diz que seu objetivo é a completa igualdade.  Os marxistas observam que, uma vez permitida a propriedade privada dos meios de produção, está permitida a criação de diferenças sociais.  Se eu sou o proprietário do recurso A, isso implica que você não é — logo, nossa relação com o recurso A torna-se diferente e desigual.  
Ao abolir de uma só vez a propriedade privada dos meios de produção, dizem os marxistas, todos passarão a ser co-proprietários de tudo.  E isso seria o mais justo, pois estaria refletindo a igualdade de todos como seres humanos.
A realidade, porém, é muito diferente.  Declarar que todos são co-proprietários de tudo irá solucionar apenas nominalmente as diferenças de posse.  Mas não irá resolver o real e fundamental problema remanescente: ainda existirão diferenças no poder de controlar o que será feito com os recursos.
No capitalismo, a pessoa que é dona de um recurso pode também controlar o que será feito com ele.  Em uma economia socializada, isso não se aplica, pois não mais existem proprietários.  Não obstante, o problema do controle continua.  Quem irá decidir o que deve ser feito com o quê?  No socialismo, só há uma maneira: as pessoas resolvem suas desavenças a respeito do controle da propriedade sobrepondo uma vontade à outra.  Enquanto existirem diferenças, as pessoas irão resolvê-las por meios políticos.
Se as pessoas quiserem melhorar sua renda sob o socialismo, elas terão de ascender a posições mais valorizadas dentro da hierarquia dos "zeladores".  Isso requer talento político.  Sob tal sistema, as pessoas terão de despender menos tempo e esforço desenvolvendo suas habilidades produtivas e mais tempo e esforço aprimorando seus talentos políticos. 
À medida que as pessoas vão abandonando seus papeis de produtoras e usuárias de recursos, percebe-se que suas personalidades vão se alterando.  Elas deixam de cultivar a capacidade de antecipar situações de escassez, de aproveitar oportunidades produtivas, de estar alerta a possibilidades tecnológicas, de antecipar mudanças na demanda do consumidor e de desenvolver estratégias de marketing.  Elas perdem a capacidade da iniciativa, do trabalho e da resposta aos anseios de terceiros.
Nesse cenário, as pessoas passam a desenvolver a habilidade de mobilizar apoio público em favor de suas próprias posições e opiniões, utilizando-se de artifícios como demagogia, poder de persuasão retórica, promessas, esmolas e ameaças.  Sob o socialismo, as pessoas que ascendem ao topo são diferentes das que o fazem sob o capitalismo.  Quanto mais alto você olhar para uma hierarquia socialista, mais você encontrará pessoas excessivamente incompetentes para fazer o trabalho que supostamente deveriam fazer.  Não é nenhum obstáculo para a carreira de um político-zelador ser imbecil, indolente, ineficiente e negligente.  Só é necessário que ele tenha boas habilidades políticas.  
Isso é uma receita cera para o empobrecimento de qualquer sociedade.

Hans-Hermann Hoppe é um membro sênior do Ludwig von Mises Institute, fundador e presidente da Property and Freedom Society e co-editor do periódico Review of Austrian Economics. Ele recebeu seu Ph.D e fez seu pós-doutorado na Goethe University em Frankfurt, Alemanha. Ele é o autor, entre outros trabalhos, de Uma Teoria sobre Socialismo e Capitalismo eThe Economics and Ethics of Private Property.

fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=459


7 itens de uma agenda republicana para destruir o projeto de ditadura perfeita do PT

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O dia 3 de novembro de 2014 fica marcado para a história como o anúncio de uma tentativa de golpe totalitário por parte do PT. A confissão veio por meio de uma resolução lançada pelo próprio partido. Portanto, não é ninguém falando do PT, mas o próprio partido confessando suas intenções ao público. Joice Hasselmann, da TVeja, dá um resumo perfeito da proposta petista:
O mais importante é que esse tipo de confissão não é novidade para quem estuda o bolivarianismo. Que tal relembrarmos a fórmula padrão?
No que constitui-se o bolivarianismo? A fórmula é simples:
1. O estado controla a economia no máximo quanto possível (aqui é o socialismo padrão)
2. Ao mesmo tempo, o governo controla a mídia e implementa os sovietes, mas tudo com fachada de democracia, ao contrário do que ocorre na China e na Coréia do Norte (esta é a inovação)
3. Por causa da censura, é possível esconder a crise por algum tempo, o que vai levar ao colapso do sistema
4. Os sovietes ajudam o governo a implementar medidas como se fosse uma ditadura padrão, o que permite conter as revoltas em fases de colapso
Agora é só reler a resolução do PT e comparar com esses objetivos. Não sou eu que estou dizendo nada. São eles próprios.
Não há mais dúvidas de que o PT representa a maior ameaça totalitária para todos nós adeptos da liberdade e da democracia.
De acordo com a guerra de posição, é essencial derrubar as posições mais importantes  para o nosso oponente. Logo, se o PT quer a ditadura perfeita, a luta para destruir os itens de agenda petista que sustentariam todas as propostas ditatoriais configura a melhor estratégia.
Aqui vão os 7 itens que, juntos, salvariam o Brasil de uma ditadura bolivariana:
1. Luta contra a censura de mídia através de ardis bolivarianos
O PT não pára de falar nisso. E mesmo com o Brasil quebrado, quando a prioridade deveria ser arrumar a economia, eles não tem pudor de dizer: “nada é mais é mais importante que regular a mídia”. Que preocupação com o sofrimento do povo, não? E este blog tem avisado que esse seria o principal projeto deles até mesmo antes da primeira eleição de Dilma. Recentemente vimos a retaliação contra a revista Veja, assim como o uso de verbas estatais para financiar a BLOSTA (blogosfera estatal). E, como não poderia deixar de ser, assistimos o governo atacar a mídia sempre que ela mostra os casos de corrupção. É impossível que você não os tenha visto usar o termo “mídia golpista”. Por que esta é a linha de fundo para eles? Eis o óbvio: com a mídia censurada os casos de corrupção são mais facilmente escondidos, bem como os verdadeiros índices econômicos. Para ditadores querendo esconder seus fracassos e curtir muito às custas do estado, é claro que censurar a mídia se torna a prioridade zero.  Não se esqueça de uma regra una: todos os países que censuram a mídia afundam em termos econômicos e civilizacionais. O motivo é óbvio: a “auditoria” de um governo depende de uma imprensa livre.
2. Luta contra o uso de coletivos não-eleitos para acabar com a soberania do eleitor
Foi a partir do voto que o cidadão brasileiro elegeu um Congresso não tão amigável às propostas totalitárias do PT. Mas, como Joice Hasselmann corretamente lembrou, “construção de hegemonia” é uma das prioridades bolivarianas. Com a hegemonia, o pensamento dissidente não é tolerado. Além de censurar a mídia, uma das formas de se construir a hegemonia é através do uso de coletivos não-eleitos do PT, ou melhor, os sovietes. Basicamente, esses grupos unidos, que não representam sequer 5% da população brasileira, são usados para que o governo finja falar com “a sociedade civil” ou até “o povo”. Mesmo que você não tenha eleito nenhum membro desses grupelhos, que se locupletam de verbas estatais para fazer pressão sobre o Congresso. Ora, se esses conselhos aparelhados pelo governo passam a “dirigir” as ações do Congresso, então seu voto não vale mais nada. (Tome cuidado não apenas com o Decreto 8243, como também com as tentativas de projetos similares a serem tentadas pelo PT e suas linhas auxiliares)
3. Luta contra a Assembléia Constituinte (que o PT diz ser por “reforma política”)
O que todos os ditadores mal intencionados fazem? Mexer na Constituição a fim de obter plenos poderes. Isso só pode ocorrer via Assembléia Constituinte. É exatamente por esse motivo que o governo diz que a “reforma política” só pode ocorrer via Assembléia Constituinte. O que eles não te contam é que uma vez iniciada essa assembléia, seus membros possuem plenos poderes para redigir uma nova Carta Magna. Agora uma pergunta: por que uma reforma política só poderia ocorrer por “assembléia constituinte”? A própria estipulação da reeleição não precisou de Assembléia Constituinte. É claro que é golpe.
4. Luta contra a unificação das polícias
Está bem óbvio para que serve essa iniciativa, não? Dilma pode até tentar te enrolar dizendo que isso dará “maior coordenação às ações policiais”, mas toda coordenação é possível entre entidades separadas. Leis protegendo o indivíduo de excessos policiais são independentes de uma estrutura hierárquica única. Vamos ser claros: assim como a Gestapo servia a um projeto de poder, a unificação das polícias serve para facilitar o uso de toda a estrutura de coerção estatal em prol de um projeto ditatorial. Como sempre fizeram marxistas, nazistas e fascistas.
5. Luta contra o aparelhamento estatal como base de um projeto de poder
É inevitável que um governante eleja pessoas de sua confiança para determinados cargos. É um debate urgente o estabelecimento de critérios para evitar “apadrinhados” em posições estratégicas. Mas nem é disso que estamos falando. Falamos de um outro nível em termos de aparelhamento estatal, onde todo o estado é colocado em prol de um projeto de poder. Como visualizamos isso na prática? Os exemplos são intermináveis. Como no caso do uso dos Correios para distribuir correspondência sem chancela do PT, e, ao mesmo tempo, esconder correspondências da campanha de Aécio. Ou o uso do cadastro dos beneficiários do Minha Casa Minha Vida para envio de e-mails com terrorismo psicológico em época de eleição. Os diretores e gerentes de alto escalão das estatais são nomeados com base nos quadros do partido. O aparelhamento estatal na escala petista é definitivamente o uso do estado em prol do partido, não mais do povo. Devemos também ser vigilantes com os juízes escolhidos pelo PT para o STF e TSE. Tudo faz parte do projeto de aparelhamento estatal.
6. Luta contra o saqueamento do estado em nível stalinista
O principal discurso do PT sobre a corrupção é baseado em dizer que “todos fazem igual”. Nada pode ser mais falso. Com o PT a corrupção no governo chegou aos níveis stalinistas, onde definitivamente se perde a vergonha. As delações e provas de casos como Mensalão e Petrolão provam que não há paralelos com a corrupção petista, se olharmos governos anteriores. Mas daí é só olhar como vivem pessoas como Fidel Castro, Nicolas Maduro e Cristina Kirchner que tudo se explica. Todos vivem com sultões. Com certeza, bobos eles não são.
7. Luta contra violação da soberania nacional devido ao Foro de São Paulo
Se a censura de mídia é a linha de fundo para o governo petista, a base de tudo está aqui: o Foro de São Paulo. Todos os países bolivarianos pertencem à essa organização. Há teses dizendo que o PT deveria ser fechado por estar subordinado a uma organização estrangeira, mas até mesmo as atas do Foro não demonstram qualquer tipo de subordinação formal. Então não vou por esse caminho. Mas é um fato que todos os países cujos partidos integram o Foro estão alinhados e seguem o modelo bolivariano. Uma exceção é Cuba, que já ultrapassou o limite do bolivarianismo, baseado em dissimulação para estabelecer uma ditadura, já que os castristas nunca esconderam serem uma ditadura tradicional. Mesmo assim, Cuba é parte do Foro. A Venezuela caminha a largos passos para se tornar uma Cuba. É por causa de alinhamento com essa escória da liderança política latina que o Brasil envia tanto dinheiro para Uruguai e Cuba, por exemplo. Nada disso atende aos interesses do povo brasileiro, mas aos interesses de gente como Castro e Mujica. É claramente uma violação da soberania nacional, além do uso de nosso dinheiro de impostos para aumentar o poderio de nações que chegam a enviar seus ministros ao Brasil para treinar coletivos não-eleitos do PT em ações de guerrilha. Este é o caso de Elias Jauá Milano, vice-presidente e ministro do Poder Popular para Comunas e Movimentos Sociais da Venezuela, que assinou várias parcerias com o MST. Aí as consequências são óbvias. A Venezuela está se tornando Cuba, a Argenta está se tornando Venezuela, e o Brasil está se tornando Argentina. Para depois se tornar Venezuela. Este é o continuum do processo bolivariano.
Agora vejam um resumo: imagine o PT sem conseguir censurar a mídia, reformar a Constituição, ter uma Gestapo, usar coletivos não-eleitos para impor hegemonia de pensamento e pressão sobre o Congresso, aparelhar o estado, saquear nossas riquezas e fazer parcerias com países bolivarianos que já destruíram suas economias e conquistas civilizacionais. Sem esses pontos, o PT não consegue implantar sua ditadura perfeita.
E aí, e somente aí, terá finalmente que trabalhar de verdade para corrigir seus desastres econômicos, já que não terá uma mídia adestrada e censurada para esconder seus fracassos. Será obrigado a aturar a oposição, pois não terá uma polícia unificada para perseguir opositores. Terá que aturar o Congresso abrindo CPI’s, pois os coletivos não-eleitos do partido não podem exigir que esses deputados e senadores se submetam à vontade de grupelhos do governo. E daí por diante.
Pode-se questionar: “Luciano, e a questão do impeachment de Dilma?”. Esses são os itens 5 e 6. Em caso de provas contundentes dos casos do Petrolão, pode-se pensar em impeachment. Mas a agenda não é impeachment da Dilma, mas a investigação dos escândalos de corrupção em um nível stalinista. Claro que diante das provas documentais de Youssef que podem aparecer vale pensar em impeachment. Outra questão possível: “E a anulação das eleições?”. Bem, ao que parece o PSDB tem a oportunidade agora de auditar as eleições. Se surgirem provas incontestáveis, isso pode se tornar um caso, mas por enquanto não há motivos para impugnar eleições. Ademais, isso não é prioridade. E os gatos pingados que “pedem intervenção militar”? Já falei suficientemente sobre isso em outros textos, mas cabe ressaltar: não faz sentido uma proposta republicana pedir ação ditatorial. Deixemos os militaristas ficarem no mesmo espectro politico que os bolivarianos. Uma agenda republicana deve se opor à intervenção militar.
Esses 7 itens para uma luta poderiam constituir uma proposta republicana indo além de pensamentos de direita e esquerda. É a luta de pessoas que não aceitam escravidão, barbárie e  tirania. E, por suas prioridades, atingiriam o PT aonde mais dói para eles: o seu projeto de ditadura perfeita.

Autoritarismo e Golpistas seu nome é PT : Por hegemonia, PT retoma a pressão pelo controle da imprensa

Por Gabriel Castro, de Brasília- Veja

Texto aprovado nesta segunda-feira, em reunião da Executiva do partido ataca a "direita" e acusa oposição de ser preconceituosa.
Por hegemonia PT retoma a presso pelo controle da imprensa
A imprensa ideal do PT: sob o comando do partido (Arte VEJA/VEJA)
A Executiva Nacional do PT reuniu-se nesta segunda-feira pela primeira vez após areeleição da presidente Dilma Rousseff – e deixou claro que o partido não encampou a promessa de “diálogo” feita pela petista no discurso depois de constatada sua vitória nas urnas. Resolução aprovada durante a reunião retoma a pressão por uma antiga obsessão do PT: o controle da imprensa. O texto afirma ser "urgente" a construção da "hegemonia", e que por isso é preciso realizar a reforma política e o que o partido chama de "regulação" dos meios de comunicação, termo utilizado pelos petistas para mascarar uma intenção bastante clara: controlar o que é veiculado pela imprensa no país.
O tom da resolução é de combate àqueles que o PT encara como inimigos a serem calados. "É urgente construir hegemonia na sociedade, promover reformas estruturais, com destaque para a reforma política e a democratização da mídia", diz um trecho do documento. O apelo é reforçado mais de uma vez.
Depois de serem surpreendidos pelos protestos de 2013 e pelo fim do monopólio petista nas manifestações de rua, os comandantes do partido também pedem um diálogo maior com diferentes grupos: no documento aprovado nesta segunda-feira, eles afirmam que é preciso "compor uma ampla frente onde movimentos sociais, partidos e setores de partidos, intelectuais, juventudes, sindicalistas" possam “debater e articular ações comuns".
Depois de uma campanha eleitoral marcada pela agressividade de que o partido da presidente fez uso para não deixar o poder, outro trecho da resolução acusa a campanha tucana dos crimes mais graves que a Executiva conseguiu listar:"A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar". A resolução reforça a narrativa construída com eficiência incomparável pela máquina petista nestas eleições, segundo a qual o tucano desrespeita as mulheres e foi agressivo com a chefe da nação.
Mesmo quando parece fazer uma autocrítica, a resolução descamba para os clichês típicos do partido. O texto afirma, por exemplo, que a eleição de 2014 foi a" mais difícil já disputada "pelo PT. Mas, na frase seguinte, em vez de reconhecer os desvios na Petrobras, culpa o" vendaval de acusações ". O texto, de oito páginas, afirma que os petistas precisam ser mais proativos na resposta às acusações de corrupção. Culpando o inimigo de sempre, o partido pede atenção porque" setores da direita vão continuar premiando delatores ".


sábado, 8 de novembro de 2014

Controle Social da Mídia, os jornalistas serão controlados e calados para não criticar o PT, seu DesGoverno, a Corrupção e seus corruPTos,mas não se preocupe: a esquerda caviar não vai tirar sua novela do ar

Preocupe-se menos com Malhação e outras novelas e mais com a democracia: busque se informar sobre a Regulação da Mídia e tire suas conclusões


"A presidenta 'tá' mexendo os pauzinhos pra derrubar a Globo, só não quero que eu fique sem minha novela!"
No se preocupe a esquerda caviar no vai tirar sua novela do ar
Foi com essa pérola que comecei o dia, hoje. Nas conversas rotineiras do centro da cidade, pude ver os leitores assíduos de jornais comentarem com a sapiência comum e resumida de costume sobre um dos temas mais comentados da semana: aregulamentação da mídia.
A presidente bate pé firme: "não é censura". As grandes redes não se convencem. Pura ladainha de comuna querendo instaurar a ditadura. De onde ela tirou essa ideia?
Para nossa sorte existe uma coisa chamada Constituição. Se você não acredita nela eu ainda faço questão de acreditar, e lá no artigo 220 da Constituição Federal da República diz o seguinte:
Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
Tem quem não acredite na firmeza dessas palavras, mas eu ainda boto fé nelas. A questão é mais embaixo. Desde 1988, quando promulgada, a Constituição previa a regulamentação da mídia. Isso nunca aconteceu e deu no que deu. Políticos dominando as grandes redes - à la Sarney, Edson Lobão e companhia -, oligopólios e monopólios de emissoras, controle regional das grandes produções e influências (98% localizada no Sudeste)...
Constituição - não a Dilma - é expressa em dizer que...
§ 5º - Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.
Regular a mídia nesse sentido é admissível. Afinal, existem princípios previstos pelaCF que merecem ser observados:
Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;
II - promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;
III - regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;
IV - respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.
O problema é que, como diz o ditado popular, a ocasião faz o ladrão. Não somos bobos de acreditar no oportunismo "rubro-estrelar" que está no poder há não poucos doze anos, com opção para mais quatro. Ninguém pode dormir e permitir a intransigência excessiva do governo na mídia, a ponto de existirem entraves sutis que turbariam a liberdade de imprensa.
Por outro lado, o espraiamento das produções para outras regiões e a promoção de produções independentes podem fomentar economicamente outras localidades ainda carentes no desenvolvimento de tecnologia da informação e de produção midiática. Esta é a faceta democratizante. Se levada a sério, tem um potencial forte para diluir a concentração dos setores de comunicação.
No se preocupe a esquerda caviar no vai tirar sua novela do ar
Portanto, senhoras, não temam pela sua novela - que com certeza permanecerão por muito tempo no ar -, temam pela democracia. Aos jovens digo o mesmo sobreMalhação.
Parafraseando o ex-presidente FHC: "desconfiem do discurso da Dilma". Tirem suas conclusões com sensatez e informação, por favor.
E você, o que acha da proposta da regulamentação da mídia?


viajante da Web, fascinado por Direito, Comunicação e Arte
Estudante de Direito, pesquisador na área de Direito Constitucional, Direitos Fundamentais e Liberdade de Expressão e compositor.


DESCASCAMENTO DA ABOBRINHA VERMELHA, OU SEJA, TRADUZINDO A RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT.

Prezados, 

Como a RESOLUÇÃO POLÍTICA, divulgada pela Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores no dia 3 de Novembro de 2014 é muito longa, com 9 páginas, terei que descascar esta abobrinha em algumas etapas. Vamos à primeira fatia da abobrinha vermelha do PT.
Durante o texto deixarei alguns vídeos para vocês mesmos verificarem a veracidade dos fatos expostos.

ATENÇÃO: ABAIXO PUBLICO TEXTOS DO PRÓPRIO PT, ONDE ELES FALAM, PELA PRIMEIRA VEZ, AS VERDADES QUE ELES NUNCA FALARAM.


RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT: 

A reeleição da companheira Dilma Rousseff para presidir o Brasil até 31 de dezembro de 2018 é uma grande vitória do povo brasileiro. Uma vitória comemorada por todos os setores democráticos, progressistas e de esquerda no mundo e, particularmente, na América Latina e no Caribe. 

TRADUÇÃO: 

Se uma grande vitória é representada por somente pouco mais de 25% do dito povo brasileiro - 38% dos eleitores-  não sei o que é derrota. Veja que o destaque é 'particularmente, na América Latina e no Caribe', ou seja, para onde este governo anda enviando bilhões e mais bilhões de reais de nosso suor. Dinheiro arrecadado em impostos dos brasileiros, e enviados, sem qualquer controle ou satisfação, para 'democracias' como Cuba e Venezuela. Realmente são democracias do Demo!



Você aí, que votou no PT, ainda não acredita que seu dinheiro foi enfiado no Cu...ba? Assista a este vídeo de meu cãozinho, o Cãonalha:


Vocês sabem como são as eleições em Cuba? Simples! São '‘escolhidos’' dois Delegados, e o povo pode, realmente, escolher um dos dois. Só que ambos são do mesmo regime político de Fidel Castro e sua família. Regime este que já perdura desde 1959. Mas não é toda a família Castro que apoia o regime. Uma filha de Fidel Castro já fugiu do próprio pai, aquele Santo do pau oco que o PT não cansa de enfiar nossa grana no Cu...ba dele!

Vejam no vídeo a matéria do Fantástico, programa daquela emissora que os militantes do PT acusam ser pró PSDB e os militantes do PSDB acusam ser pró PT. Que povo confuso este nosso, né?


Continuando a RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT:
Uma vitória sobretudo do PT e do nosso projeto, que conquista um quarto mandato, algo que nenhuma outra força política havia alcançado até agora no País. 

TRADUÇÃO:
Foi a vitória do PROJETO DELES, o resto é que se dane ou vá tomar no Cu...ba!

RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT:
Foi uma disputa duríssima, contra adversários apoiados pela direita, pelo oligopólio da mídia, pelo grande capital e seus aliados internacionais. Vencemos graças à consciência política de importantes parcelas de nosso povo, da mobilização da antiga e da nova militância de esquerda, da participação de partidos de esquerda e da dedicação e liderança do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma. 
Nossa candidata soube conduzir a campanha com firmeza e sem recuos, mesmo nos momentos mais difíceis. O enfrentamento com o adversário em debates comprovou o preparo e a diferença da nossa presidenta para vencer os desafios da atual conjuntura.



TRADUÇÃO:
Sabe por que eles não ficam vermelhos quando mentem? Porque vermelho é a cor deles. Acusam o uso de grana nas eleições como se eles não fossem o partido que mais gastou na campanha, superando a casa dos R$ 338 milhões. Acusam a oposição de usar grana suja mas usaram grana desviada da Petrobras e outras empresas do Governo, que não são do governo coisa nenhuma! Essas empresas são parte do governo, parte de acionistas, e a parte do governo é do povo brasileiro.


A parte do debate é um capítulo à parte. Realmente a pessoa mostrou um grande preparo para debater e conduzir o Brasil à merda que ele já está! Vai lá Cãonalha, dê outro pitaco! 


Calma, uma hora a merda vai acabar gente. Afinal, este é o final de todo regime Castrista, Bolivariano ou dito Comunista já implantado no mundo, e agora, particularmente, na América Latrina. A merda acaba e não há mais o que fazer porque a grana de quem trabalha, a grana dos outros, acabou!


Bem, consegui acabar de traduzir a primeira página da RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT, e lá vou eu ao WC novamente. Não sei por que? Tive grande inspiração para ir ao WC agora. Amanhã eu continuo a tradução desta abobrinha vermelha que estão nos enfiando goela abaixo.  

Antes de partir deixarei vocês com outro vídeo de meu cãozinho, para reflexão. Adoro este cachorro! 


DANDO PROSSEGUIMENTO AO DESCASCAMENTO DA ABOBRINHA VERMELHA, OU SEJA, TRADUZINDO A RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT.




ATENÇÃO: ABAIXO PUBLICO TEXTOS DO PRÓPRIO PT, ONDE ELES FALAM, PELA PRIMEIRA VEZ, AS VERDADES QUE ELES NUNCA FALARAM.

RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT:
A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar.
 
Inconformada com a derrota, a oposição cai no ridículo ao questionar o resultado eleitoral no TSE. Ainda ressentida, insiste na divisão do País e investe contra a normalidade institucional. Tenta chantagear o governo eleito para que adote o programa dos derrotados. 

TRADUÇÃO:
Neoliberal, no caso, significa liberdade de mercado para as empresas, inclusive estatais. O PT é contra a privatização, óbvio, pois assim consegue pilhar - roubar mesmo - o caixa dessas empresas. Se vender uma Estatal, como irão enfiar seus comparsas para coagir empresários a lhes fornecer propina para o financiamento de suas campanhas políticas e mordomias pessoais? Fora neoliberalismo, é o que o PT prega abertamente.

A pérola deste parágrafo- mostrarei várias outras nas 9 páginas do documento deles - é sobre a campanha da oposição ter usado 'as piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar'. 
Pausa para um vídeo esclarecedor sobre o assunto:



Faça-me o favor! Só aloprados do PT mesmo para escreverem uma abobrinha dessas! Já é sabido que uma mentira contada mil vezes não é uma verdade, mas sim um mentira sem fim. A grande verdade é que o PT iniciou uma avalanche de mentiras descaradas em sua campanha, com baixarias nunca antes vistas na história deste País. Acho que em nenhum outro País do mundo! 

Sobre o questionamento do resultado das eleições, não há o que se duvidar, mas concordo que depois do prazo do segundo turno, fica quase impossível de se rastrear as falcatruas feitas durante a votação e apuração. Engulam mais esta brasileiros! 

Agora nos chamam de DERROTADOS E DIVISIONISTAS DO BRASIL! Opa! Quem é que inventou este monte de quotas? Quem é que dividiu o Brasil em diversas raças, credos e classes? Chamar mais de 50 milhões de brasileiros de irresponsáveis e maus perdedores é uma afronta à nossa civilidade e moralidade senhores aloprados.

Preciso vomitar novamente. Como sou homem, não posso estar grávido, então deve ser nojo mesmo! 


Depois eu volto com o restantes da TRADUÇÃO!