domingo, 22 de maio de 2016

PT confirma em resolução interna que implantaria o comunismo no Brasil, confirmando as diveras denuncias da OCC Alerta Brasil: Editorial do Estadão O projeto totalitário do PT

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PT confirma em resolução interna que implantaria o comunismo no Brasil, confirmando as diveras denuncias da OCC Alerta Brasil:  Editorial do Estadão 


O projeto totalitário do PT



A resolução divulgada pelo PT no dia 17 passado finalmente expôs por inteiro o projeto totalitário do partido. Ficou claro, pelo texto, que os petistas pretendiam submeter o conjunto da sociedade brasileira, inclusive suas instituições basilares, a seus tenebrosos propósitos, tornando-a prisioneira de um simulacro de democracia que, a pretexto de satisfazer os interesses do “povo”, serviria apenas para permitir que um sindicato de mafiosos se apossasse definitivamente do poder.

Não se trata de nada revolucionário, tampouco inédito. Pelo que se depreende da resolução, o modelo almejado – além de ter salientes aspectos do gangsterismo sindical – é o do populismo militar, cujo exemplo sonhado pelos lulopetistas é o do caudilho venezuelano Hugo Chávez. De acordo com esse pensamento, as Forças Armadas não existem como instituição do Estado, cuja função é zelar pela integridade territorial e pela garantia dos Poderes constitucionais, mas sim como um braço do Executivo em sua tarefa de sufocar os demais Poderes e, no limite, ser a vanguarda da militarização de toda a sociedade, deixando-a sempre de prontidão para obedecer às ordens do líder, sejam elas quais forem. Enquanto isso, a vanguarda partidária e associados podem assaltar o Estado à vontade.

Movidos por esse espírito, os petistas chegaram ao atrevimento de sugerir, em sua resolução, que os militares deveriam ter interferido no processo de impeachment em defesa da presidente afastada Dilma Rousseff – e só não o fizeram, conforme se deduz do texto, porque falta às Forças Armadas um oficialato com vocação democrática e nacionalista. Ou seja, para o PT, o Exército deveria igualmente afrontar as demais instituições e submeter-se de corpo e alma ao projeto do partido, já que este, segundo a convicção dos ideólogos petistas, é o único porta-voz e intérprete do povo, o que inclui os militares.


Na resolução, o PT colocou a questão militar entre os “descuidos” que cometeu ao longo dos mais de 13 anos em que esteve no poder. Depois de declarar que o partido deveria ter se preocupado não apenas em realizar “administrações bem-sucedidas”, mas principalmente em concentrar “todos os fatores na construção de uma força política, social e cultural capaz de dirigir e transformar o País” – ou seja, aparelhar todo o Estado –, o PT disse ter falhado ao não “modificar os currículos das academias militares” e ao não “promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista”.

Ou seja, os petistas acreditam que as Forças Armadas carecem de líderes alinhados aos interesses do “povo” que o PT julga representar, razão pela qual os militares não entenderam o impeachment de Dilma como um movimento “golpista” essencialmente oligárquico e estimulado pelo imperialismo americano, como se lê na resolução do partido.


“O que eles queriam, que os militares tivessem ido às ruas defender o governo?”, questionou o general Gilberto Pimentel, presidente do Clube Militar, ao Estado “As Forças Armadas são uma instituição de Estado. O erro deles, entre outros, foi ter tentado nivelar o Brasil por governos populistas como Bolívia e Venezuela”, completou Pimentel, expressando a indignação que a resolução petista causou entre os militares.

Na mesma linha foi o general Rômulo Bini Pereira, ex-chefe do Estado Maior da Defesa, para quem os petistas “queriam militares que abaixassem a cabeça para eles, como se tivéssemos Forças Armadas bolivarianas, como na Venezuela”.

O comportamento sereno das Forças Armadas em meio a toda a tensão causada pelo processo de impeachment é exemplo cabal da consciência dos militares a respeito de seu papel na democracia. Somente aqueles desprovidos de vocação democrática, como o PT, são capazes de enxergar nesse distanciamento dos militares um sinal de descompromisso com o País e com o povo. Felizmente a ousadia populista e autoritária do PT, que confessou agora sua intenção de aparelhar também o Exército, foi devidamente denunciada.

Completou-se o círculo. Vê-se pela resolução do PT, além de qualquer dúvida, que o objetivo do partido era – e é – moldar todas as instituições nacionais para que servissem a uma ideologia e a um bando que de democráticos nem o nome têm.



fonte: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-projeto-totalitario-do-pt,10000052684






TEMER O NOVO AGENTE DO FORO DE SÃO PAULO,A VERDADE SOBRE TEMER, PT, PMDB E PSDB: Bastou uma semana pro povo entender: O Foro de São Paulo ainda não foi derrotado


Os movimentos Virtuais começam uma mobilização para marcar uma nova data de voltar as ruas. Aos poucos, impeachmistas vão entendendo que a luta do Brasil não é contra o PT, Dilma ou Lula, mas sim contra o Foro de São Paulo.

Após ceder e recriar o MinC, Michel Temer começa a provar o gosto da rejeição. Nós brasileiros de bem, precisamos nos unir mais do que nunca. Nós sabemos do que o Brasil precisa. e não é Comunismo é aplicar as leis e punir todos esses pulhas.



A VERDADE SOBRE TEMER, PT, PMDB E PSDB



  Sabem que ambos exploram suas contradições não-antagônicas de modo a consolidar o plano do think thank globalista chamado Clube de Roma, cuja influência de agentes infiltrados no País moldou até mesmo a CF/88? Vejamos o que diz o parágrafo único do art. 4º:

"A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações." http://bit.ly/1ORqWP5

Vejamos, agora, o que disse Michel Temer no ano de 2012, durante na VI Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) em Lima, Peru:

"(...) no Brasil nós levamos tão a sério essa integração latino-americana de nações que nós não ficamos apenas na palavra, nós fizemos inserir na Constituição de 1988 - e eu tive a honra, a satisfação, a alegria de ser o autor desse dispositivo constitucional que me foi proposto por várias instituições científicas do país - a ideia no artigo quarto da Constituição de que o Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. Portanto é com fundamento na Constituição brasileira, é com fundamento na estrutura fundante do Estado brasileiro que nós participamos deste organismo - da Unasul - e outros organismos que visem a criação de uma nação latino-americana." http://bit.ly/1XIHnPu

Sejam bem-vindos ao projeto dos Dez Reinos/Zonas administrativas, arquitetado pelo Clube de Roma na década de 70. Agora sugiro que sequem as lágrimas e estudem, porque dar chilique em função de um de jogo de cartas marcadas não vai melhorar em nadinha a situação.

Conheçam as táticas da turma, e não terão nada a temer - e sim a combater.
Sobre o projeto dos Dez Reinos, você encontra material neste livro: http://bit.ly/1Tv2OAE

Sociedade Fabiana:
http://www.fabians.org.uk/

Clube de Roma:
http://www.clubofrome.org/

Diálogo Interamericano:
http://www.thedialogue.org/

Foro de São Paulo:
http://forodesaopaulo.org/

Bônus: vídeo sobre a "Pátria Grande":
Aqui http://bit.ly/1TOoXr3 ou aqui http://bit.ly/1WIgtb1

Temer se acovarda e cede a Aliança do Pacto de Princeton(Foro de São Paulo x Dialogo InterAmericano) e NOM e recria o Ministério das Artes e Espectáculos(Ex- Minc)

O Fraco e covarde Michel Temer da Maçonaria, cede a pressão da burguesa esquerda caviar, e recria o Ministério da Cultura, tem que mudar o nome do MINC para Ministérios de Artes e Espetaculos, porque cultura que eu saiba é algo além de filmes, teatros, circo de soleil e shows sertanejos e axés.




Boicotem todo e qualquer entretenimento desses ditos artistas apoiadores de corruPTos, que vivem mamando nas tetas do estados.
Shows, Peças, filmes, oficinas são entretenimento e não cultura, cultura é algo muito maior.
Façamos esses pulhas sentirem na pele, a falta de medicamentos, hospitais, saneamento, transportes decentes..são comunistas, socialistas mas não dividem nada deles. tem que se ferrarem.







Temer fomos as ruas contra a roubalheira, ingerência, irresponsabilidade com o erário, mordomias, cabides de empregos, Pacto de princenton (Aliança do Foro de São Paulo e Dialogo InterAmericano -Lula e FHC), tenebrosas transações e sacanagem contra nós o povo. tiramos a DIlma, e vamos tirar você por corvadia e aliança com os comunistas agentes do Rothschild.




Olha ai covarde a esquerda ri de todos seu pulha.




Se há um rombo de $200 bilhões, não tem dinheiro, tem que cortar as mordomias da afastada Dilma: A irresponsável Dilma Presidente afastada já nomeou 35 assessores com diversas suas viagens



SE DILMA ESTÁ AFASTADA, O QUE LHE DÁ O DIREITO DE NOMEAR 35 ASSESSORES?
(Seriam as concessões do aliado Renan Calheiros?)


A área jurídica da Casa Civil pretende regulamentar as prerrogativas que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), concedeu à petista e que constam da intimação que ela assinou quando foi afastada. Como as prerrogativas não estão detalhadas, agora o novo governo se debruça sobre eles para delimitá-los melhor. Segundo uma fonte da Casa Civil, Dilma já nomeou 35 assessores que formam a equipe que segue trabalhando com ela no Palácio da Alvorada, residência oficial.
É possível que o tamanho dessa equipe seja revista, sob o argumento de que são cargos transferidos da Presidência da República para atender a presidente afastada. Como esses postos pertencem à estrutura da Presidência, e entre eles estão alguns dos postos mais bem remunerados dessa estrutura, alguns assessores de Temer defendem que o presidente interino solicite a devolução de alguns deles. Além dos assessores que a têm ajudado a montar uma agenda para cumprir enquanto estiver afastada, haveria cerca de 120 profissionais à disposição de Dilma no Alvorada, entre cozinheiros, garçons, equipe médica, seguranças, piscineiros, arrumadeiras, entre outros.



Michel Temer planeja reduzir benefícios dados a Dilma Rousseff

Presidente afastada já nomeou 35 assessores e suas viagens incomodam governo

BRASÍLIA — O Palácio do Planalto estuda se manterá todos os direitos que a presidente afastada Dilma Rousseff usufrui hoje. A área jurídica da Casa Civil pretende regulamentar as prerrogativas que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), concedeu à petista e que constam da intimação que ela assinou quando foi afastada. Como as prerrogativas não estão detalhadas, agora o novo governo se debruça sobre eles para delimitá-los melhor. Segundo uma fonte da Casa Civil, Dilma já nomeou 35 assessores que formam a equipe que segue trabalhando com ela no Palácio da Alvorada, residência oficial.
É possível que o tamanho dessa equipe seja revista, sob o argumento de que são cargos transferidos da Presidência da República para atender a presidente afastada. Como esses postos pertencem à estrutura da Presidência, e entre eles estão alguns dos postos mais bem remunerados dessa estrutura, alguns assessores de Temer defendem que o presidente interino solicite a devolução de alguns deles. Além dos assessores que a têm ajudado a montar uma agenda para cumprir enquanto estiver afastada, haveria cerca de 120 profissionais à disposição de Dilma no Alvorada, entre cozinheiros, garçons, equipe médica, seguranças, piscineiros, arrumadeiras, entre outros.

Há outro aspecto que deverá ser esclarecido: o uso dos aviões da Força Aérea Brasileira. A ideia do jurídico de Temer é limitar os deslocamentos de Dilma com essas aeronaves ao trajeto Brasília-Porto Alegre. Causou incômodo no governo interino a perspectiva da presidente viajar o Brasil e o mundo, usando aeronaves oficiais da FAB, para atacar o processo de impeachment e o governo. Nos dias que antecederam sua saída da Presidência, Dilma só se referia a Temer como “traidor” e “golpista” em seus discursos.
A Aeronáutica preparou um parecer no qual diz que a decisão do Senado determina apenas que Dilma tenha deslocamento aéreo pago pelo governo, sem especificar se em aeronaves da FAB ou não, o que permitiria um entendimento subjetivo até de que o governo poderia pagar passagens aéreas de carreira. Quem está tocando o assunto na área jurídica, no entanto, não acha que Dilma deveria ser privada do uso dos aviões da FAB por uma questão de segurança e até para não submetê-la, segundo um técnico da área, à “humilhação de ter que enfrentar filas, passar pelo raio-X e ser exposta ao assédio dos usuários dos aeroportos”.
Integrantes do governo Temer lembram que nas campanhas eleitorais — que são os grandes eventos políticos de que presidentes participam — os aviões da FAB são usados, mas o presidente é obrigado a reembolsar os gastos. Na noite de sexta-feira, Dilma foi de FAB para um ato político de blogueiros em Belo Horizonte.
Sobre o uso da residência oficial, a regulamentação também deverá impor a Dilma uma escolha: ela terá o direito de optar por uma das duas residências que a Presidência oferece ao chefe de Estado: o Palácio do Alvorada, onde Dilma mora, e a Granja do Torto, residência de campo localizada a cerca de 15 km da Esplanada dos Ministérios. Na intimação que Dilma assinou após a aprovação do processo de impeachment pelo Senado, apenas nas duas últimas linhas do documento se fazia menção ao que ela poderia dispor: “manterá prerrogativas do cargo relativas ao uso da residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, remuneração e equipe a serviço no gabinete pessoal da Presidência”.
DILMA VOLTA A CRITICAR TEMER
A presidente afastada Dilma Rousseff afirmou em entrevista divulgada na sexta-feira pelo canal em espanhol do Russia Today que o governo interino de Michel Temer quer reduzir “ao máximo” programas sociais, e também acusou Temer de fazer uma política “antinacional”. Na entrevista, a petista declarou que a nova gestão “só fala de absurdos”, e criticou-a por não tomar posições firmes.

— Este programa pretende reduzir ao máximo, ao máximo, nossos programas sociais, dentro de uma visão de reduzir ao mínimo o Estado, por exemplo, que não comporta todos os dispositivos que existem na Lei brasileira — atacou Dilma, citando a Constituição — algo que Temer, constitucionalista, fez questão de abordar por onze vezes em seu discurso de posse e até no novo site do Planalto.
— Atendimento à saúde, condições para as pessoas terem sua casa própria, acesso à educação de qualidade, à renda mínima que hoje é garantida no Brasil à população mais pobre. Enfim, querem acabar com esses direitos. Ao mesmo tempo, têm uma política antinacional, quando se trata, por exemplo, dos recursos do petróleo — acusa a presidente afastada, que nega estar “exilada” no Palácio do Alvorada, como sugeriu o entrevistador.
De acordo com a petista, o governo “usurpador” cometeu uma “violação nacional” em fechar o Ministério da Cultura e quer aplicar o programa “mais neoliberal possível” no Brasil. Dilma também disse que o governo interino só fala em "absurdos", e também acusou a imprensa brasileira de estar alinhada ao que chamou de “golpe de Estado”.


fonte: http://oglobo.globo.com/brasil/michel-temer-planeja-reduzir-beneficios-dados-dilma-rousseff-19349418?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Eles, lutaram por Democracia? Censura da mídia, sendo elaborado em segredo pela esquerda: Enquanto os republicanos dormem, Luiza Erundina começa projeto por censura

Censura da mídia, sendo elaborado em segredo.
Se o Brasil implementar a censura de mídia, conforme quer Luiza Erundina, Lula se torna franco favorito em 2018. Alguns liberais vão dizer “mas se a política for mal, o Lula não vai…”. Isso é ignorar a realidade e o estudo honesto dos países vizinhos.
A censura de mídia, caso implementada, permite que toda a opinião pública seja controlada, mesmo diante de crises em estágio muito maior do que a que estamos vivenciado. Acontece que uma mídia censurada permite a transferência de responsabilidade da crise para “o imperialismo ianque” ou “para malvada classe empresarial”. Acreditar no lema “é a economia, estúpido”, depois de tudo que aprendemos com o bolivarianismo, é quase um atestado de insanidade.
Enfim, está aí mais uma escolha que deveremos fazer. 
Vamos deixar Luiza Erundina passar incólume por mais esta tentativa de golpe?

 on 
Nesta quinta, vai ser relançada a Frente pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação. O objetivo do colegiado é o de promover, acompanhar e defender iniciativas que ampliem o exercício do direito humano à liberdade de expressão e do direito à comunicação.
A deputada Luiza Erundina, do PSB de São Paulo, vai coordenar a Frente pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação. Segundo a parlamentar, o direito à liberdade de expressão tem sido desrespeitado nos dias atuais.
A deputada defendeu, no Com a Palavra, uma regulação da mídia e um novo marco legal do setor. Conforme Luiza Erundina, a Frente Parlamentar vai se dedicar em discutir um novo Código Brasileiro de Comunicações, que já existe há 50 anos, e necessita ser atualizado. A lei geral que rege o setor é de 1997.
Se tem gente que está indignada com as coberturas nojentas feitas pela Folha de São Paulo e UOL, praticamente como porta-vozes do PT (ou seja, nem sequer fingem mais), vocês ainda não viram nada. Luiza Erundina quer mesmo é a censura.
A derrubada de Eduardo Cunha é fundamental para esse processo, pois raros outros conseguem sair do “gugudadá” na hora de conversar sobre o assunto.
Algumas rotinas já refutadas aqui sobre censura de mídia:
Outra coisa: ao pessoal que protesta “Fora Foro”, de nada adianta pedirem CPI do Foro de São Paulo, o que não valeria de nada. No máximo, os bolivarianos arrumariam outra organização, agora com mais discrição. Fariam muito melhor aqueles que decidirem lutar para derrubar todas as implementações que sustentam o bolivarianismo, como a censura de mídia.
Se o Brasil implementar a censura de mídia, conforme quer Luiza Erundina, Lula se torna franco favorito em 2018. Alguns liberais vão dizer “mas se a política for mal, o Lula não vai…”. Isso é ignorar a realidade e o estudo honesto dos países vizinhos. A censura de mídia, caso implementada, permite que toda a opinião pública seja controlada, mesmo diante de crises em estágio muito maior do que a que estamos vivenciado. Acontece que uma mídia censurada permite a transferência de responsabilidade da crise para “o imperialismo ianque” ou “para malvada classe empresarial”. Acreditar no lema “é a economia, estúpido”, depois de tudo que aprendemos com o bolivarianismo, é quase um atestado de insanidade.
Enfim, está aí mais uma escolha que deveremos fazer. Vamos deixar Luiza Erundina passar incólume por mais esta tentativa de golpe?

Tchau, QUERIDO: A cadeia está se aproximando de Lula,PGR denuncia lula por crime de obstrução da justiça no âmbito da operação lava jato lava jato! (essa é falsa depressão do chefão)


                                                   As coisas um dia teriam de acontecer.

A Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por crime de obstrução à Justiça, no âmbito da Lava Jato, ao participar da trama para silenciar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.
A PGR concluiu que Lula “impediu e/ou embaraçou investigação criminal que envolve organização criminosa, ocupando  papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Bumlai”, e pede a condenação dos denunciados por obstrução da Justiça. A pena é de até 3 anos de reclusão só para esse crime
O envolvimento de Lula na trama criminosa foi confessada nas delações premiadas do ex-senador Delcídio do Amaral e do seu ex-chefe de gabinete, Diogo Ferreira. Com base nesses depoimentos, a PGR obteve provas materiais como extratos bancários, telefônicos, passagens aéreas e diárias de hotéis.
Pagamento de suborno
Delcídio e Diogo, segundo os procuradores, uniram-se ao ex-presidente Lula e ao seu amigo fazendeiro José Carlos Bumlai e ao filho dele, Mauricio Bumlai, para comprar por R$ 250 mil o silêncio de Cerveró. A denúncia da PGR detalha a participação de Lula no planejamento dos pagamentos feito por Mauricio Bumlai ao ex-senador.

O primeiro pagamento, de R$ 50 mil, foi feito por Delcidio há um ano, em maio de 2015. Delcídio recebeu o dinheiro das mãos de Mauricio num almoço. Dias antes, Maurício fez dois saques de R$25 mil cada em uma agencia bancária localizada na rua Tutóia, em São Paulo.

Reuniões frequentes
A denúncia diz que Diogo Ferreira, ex-chefe de gabinete de Delcidio, fez os pagamentos que restavam em outras quatro datas entre junho e setembro do ano passado, sempre recebendo o dinheiro sacado por Bumlai na agência da Rua Tutóia, conforme os extratos bancários.

A quebra de sigilo dos emails do Instituto Lula mostra que o ex-presidente Lula se reuniu com Delcídio cinco vezes entre abril e agosto do ano passado, antes e durante as tratativas e os pagamentos pelo silêncio de Nestor Cerveró.

Uma das reuniões foi no Instituto Lula, em 8 de maio, dias antes de Delcidio fazer o primeiro pagamento, segundo a denúncia.
Preocupação com Bumlai
Delcidio afirmou em delação premiada que, no encontro, o ex-presidente expressou grande preocupação de que José Carlos Bumlai pudesse ser preso por causa de delações na Lava Jato e que Bumlai precisava ser ajudado.

Pelos relatos, Lula jamais se sentiu ameaçado de prisão e permaneceria assim até que o juiz Sérgio Moro determinasse à Policia Federal que o conduzisse sob vara para depor.

Em nota, o Instituto Lula informou que o ex-presidente "jamais" tentou interferir na conduta de Cerveró ou em qualquer outro assunto relacionado à Lava Jato.

Silenciar para blindar Lula
Delcídio afirmou às autoridades que a trama ºpara silencinar Cerveró era o temor de que ele, que negociava acordo de delação, revelasse fatos ilícitos envolvendo Lula, ele mesmo e José Carlos Bumlai.

A PGR também aponta como provas telefonemas entre Lula e José Carlos Bumlai, como em 7 de abril, um mês antes dos pagamentos, quando Lula e Bumlai se falaram quatro vezes. Em 23 de maio – um dia depois do primeiro pagamento – Lula ligou para José Carlos Bumlai. Conversaram duas vezes nesse dia. Do site Diário do Poder


fonte: http://bit.ly/1W3BuwU

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A política editorial do Facebook por Helio Gurovitz


 Quando, no ano passado, um juiz tirou o WhatsApp do ar pela primeira vez no Brasil, o bilionário Mark Zuckerberg (foto), do Facebook, fez um dura condenação ao nosso governo em sua página pessoal na rede social. Depois de admoestado pelo Palácio do Planalto, Zuckerberg voltou atrás e até mesmo pediu desculpas. Condenou o ato do juiz, mas não o governo brasileiro.

Poderia ter sido apenas mais uma confusão em que um estrangeiro é incapaz de entender como o Brasil funciona. Mas o caso revela algo mais importante sobre a natureza do Facebook. O próprio criador parece não ser capaz de entender a natureza de sua criatura. Nada havia de errado no post de Zuckerberg, era apenas uma opinião. Quando o dono de uma empresa de comunicação cede à pressão de algum governo – qualquer governo – e muda sua própria opinião para não pegar mal, não há credibilidade que resista.

Alguma dúvida de que o Facebook é uma empresa de comunicação ou, para usar o termo popular, de mídia? Pouco importa que ele não desenvolva conteúdo e viva de distribuir o alheio. Seu modelo de negócios é atrair audiência para vender publicidade. Sem investir em um único repórter, tornou-se o principal distribuidor de notícias em alguns países – nos Estados Unidos, 63% da população o usam para obtê-las. Se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre a essência editorial do negócio do Facebook, isso ficou claro na semana passada, com a celeuma provocada por uma reportagem do site Gizmodo.

O Gizmodo revelou dois fatos surpreendentes. Primeiro, a edição dos tópicos mais populares (ou “trending topics”) é realizada não apenas por um software automático, mas com a ajuda de uma equipe de editores humanos. Segundo, diz a reportagem, há entre tais editores um “viés esquerdista”, que os leva a suprimir sistematicamente conteúdos de sites considerados “conservadores”.

O Facebook é o principal difusor da mitologia, frequente entre as empresas do Vale do Silício, segundo a qual algoritmos são capazes de substituir o trabalho braçal dos editores. A expectativa dos usuários é que tais algoritmos sejam mais isentos e menos propensos a preferências políticas ou ideológicas que os seres humanos. Criou-se uma imagem de neutralidade na escolha das notícias veiculadas pela rede social, que dizia adotar critérios baseados exclusivamente nas preferências dos próprios usuários.

A revelação de que há intervenção editorial humana, como em qualquer jornal ou revista, caiu como uma bomba em plena campanha eleitoral americana e fez desmoronar tal imagem. Zuckerberg foi atacado em carta aberta e chamado a ir ao Senado. Deverá se encontrar amanhã com figuras preeminentes do universo conservador americano, como o comentarista Glenn Beck. O executivo Tom Stocky veio a público dar explicações. Reconheceu num post a existência da equipe de editores, mas desmentiu que haja algum tipo de viés anti-conservador. As palavras de Stocky surtiram pouco efeito.

Uma segunda reportagem, publicada pelo jornal The Guardian, mostrou a extensão da intervenção humana na edição do Facebook e revelou uma espécie de “manual de redação”, em tudo similar ao usado em várias empresas jornalísticas, além de uma lista das fontesusadas pelo Facebook para determinar os tópicos mais acessados. 

É verdade que não há na documentação nenhuma diretriz explícita que determine a supressão de conteúdos de uma certa tendência política. Mas há uma enorme latitude para que os editores tomem decisões segundo suas preferências pessoais, não os interesses do usuário. Uma empresa de jornalismo profissional usa várias instâncias de controle, códigos de ética e princípios editoriais para evitar esse tipo de influência. O resultado é sempre imperfeito, mas o problema não é escondido sob o pretexto de que as decisões são tomadas por algoritmos.

Em princípio, nada há de errado se o Facebook publicar ou promover apenas o conteúdo que quiser. É absolutamente lícito que adote uma orientação de esquerda, desde que faça isso de modo transparente. É a liberdade de imprensa – e não qualquer mitologia californiana – que lhe garante esse direito. Do ponto de vista político, não há nenhuma diferença se escolhas editoriais são feitas automaticamente por software ou por meio de edição manual. O fato de existir um algoritmo não significa que ele seja nem mais nem menos isento que qualquer editor. Programadores também são humanos.

O erro está justamente em achar o contrário. Está em imaginar que, apenas por estar no Vale do Silício, uma empresa está naturalmente imune às vicissitudes que afetam seu negócio. Está em acreditar na balela segundo a qual Facebook e Google não são empresas de mídia, mas apenas desenvolvedores de tecnologia e provedores de serviços aos internautas – claro que também são isso, mas não só. Parte da essência do negócio de comunicação é a preocupação com a orientação ideológica e a transparência a respeito da tomada de decisões editoriais.

Para o Facebook, a questão é mais complexa que para um jornal ou revista, pois a empresa  domina a distribuição, em parte graças à imagem de neutralidade, garantida pelo fato de não produzir conteúdo. Em sua mais recente investida no mundo da comunicação, o Facebook Live, todos os vídeos são produzidos por parceiros, muitos deles remunerados por isso. O Facebook os promove com prioridade maior que a concedida a vídeos gerados por outros produtores ou veiculados em outras plataformas.

Novamente, não há nenhum problema nisso. Trata-se de uma decisão legítima do ponto de vista do negócio – mas é uma decisão editorial que, como toda decisão editorial, pode comprometer a tal imagem de neutralidade. “O Facebook brinca de editor todo o tempo – é só que não reconhecemos isso, porque a influência editorial se dá de outras formas do que teria numa organização de imprensa tradicional”, escreveu Vauhini Vara na New Yorker.

Não adianta querer subverter o modelo de negócio da imprensa apenas na hora de ganhar dinheiro com anúncios. É preciso também arcar com todos os custos e responsabilidades essenciais a ele, como independência política, equilíbrio editorial e a importância de não ceder a pressões de atores prejudicados pelos conteúdos jornalísticos. Tudo isso é muito mais relevante para o futuro da comunicação do que qualquer algoritmo. E evidentemente, como ficou claro no caso do WhatsApp no Brasil, Zuckerberg jamais entendeu nada disso.

fonte: http://g1.globo.com/mundo/blog/helio-gurovitz/post/politica-editorial-do-facebook.html