segunda-feira, 24 de março de 2014

Marco Civil da Internet o Golpe do Governo do PT para silenciar o povo, com apoio de toda a esquerda.








A bancada petista e as de outros partidos de esquerda, como PC do B e PSOL arriscarão para tentar aprovar o projeto relatado por Alessandro Molon (PT-RJ). A midia faz maquiagem na noticia por que não informa tudo, só a parte que lhes interessa. Atentos todos para irem as ruas se esses vermes aprovarem.#SomostodoscontraoMarcoCivildaInternet.
Internet é livre até hoje ...Regulamentação da Internet é Golpe para calar a boca do povo nas redes sociais, é CENSURA. o PT, PCdoB, PSOL querem calar todos nós.Regulamentar o que. Pra que, pra quem !!!
Compartilhem. Liguem para a Câmara 0800 619 619 -opção 9 -#SomostodoscontraoMarcoCivil da CENSURA.

Marco Civil deve ser votado sem consenso

Já que as reuniões com líderes de bancadas não levou a um consenso sobre o ponto mais polêmico do Marco Civil da Internet, o governo deve tentar aprová-lo amanhã na Câmara sem apoio de parte do PMDB e do "blocão" de mais nove partidos.
A bancada petista e as de outros partidos de esquerda, como PC do B e PSOL arriscarão para tentar aprovar o projeto relatado por Alessandro Molon (PT-RJ) com a "neutralidade da rede".
Ela proíbe provedores de internet de vender pacotes com velocidades e produtos diferentes, como por exemplo, dar acesso só a e-mails. Na última quarta-feira, a bancada governista acertou com o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), a retirada do trecho que previa decreto presidencial para regulamentá-la.
Ainda assim, não há consenso fechado entre as bancadas. O próprio Cunha diz estar "defendendo a internet livre,sem regulação", enquanto Molon afirma que "não foram abertas brechas à neutralidade da rede".
Outro ponto polêmico é a obrigatoriedade de no Brasil, da qual o governo pode abrir mão para aprovar o projeto, que, fora do Congresso Nacional, também divide opiniões.
A ONG Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) faz campanha a favor, afirmando que a "neutralidade" é "a garantia de que todos os dados sejam tratados de forma isonômica, impedindo o privilégio, a degradação ou o bloqueio de conteúdos on line".
Já o economista Daniel Marchi, do Instituto Carl Menger, contesta a ideia. "Pela lógica dos intervencionistas, as empresas já deveriam estar oferecendo pacotes extremamente restritos (...). Por que já não fazem isso?", questiona.
fonte: http://www.destakjornal.com.br/noticias/brasil/marco-civil-deve-ser-votado-sem-consenso-226876/