sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Disse tudo: Gilmar Mendes diz que PT instalou 'cleptocracia' no Brasil Termo usado por ministro do STF em discurso nesta sexta-feira na Fiesp significa "estado governado por ladrões"

Gilmar Mendes, ministro do STF, vota contra proibição de financiamento privado de campanhas eleitorais (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), votou contra a proibição de doações de empresas a campanhas eleitorais de partidos na quarta-feira (16). Saiu derrotado. Na quinta, os colegas de STF concluíram seus votos e determinaram, por oito a três, a proibição. A votação acabou, mas o ministro não desligou a metralhadora contra o PT. Nesta sexta-feira, como já tinha feito na quarta e na quinta, voltou a atacar o partido em seminário na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Mendes declarou que o PT pratica "cleptocracia" (nome para estado governado por ladrões). "Na verdade o que se instalou no país nesses últimos anos e está sendo revelado na Operação Lava Jato é um modelo de governança corrupta, algo que merece o nome claro de cleptocracia, isso que se instalou", afirmou no discurso reproduzido pelo jornal O Estado de S. Paulo.
O argumento é o mesmo que usou na quarta para embasar o voto contrário à proibição do financiamento privado de campanhas eleitorais. O PT, segundo Mendes, já desviou dinheiro suficiente para abastecer suas campanhas até 2038. Por isso proibir as doações de empresas seria injusto com outros partidos.
"O plano era perfeito, mas faltou combinar com os russos. Eles têm dinheiro para disputar eleições até 2038", disse nesta sexta, em discurso reproduzido pela Folha de S. Paulo.
PT, na quinta, soltou nota em repúdio às declarações do ministro do STF. Rui Falcão, presidente do partido, escreveu que "esses destemperos anti-PT têm se tornado usuais nas falas do ministro, tanto nas sessões do STF quanto nas entrevistas que costuma ofertar aos mais diversos meios de comunicação", conforme relatou o G1. Prometeu, inclusive, avaliar ações judiciais contra Mendes.
RCN



fonte: http://epoca.globo.com/tempo/filtro/noticia/2015/09/gilmar-mendes-volta-atacar-pt-e-diz-que-partido-instalou-cleptocracia-no-brasil.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Denuncia Recebida: Suposta Fazenda Lula/lulinha e censura do Facebook que remove os vídeos. Assista.





Toda vez que tentamos subir os vídeos no Facebook, somos censurados e o vídeo retirado
dizendo ser violação de direitos autorais.








A ELITE BRANCA REVOLTADA COM O PT, DILMA E LULA.




CCJ da Câmara aprova PEC que retira da Presidência exclusividade na escolha de ministros do STF

stf_20Regra nova – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 17/2011), de autoria do líder do PPS na Casa, deputado federal Rubens Bueno (PR), que retira do Presidente da República a exclusividade de escolher os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Atualmente, os onze ministros do Supremo são escolhidos pelo presidente da República e aprovados pelo Senado. Pela proposta, a aprovação pelo Senado será mantida, mas à Presidência caberá a escolha de somente duas vagas. As outras nove vagas serão divididas entre o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Procuradoria Geral da República (PGR), a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.
“Não é bom para a independência entre os poderes termos todos os ministros do STF indicados pelo Executivo. Os governos de Lula e Dilma, por exemplo, poderão chegar a indicar 10 ministros até 2018. Creio que essa discussão está bem amadurecida na sociedade e no meio jurídico. Espero agora que a proposta chegue logo ao plenário”, cobrou o líder do PPS.
Segundo o deputado, a mudança busca permitir a indicação pelos três Poderes do Estado e por instituições que exerçam funções essenciais à Justiça. “Não será mais uma escolha totalmente pessoal e sim uma indicação marcada pela impessoalidade, requisito tão essencial à Justiça”, afirma Rubens Bueno.

De acordo com a proposta, a escolha dos ministros ficará dividida da seguinte maneira:
– três ministros indicados pelo STJ entre os próprios ministros do STJ;
– dois ministros indicados pela OAB entre os advogados com mais de dez anos de atividade profissional. Nesse caso, é proibida a indicação de quem ocupe ou tenha ocupado a função de conselheiro no período de três anos antes da abertura da vaga;
– dois ministros indicados pelo procurador-geral da República entre os integrantes do Ministério Público com mais de dez anos de carreira. Nesse caso, é proibida a autoindicação ou a indicação de quem tenha ocupado a função no período de três anos antes da abertura da vaga;
– um ministro indicado pela Câmara dos Deputados. Nesse caso, é proibida a indicação de um deputado da mesma legislatura;
– um ministro indicado pelo Senado Federal. Nesse caso, é proibida a indicação de um senador da mesma legislatura;
– dois ministros indicados pelo presidente da República. Nesse caso, é proibida a indicação de ministro de Estado, do Advogado-Geral da União ou de quem tenha ocupado tais funções nos três anos anteriores à abertura da vaga.
Ocupação das vagas
A PEC define que os cargos de ministro que forem sendo abertos serão ocupados, um a um, de acordo com a ordem descrita acima. Por exemplo: a primeira vaga será do STJ, a segunda, da OAB, a terceira, da PGR e assim por diante. Depois da primeira rodada, serão preenchidas as segundas vagas de cada órgão ou entidade, se houver. Após o preenchimento da terceira vaga do STJ, o ciclo ficará completo.
Quando todos os ministros do STF forem selecionados de acordo com a nova regra, a escolha passará a seguir uma norma-padrão: o posto vago será ocupado da mesma forma com que ele foi preenchido anteriormente.
Antes de seguir para a votação em plenário, a matéria será analisada por uma comissão especial que será instalada na Câmara.


Narizinho do PT na Corrupção da Lava Jato: Lava-Jato: dono da UTC diz que Gleisi recebeu R$ 1,5 mi em propina; senadora volta ao olho do furacão

gleisi_hoffmann_105Sem trégua – A delação premiada de Ricardo Pessôa, dono da UTC e da Constran, coloca mais uma vez a senadora Gleisi Helena Hoffmann no epicentro da Operação Lava-Jato. No acordo de delação premiada assinado com o Ministério Público Federal, Pessôa disse que todas as doações oficiais ao PT eram, na verdade, propinas de contratos das empresas junto à Petrobras. A afirmação do empresário compromete ainda mais a senadora paranaense, amiga do chefe do cartel das empreiteiras que operavam na estatal, o chamado “Clube do Bilhão”.
A UTC financia Gleisi desde sua primeira campanha em 2006, à prefeitura de Curitiba. A empreiteira já repassou R$ 1,5 milhão à petista: R$ 100 mil (2006), R$ 250 mil (2008), R$ 250 mil (2010) e R$ 900 mil (2014). A relação de Gleisi com empreiteiras envolvidas no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história, não se limita à UTC. A petista sempre foi beneficiada por generosas doações, mas pela primeira vez uma delação estabelece nexo direto entre a senadora e a propina de determinada empreiteira.
Pessôa também prestou depoimento no inquérito a que Gleisi responde no Supremo Tribunal Federal(STF) sobre a participação da senadora paranaense no esquema criminoso de corrupção que saqueou os cofres da estatal. O empresário também já arrolou o marido de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (PT), como testemunha de defesa em processo a que responde no Petrolão.
Uma peça encaminhada pela Procuradoria-Geral da República ao STF aponta o elo entre as informações sobre a senadora petista e o esquema investigado na Lava-Jato. “Dentro do esquema apurado na Lava Jato, Ricardo Pessoa referia que os valores pagos a título de propina eram ‘descontados’ da ‘conta corrente’ que mantinha com o Partido dos Trabalhadores”, escreveu a vice-procuradora-geral.
O envolvimento de Gleisi em esquemas de corrupção patrocinados pelo PT não se limita à denúncia de Ricardo Pessôa. Já em 2014, a senadora foi apontada, pelos delatores Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, como beneficiária de R$ 1 milhão do Petrolão.
Em agosto, o juiz federal Sérgio Moro, responsável na primeira instância do Judiciário pelas ações decorrentes da Lava-Jato, enviou ao STF documentos que podem indicar repasses ilícitos para Gleisi, ex-ministra da Casa Civil. Ela seria beneficiária de parte dos valores que transitaram pelo ‘Fundo Consist’ – empresa envolvida em desvios de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento.
O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações), marido de Gleisi, também é citado nas informações encaminhadas ao STF. Os documentos surgiram após a deflagração da décima oitava fase da Lava-Jato, a Operação Pixuleco II, e fazem parte de dados apreendidos em escritório de advocacia de Curitiba.
Como os documentos fazem menção à senadora, que goza de foro especial por prerrogativa de função, o caso foi encaminhado ao STF. Na última sexta-feira (11), a PGR ofereceu denúncia contra o ex-vereador Alexandre Romano (PT) e pediu o desmembramento do caso. Com a cisão, a denúncia deve ser analisada pela Justiça no Paraná, enquanto as investigações sobre a senadora petista devem prosseguir no STF. Gleisi Hoffmann afirma que todo o trabalho realizado pelo escritório de advocacia que foi alvo da Operação consta de suas prestações de contas eleitorais.
A Polícia Federal acredita ter identificado o caminho do dinheiro supostamente ilícito até a senadora Gleisi, no esquema desmontado pela Pixuleco II, que mira contratos de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento.
Os investigadores descobriram que 40% do faturamento da empresa Consist Software, relativo a contratos de empréstimos consignados, foram repassados para dois alvos da Lava-Jato, Alexandre Romano, o Chambinho, e o lobista Milton Pascowitch, um dos delatores do esquema. Os valores foram posteriormente direcionados a dezenas de empresas de fachada, segundo a PF.
A Consist foi escolhida para prestar serviços de informática na esteira do acordo técnico entre o Ministério do Planejamento, a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e o Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Privada (SINAPP) para gestão de margem consignável em folha de pagamento dos servidores públicos federais.
Dos 40% destinados a Chambinho e a Pascowitch, 9,6% foram transferidos, por solicitação do ex-vereador do PT, para o escritório de advocacia Guilherme Gonçalves. Sediado em Curitiba, o escritório atua na área eleitoral para a senadora Gleisi.


fonte: http://ucho.info/lava-jato-dono-da-utc-diz-que-gleisi-recebeu-r-15-mi-em-propina-senadora-volta-ao-olho-do-furacao

Lava-Jato: Lewandowski rejeita pedido da PGR para manter com Teori indícios sobre a petista Gleisi

gleisi_hoffmann_98Pau mandado – Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski não acatou pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para reconsiderar a decisão de redistribuir um trecho de investigação em que a senadora petista Gleisi Helena Hoffmann é citada.
Desta forma, o caso saiu do gabinete do ministro Teori Zavascki, relator dos processos decorrentes Operação Lava-Jato, após Lewandowski entender que não há relação entre o relatório que aponta indícios contra a senadora e o esquema de corrupção na Petrobras. Após sorteio feito pela presidência do Tribunal, a relatoria do caso passou a ser do ministro Dias Toffoli, cujas vísceras petistas são conhecidas da opinião pública.
A PGR recorreu ao Supremo contra o encaminhamento do caso a Toffoli, sob a alegação de que existe elo entre as informações sobre a senadora petista e a Lava-Jato. “Dentro do esquema apurado na Lava Jato, Ricardo Pessoa (dono da UTC) referia que os valores pagos a título de propina eram ‘descontados’ da ‘conta-corrente’ que mantinha com o Partido dos Trabalhadores”, ressaltou a vice-procuradora-geral sobre o caso.
O presidente do STF entendeu que não cabe o recurso da PGR contra a decisão de redistribuir o procedimento, já que não se trata ainda de investigação formal sobre a ex-ministra-chefe da Casa Civil. Lewandowski também negou o seguimento do agravo proposto pela Procuradoria-Geral, sem analisar o mérito do pedido. A PGR pode insistir no questionamento para levar o caso ao Plenário da Suprema Corte.
Investigadores da força-tarefa da Lava-Jato, em Curitiba, temem que a decisão do Supremo cause impacto nos casos sob a tutela do juiz federal Sérgio Fernando Moro, visto que a definição da Corte pode abrir brechas para questionamentos sobre a competência do magistrado para conduzir outros casos que não estão diretamente ligados ao esquema de corrupção que durante uma década funcionou com largueza na Petrobras

Em agosto, o juiz Moro encaminhou à Corte, como desdobramento das investigações, relatório em que Gleisi Hoffmann aparece como suposta beneficiária de parte de valores que transitaram pelo ‘Fundo Consist’ – empresa envolvida no escândalo dos empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. O ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), marido de Gleisi, também é citado nas informações encaminhadas ao Supremo. Os documentos surgiram após a deflagração da Operação Pixuleco II, décima oitava etapa da Lava-Jato, e fazem parte de dados e documentos apreendidos em escritório de advocacia de Curitiba.
Teori Zavascki apontou que os trechos que envolvem a petista não mostram “relação imediata” com as investigações em andamento sobre corrupção na Petrobras, que ficam sob sua relatoria, enquanto que a PGR sustenta que repasses passaram pela conta do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o que reforça a conexão com o esquema criminoso investigado na operação da Polícia Federal.
De acordo com a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, que assinou a peça encaminhada ao STF, a situação de Gleisi “mostra liame mínimo de conexão dos pagamentos de valores envolvendo as propinas da Petrobras ‘administradas’ pelo ex-tesoureiro do PT, João Vaccari, e estas envolvendo a Consist”.
Por falta de conexão com a Lava-Jato, já foram redistribuídos no Tribunal pedidos de investigação relativos ao atual chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante Oliva, e ao senador Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB-SP). Em ambos os casos, tanto a PGR quanto Zavascki apontaram que não há relação entre as apurações e o Petrolão, esquema de corrupção que dilapidou os cofres da estatal petrolífera.


fonte: http://ucho.info/lava-jato-lewandowski-rejeita-pedido-da-pgr-para-manter-com-teori-indicios-sobre-a-petista-gleisi

Indústria prevê fechamento de 610 mil vagas neste ano

Em meio a crise, seis grandes setores da indústria nacional preveem cortes em 2016. Número de demissões é puxado pelo segmento da construção civil

 

Construção civil deve eliminar 500 mil postos de trabalho em 2015(Reinaldo Canato/VEJA)








Em meio a uma das piores crises da história, seis grandes setores da indústria nacional preveem que mais de 610 mil vagas de emprego serão fechadas neste ano. O número é puxado pelos trabalhadores da construção civil, segmento que deve eliminar 500 mil postos de trabalho. No ano passado, esses seis setores - construção, máquinas, siderurgia, automóveis, química e eletroeletrônicos - demitiram 200 mil pessoas. "Começamos o ano com 3 milhões de empregados e fecharemos com 2,5 milhões. É realmente inacreditável o que estamos vivendo hoje, e o governo continua sem atacar os problemas reais, que são os gastos públicos", diz disse José Carlos Martins, presidente Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).
O setor de máquinas, que depende fundamentalmente das obras da construção civil, já acusou o golpe. Mais de 25 mil vagas foram fechadas no primeiro semestre e outros 25 mil cortes estão a caminho até dezembro, carimbando 2015 como o pior ano na história para as empresas do segmento.
Sem obras ou máquinas, não há o que fazer na siderurgia, que já adiou 2,1 bilhões de dólares em investimentos neste ano e desativou vinte unidades produtivas país afora. O resultado foi a demissão de 11,2 mil funcionários, 10% de toda a força de trabalho do setor. Outros 4 mil postos de emprego devem ser fechados até o fim do ano.
Com a paralisação da indústria e as demissões em massa, cresce a pressão sobre as vendas minguadas das montadoras, que já cortaram mais de 11 mil empregos até agosto e, para evitar novos cortes em massa, têm hoje 27 mil funcionários em férias coletivas ou em suspensão temporária do contrato, o chamado "lay off". Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), diz que, em termos de número de trabalhadores, as montadoras recuaram para 2010, com 134 mil funcionários.
O consumidor, que tem adiado a troca do carro, também decidiu postergar a compra de bens mais acessíveis, como telefone celular e computador, que viram suas vendas caírem 17% e 20%, respectivamente, no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014.
A indústria de eletrônicos reagiu imediatamente. As demissões, que em 2014 atingiram 15 mil trabalhadores, reduzindo de 310 mil para 295 mil o número de empregados no setor, aceleraram o processo de deterioração neste ano. Em 2015, serão mais de 30 mil demitidos.
Até mesmo setores menos expostos às oscilações do varejo, como a indústria química, têm sentido o peso da paralisação da economia. O segmento conseguiu fechar 2014 com os mesmos 400 mil funcionários com os quais começou, mas neste ano as coisas se complicaram. Entre janeiro e julho, cerca de 6 mil pessoas já foram demitidas.
(Com Estadão Conteúdo)

 fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/industria-preve-fechamento-de-mais-de-610-mil-vagas-neste-ano

Em uma imagem, a promessa e a realidade do PT sobre concursos e servidores por Felipe Moura Brasil

Como diria Dilma Rousseff: 'É estarrecedor'





Retrato da crise: Brasileiro alega “Motivo: Dilma” para vender carro por Felipe Moura Brasil

O adesivo colado no carro Citroen Xsara Picasso do publicitário Sydney Menezes, morador de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é um dos melhores retratos cômicos da crise nacional causada pelo desgoverno de Dilma Rousseff. Veja:


Foto de Lucas Cavalcanti

Este blog recebeu a foto acima e ligou para o telefone indicado para esclarecer o “Motivo: Dilma” alegado pelo proprietário do carro:
“Não deixa de ser uma piada para chamar atenção, mas, se não fosse a situação do país, eu ficaria com ele, principalmente agora que minha esposa está grávida, porque é um carro para a família, mas realmente não estou podendo. Estamos vendendo um monte de coisa, vendo questão de aluguel, reduzindo as despesas por causa da crise”, diz Sydney, que já tem outro carro.
Ele disse também que o adesivo tem chamado muita atenção, “com todo mundo tirando foto, pessoal rindo, dando apoio, dizendo ‘é isso mesmo!'”.
Depois fez um pedido ao blog:
“Pode citar aí que, se alguém se interessar, eu estou vendendo até as cuecas.”
Está citado, Sydney. Boa sorte no Brasil de Dilma Rousseff.


Sydney me mandou a foto do carro pelo whatsapp e disse que teria de me pagar 10% se o vendesse por causa deste post, mas eu aleguei que a ética jornalística me impede de receber o pixuleco

Felipe Moura Brasil


FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/09/14/retrato-da-crise-brasileiro-alega-motivo-dilma-para-vender-carro/