quinta-feira, 12 de julho de 2012

MP apura irregularidades em ONGs REPASSES DA PREFEITURA de FORTALEZA



Peemedebista volta a denunciar a liberação de recursos do Município para entidades ligadas a vereadores da Capital

O deputado Carlomano Marques (PMDB), informou ontem, durante pronunciamento, na Assembleia Legislativa, que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP) está apurando possíveis irregularidades no repasse de recursos públicos para organizações não governamentais conveniadas com a Prefeitura de Fortaleza.

O parlamentar citou três instituições, mas de acordo com ele, no total, são 20 ONGs acusadas de indícios de irregularidades. O peemedebista citou o caso do Instituto Panamericano para o Desenvolvimento (IPD), que, de acordo com ele, pertenceria a família do vereador Casimiro Neto (PP).


Conforme Carlomano, o Instituto recebeu, entre os anos de 2010 e 2011, mais de R$ 2 milhões por meio de 32 convênios com a Prefeitura. O motivo do IPD ter tido direito a uma monta como essa, segundo alegou o deputado, foi para apoiar o candidato do PT à Prefeitura de Fortaleza, Elmano de Freitas.

Não é a primeira vez que Carlomano Marques leva à tribuna da Assembleia essa denúncia de "compra" do apoio do PTC à candidatura petista nas eleições municipais deste ano. No mês passado, também da tribuna da Assembleia, ele disse que para ter o apoio do PTC e ganhar algum tempo a mais na televisão e no rádio, o PT fez um acordo envolvendo a Prefeitura e a família do presidente estadual do partido, Stanley Leão, para o pagamento de um precatório no valor de R$ 3 milhões de reais em seis parcelas de R$ 500 mil.

Negócio

Na época, Stanley Leão e Casimiro Neto vieram à redação do Diário do Nordeste e negaram ter feito qualquer tipo de negócio com a Prefeitura. Casimiro Neto assegurou ter uma certidão da Procuradoria Geral do Município (PGM) mostrando que não há nada em nome da ex-vereadora Maria José, sua mãe.

Carlomano Marques citou também a Federação Cearense de Basquetebol. De acordo com o parlamentar, a Federação teria recebido R$1,27 milhão através de convênio com a Prefeitura. Ele cobrou uma explicação do ex-secretário da Pasta de Esporte e Lazer do Município, Evaldo Lima (PCdoB). "O ex-secretário de esporte, Evaldo Lima, de uma lapada só transferiu para a Liga Cearense de Basquetebol R$ 1,2 milhão", enfatizou o deputado no seu pronunciamento.

A denúncia também já havia sido citada na tribuna do Legislativo cearense. O deputado Fernando Hugo (PSDB), na época, alegou que ligas de esporte amador estariam recebendo dinheiro da Prefeitura de Fortaleza, sem realizar eventos de lazer e campeonato como haviam combinado e quem teria recebido um maior montante foi a Liga Cearense de Basquetebol.

O tucano chegou a prometer acionar a Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap) para que fosse feita uma investigação dos repasses feitos pela Secretaria de Esporte e Lazer de Fortaleza (Secel) às ligas de esporte amador.

Outra instituição citada no pronunciamento de Carlomano Marques foi o Instituto Bairro em Ação que, segundo o peemedebista, "conta com total apoio da Prefeitura". O deputado alega que esse Instituto tem "várias ramificações", mas só vai discutir com mais profundidade esse caso quando as provas estiverem definidas.

Fundamento

O deputado Antônio Carlos (PT), acredita que as denúncias levadas por Carlomano Marques ao plenário da Assembleia, são provocadas pelo período eleitoral e que não há fundamento ou consistência no que foi dito pelo peemedebista.

Segundo Antônio Carlos, Carlomano Marques já vinha se manifestando contrário em relação à gestão do PT na Capital e, logo que foram definidas as candidaturas, observou o petista, tornou corriqueiro o peemedebista levar as mesmas críticas sobre a Prefeitura de Fortaleza. Para o parlamentar, não passa de assunto requentado.

PCdoB

O deputado Lula Morais (PCdoB) não defendeu o seu correligionário, ex-secretário municipal, das acusações de Carlomano Marques. O deputado, em seu pronunciamento de ontem, fez questão de explicar o porquê de o PCdoB ter decido pela candidatura própria no município de Fortaleza, não se coligando aos mesmos partidos que fazem parte da aliança em âmbito estadual e federal. O parlamentar pontua que sua legenda busca se fortificar politicamente, mas que continua apoiando o projeto da presidente Dilma Rousseff.

"A base de apoiamento da presidente Dilma nos estados como no caso Ceará e Pernambuco, se dividiu. Por que se deu a candidatura do PCdoB? Por que se deu a candidatura do PT e do PSB?". Segundo o parlamentar, essas são perguntas que constantemente os eleitores vem fazendo.




Lugar de politico ladrão é na prisão.

O Poço sem Fundo -Petrobas de empresa modelo a cabide de emprego- virou trem da alegria de politicos

Com os presidentes de sindicatos assumindo a direção da empresa sem competência para exercer a função, da nisso voltou a velha história da PRIVATIZAÇÃO.

Consagrando a Petrobrás como o mais novo e caro fracasso administrativo do petismo.

O motor propagandístico da Petrobrás começa a "ratear" e a queimar óleo ... Por que devemos privatizar a Petrobrás?

A Petrobrás hoje é a segunda pior empresa de petróleo do mundo, só a frente da BP, aquela que derramou petróleo no golfo do México há 90 dias. 

Há 3 anos estamos veiculando alertas técnicos (ver nossos links, no final deste artigo), que nos são passados pelos engenheiros da Petrobrás (na ativa e aposentados). Como a empresa está repleta de vagabundos petistas e de conselheiros malandros, entre eles Dilma e Mantega (cada um ganhando 75 mil reais por mês), com contratos de "rapa cofre", que transferiam grana para os caixas de laranjas, para muitos fornecedores ilícitos, quase até "fantasmas", numa caixa de pandora administrativa, a capacidade técnica e econômica da empresa começa a ruir e a "vazar óleo". 
Muitos técnicos e cientistas já se recusam a "sustentar" a vagabundagem petista e do PMDB (Sarney é o chefe do Rh da Cia) e parece que estão fazendo "corpo mole". A empresa perdeu até agora 25% do seu valor em ações. 

Falta ser capitalizada ... Quem colocar dinheiro lá vai perder mais do que na "poupança" ... A empresa tem que ser privatizada, para "profissionais" administrarem a riqueza e o petróleo do povo brasileiro.

O petróleo não é nosso. É do grupo Lulista, dos petistas sindicais e do grupo do Sarney - PMDB. Gente da mais "pura hornestidade". Estamos assistindo um clássico exemplo de uso de uma estatal para fins políticos, que começa a ter "estresse de material". E cerebral ...

Corre boato de operação Saca Rolha. Se os petistas souberem a tecnologia, então que “saquem” o know-how para aumento e/ou melhoria da eficiência. Talvez seja um movimento de castigo e retaliação a Dilma, e ao PT, que infernizaram a vida e a carreira de muitos técnicos, engenheiros e cientistas. Com tanta malandragem e mordomias, tantos assédios morais e ameaças profissionais, só mesmo jogando a broca no traseiro desta gente.
O Lulismo esteve usando a Petrobrás, em suas propagandas enganosas, para obter uma falsa visibilidade de sua "precária capacidade administrativa", dando uma tirada de "bonzão". Só mostrando o "aparente sucesso" da Petrobras, a 4ª marca mais conhecida do mundo do petróleo, para 200 milhões de brasileiros, quando apenas 22 milhões deles possuem automóveis e outros veículos. 

Logo, a Petrobrás não serve economicamente, e utilitariamente, para cerca de 178 milhões de brasileiros. São os 178 milhões de brasileiros que não têm automóveis e outros veículos ... Pela ineficiência administrativa a empresa precisa vender combustível a preços exorbitantes, em comparação a outros países da América do Sul. 

Nem os afamados royalties do petróleo estiveram ajudando a aumentar o IDH dos municípios que os recebem ... O Petróleo é da bandidagem política e administrativa pública do Brasil.

O Lulismo quis usar até dinheiro dos pobres trabalhadores otários e de seus FGTS. 

Foram/vão ser rapados, como vêm sendo há 8 anos pelo petismo incompetente e sindical-perdulário, acontecendo neste momento as suas perdas de 25%, para quem usou seu FGTS no "sucesso" da Petrobrás. 

Existe um grande medo do pessoal aposentado, que tem complementação salarial pelo de fundo de pensão, que a “quebra” da Petrobrás venha demolir a prosperidade deles. Já que aposentado da Petrobrás tem boa aposentadoria e não precisa viver de bicos e/ou continuar a trabalhar, para complementar seu padrão de vida.

No pré-sal já ocorreram problemas nas primeiras tentativas de perfurações ... E o adiamento para a capitalização da empresa só provoca incertezas. E estas, são maiores ainda, em face das incertezas técnicas na exploração do pré-sal, com qualidade, produtividade e economia. Seria para a NASA um plano de habitação do planeta Marte – coisa de ficção científica no Brasil. 
O motor propagandístico da Petrobrás começa a "ratear" e queimar óleo ... 

Devemos privatizar urgentemente a Petrobrás, e exigir reparações dos administradores da empresa que aderiram ao estilo Petista de extermínio econômico e do Inácio e de Dilma! 

Lula indicou Dilma para presidente e antes para conselheira da Petrobrás. Sendo um sujeito sem nenhum discernimento e sem noção de responsabilidades técnicas e civis, em administração e engenharia do petróleo. Todos os subordinados se deixaram levar nas torturas e distorções técnicas e comerciais de Lula e de Dilma nestes últimos 10 anos e “só falta alegarem obrigações de cumprimento de ordens”. 

O que Dilma não fez no PAC, como a grande mãe e genitora, sem nenhuma humildade e vergonha, não fez na Petrobrás. E não fará na presidência do país – eficiência e alto desempenho administrativo.

O Lulismo / Petismo está sentenciando o sistema político a voltar ao “lugar legislativo”, já que a administração executiva das propriedades do estado, das suas atividades e de seus patrimônios não pode ficar com gente LEIGA, AMADORA, DESQUALIFICADA MORAL E TECNICAMENTE – de má fé. 

Dilma como conselheira da Petrobrás já foi um absurdo inominável. Imagine-se como presidente do Brasil, se nem do PAC ela deu conta?. E ela foi a China para, também, pedir dinheiro ... Passou a sacolinha de arrecadação de otários investidores. Além de poço sem fundo a Petrobrás é um barril furado ... E Graça Foster ajudou a criar esta crise e crime contra o povo brasileiro – o dono do petróleo.

Recentemente circulou pela internet uma lista com os conselheiros da Petrobrás, inclusive com o nome da dona Dilma, hoje presidenta do Brasil.

Um amigo nosso, ex-engenheiro da Petrobrás, disse que aquele pessoal, da lista, não tinha "qualificação" para limpar as brocas das perfuratrizes e nem os banheiros das plataformas. É duro, mas é assim que o Brasil "foi/ainda é", quando tinha quase tudo "estatizado", antes de 1992/1993. 

Dilma recebia mensalmente R$ 75 mil, como conselheira da Petrobrás, e acumulava o cargo de ministra. Isso "era" considerado ilegal ...

Haviam conselheiros assim na Siderbrás, Telebrás, Nuclebrás, Eletrobrás, na Embratel, Embraer, Banco do Brasil, Caixa Econômica, em todas as estatais com terminação 'brás' no nome. A festa da politicalha era maior do que essa, que vemos agora em reality show. Hoje tem menos queijo para os ratos ...

Havia muito roubo mesmo. O Brasil é pobre ainda, com altos índices de corrupção, e por isso, pelos roubos nas diversas formas e nas várias tipificações, ainda somos uma sub-civilização no estilo Sarney, Collor, Lula, Dilma e etc.

Conversamos sobre o conceito de conselheiro. É algo de sabedoria e domínio pleno do conhecimento sob a ação do aconselhamento. Ignorante só aconselha barbaridades ... E desde 1985 somos aconselhados por escórias de ladrões, malandros, ineptos e verminoses burocráticas.

Quase todos os ministérios têm ministros, secretários, diretorias e conselheiros desse naipe. Naipe da boçalidade ... Por que o país não se desenvolve?

Sarney é o cara, o conselheiro mestre, o tutor, o monitor, o Drácula ... Vimos a corja do "trem da alegria" sarneyana. Alguém espera algo muito além do "horizonte", com esse pessoal na Petrobrás? Esse pessoal, dessa tipologia, está em todos os governos e casas legislativas. São os parasitos, os gafanhotos e as saúvas + a lei de Murphy ferrando a gente, com a "desqualificação" da parentela, nos gabinetes, e empesteados aonde ainda se é empresa estatal.

Para termos o dimensionamento da "desqualificação" desses vermes, o colega engenheiro, elaborou uma "pequena" prova, para seleção e recrutamento para candidatos a "conselheiros" da Petrobrás, e que outros profissionais poderiam fazer umas para as agências reguladoras e para todos os cargos políticos / públicos sujeitos à indicação de malandros, como Sarney fez com o brasil. E Lula veio fazendo com requinte de estupidez ... E Dilma ainda não "freou" este trem.

Prova para conselheiro da Petrobrás – coisa só para funcionário-administrador de longa data ...

A prova tem 10 questões. Só passaria, para assumir o cargo, quem acertasse as exigências para as respostas em pelo menos 80%. As respostas devem ser discursivas demonstrando domínio técnico e conceitual. Segundo o nosso colega o conhecimento implícito para se responder adequadamente a todas as perguntas, corresponde a mais de 50.000 horas de experiência eclética em todos os campos de domínio do conhecimento para a sustentação econômica de uma indústria do petróleo. Daí poderiam ser conselheiros do petróleo.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-poco-sem-fundo-da-petrobras-gastos-descontrolados-nunca-fica-devidamente-capitalizada/54287/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-faremos-com-a-petrobras-quando-a-civilizacao-do-petroleo-acabar/54178/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/petrobras-diario-de-um-boicoteiro-vao-aumentar-novamente-o-preco-dos-combustiveis/54140/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-preco-dos-combustiveis-petrobras-o-poco-sem-fundo-e-o-barril-furado/54314/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/por-que-a-administracao-de-dilma-ira-fracassar/54735/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/e-a-auto-insuficiencia-administrativa-do-petismo-no-petroleo-e-em-tudo-mais/55005/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/e-a-auto-insuficiencia-administrativa-do-petismo-no-petroleo-e-em-tudo-mais/55005/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-ideologia-continua-a-importunar-a-evolucao-socioeconomica-e-humanista-do-brasil/56023/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/adotando-a-meritocracia-nas-atividades-administrativas-governamentais/55965/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/pt-o-partido-da-desconstrucao-nacional-o-programa-da-administracao-zero-paz/57361/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/dilma-enfim-e-vista-como-pessima-administradora-e-capataz-federal-do-petismo/59018/
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14/07/2010 - 08h23 - FOLHA UOL 
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/766630-petrobras-perde-14-do-valor-em-bolsa-com-incertezas-sobre-capitalizacao.shtml 
Petrobras perde 1/4 do valor em Bolsa com incertezas sobre capitalização 
Publicidade DE SÃO PAULO 

As incertezas que envolvem o processo de capitalização da Petrobras provocaram nos últimos meses uma desvalorização intensa das ações da estatal, ampliando as pressões que o governo sofre para definir as condições em que a operação será feita, informam Ricardo Balthazar e Samantha Lima, em reportagem na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal). 

Análise: Petrobras ainda é um bom investimento A Folha apurou que de janeiro até ontem, o valor de mercado da Petrobras diminuiu 24,49% em dólares, segundo a agência Bloomberg. 
Os papéis da estatal se desvalorizaram mais que os de outras companhias de petróleo internacionais. Só 89 mil trabalhadores poderão usar o FGTS na capitalização da Petrobras Ação da Petrobras é melhor opção para longo prazo Investidores mostram cautela com capitalização da Petrobras, diz "NYT" A única grande empresa do setor com desempenho pior que o da Petrobras neste ano é a BP, cujo futuro é ameaçado por custos decorrentes do desastre ambiental causado pela explosão de uma de suas plataformas em abril, no golfo do México. 

O valor de mercado da BP caiu 30,57% neste ano. As ações de outras empresas do setor, como a americana Exxon Mobil, controladora da Esso no Brasil, e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell, também se desvalorizaram, mas sofreram perdas menores. A Petrobras está apanhando dos investidores porque eles ainda não sabem o preço que terão de pagar para participar do processo de capitalização da empresa. 

O governo promete fazer a operação até o fim de setembro, mas a data ainda não foi marcada. 
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A estagnação da Petrobrás
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-estagnacao-da-petrobras-,897791,0.htm 
09 de julho de 2012 | 3h 06
O Estado de S.Paulo

A incapacidade da Petrobrás de atingir as metas de extração de petróleo e gás fixadas por sua administração superior se tornou uma marca do modelo de gestão da empresa desde que o PT passou a controlá-la. De 2003, primeiro ano do governo Lula, até 2011, já no governo Dilma, em nenhum ano as metas foram alcançadas. 

Trata-se de incapacidade gerencial sistemática, que produz fracassos igualmente sistemáticos. 
Com a produção praticamente estagnada nos últimos três anos - período em que o PIB brasileiro cresceu mais de 10% -, a empresa está montando um plano de emergência para tentar recuperar sua eficiência.

O choque de realismo nos programas e nas metas da Petrobrás, anunciado por sua presidente Graça Foster, é uma boa indicação de que uma nova orientação está sendo imprimida à gestão da estatal. Mas será difícil e demorado remover o peso da herança deixada pelo governo Lula, que usou a empresa para alcançar objetivos políticos. 

Planos mirabolantes foram anunciados, mas quase nunca executados - e, quando isso ocorreu, os atrasos e os aumentos de custo foram muito grandes.

À lista de fracassos como o descumprimento das metas de extração, mostrado em reportagem do Estado (1/7), podem ser acrescentados vários outros. Anunciados para agradar a governadores e políticos das regiões que seriam beneficiadas, os planos de construção do complexo petroquímico do Rio (Comperj) e das refinarias do Maranhão, do Ceará e de Pernambuco renderam ao ex-presidente a oportunidade de lançar pedras fundamentais e aparecer como grande realizador de obras, mas nada renderam para a população.

Passados vários anos da exploração política da necessidade de ampliar a capacidade de refino da Petrobrás, pouca coisa avançou. As refinarias do Maranhão e do Ceará mal saíram do papel. A Comperj é um imenso canteiro de obras que não têm prazo de conclusão.

A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi anunciada como resultado da sociedade entre a Petrobrás e a venezuelana PDVSA, de acordo com os delírios terceiro-mundistas e bolivarianos do ex-presidente. Mas até agora o presuntivo sócio venezuelano não aplicou nenhum tostão nessa obra que está muito atrasada (deveria ter sido inaugurada em 2011, mas só ficará pronta em 2014) e que deveria custar US$ 4 bilhões, mas exigirá US$ 17 bilhões.

A Petrobrás perdeu eficiência e não ampliou sua produção nem sua capacidade de refino. Ela tem sido obrigada a importar cada vez mais combustíveis para abastecer o mercado doméstico. A reação imediata dos investidores diante do quadro real da empresa apresentado por sua presidente, no cargo há apenas cinco meses, não poderia ser outra senão a decepção e a desconfiança.
A estagnação de sua produção, que a está forçando a adotar um plano de emergência, é apenas uma das faces das múltiplas consequências da gestão imposta à empresa de 2003 até o início deste ano. Buscam-se explicações técnicas para a situação a que ela chegou. Atribuiu-se à queda da eficiência operacional na Bacia de Campos – a principal do País e responsável por até 85% do petróleo consumido internamente – o problema hoje enfrentado pela Petrobrás. Na semana passada, sua presidente se referiu a essa questão ao expor o Plano de Negócios da empresa para os próximos cinco anos. "É preciso que aumentemos urgentemente a eficiência operacional da Bacia de Campos", disse Graça Fortes.
A ação tornou-se urgente porque nada foi feito desde que surgiram os sinais de que a produção de óleo e gás de grandes áreas produtoras da Bacia de Campos, como o Campo de Marlim, vinha diminuindo, com o aumento da proporção de água no volume de hidrocarbonetos extraídos. Para enfrentar o problema, a empresa anunciou a adoção do Programa de Aumento de Eficiência Operacional (Proef), voltado especificamente para a Bacia de Campos.

Ao declínio da taxa de recuperação de óleo e gás, normal em campos maduros, é muito provável que tenha se somado a perda de eficiência - que agora, sob os olhos ainda desconfiados dos investidores, sua direção anuncia que pretende recuperar - decorrente do uso político da empresa.

O POÇO SEM FUNDO da Petrobrás: Gastos Descontrolados, nunca fica devidamente Capitalizada
www.administradores.com.br
"Conversamos sobre o conceito de Conselheiro. É algo de sabedoria e domínio pleno do conhecimento sob a ação do aconselhamento. Ignorante só

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Você conhece mesmo o PT? Não? então aprenda.


O Foro de São Paulo tem avançado em praticamente todos os campos em que se dispôs a atuar e, com exceção de algumas incansáveis iniciativas ainda isoladas (e constantemente ignoradas pelos veículos de informação e o público geral), sua própria existência tem passado despercebida.

O Partido dos Trabalhadores governa oficialmente o Brasil desde 2003, quando Lula foi eleito presidente. Em dez anos, nunca antes da história deste país viu-se tanto desmando, tanto desbunde, tanto desbrio, tanto descalabro, tantos desvios de verbas e de caráter. O PT teve a proeza de destronar da vida pública de modo praticamente definitivo todas aquelas características que eram vistas, desde os idos da Grécia clássica, como essenciais para o exercício da política: verdade, hombridade, maturidade, honra e honestidade. Se antes aqueles que se desviavam dessa linha-mestra eram vistos como incidências abjetas na vida política brasileira, hoje o próprio desvio é que se transformou em linha-mestra.
Por mais que se repise essa constatação, há grande resistência por parte de uma multidão (para não dizer manada) de gente bem-intencionada, excessivamente ingênua e facilmente enganável, em admitir que, na última década, o nosso país piorou sob todos os aspectos – político, econômico, social, jurídico e cultural. O PT ainda é diuturnamente tratado como a grande vítima das próprias impropriedades que cometeu, como se os planos meticulosamente traçados para se obter e manter o poder no Brasil fossem ora apenas deslizes cometidos por uma minoria aloprada, ora métodos tortos cujo objetivo era apenas garantir o bem do povo ao se buscar a perpetuação do partido no governo.

Há um sem-número de documentos emitidos pelo próprio PT que indica de maneira incontestável o projeto de poder do partido. O radicalismo socialista troglodítico foi substituído por um radicalismo socialista sofisticado, cheio de finesse e com ares de alta intelectualidade, mas o objetivo continua sendo um e o mesmo: enredar a nação em seus tentáculos pegajosos indefinidamente. Esse afã pelo poder não é um “privilégio” apenas do Partido dos Trabalhadores aqui no Brasil: diversos outros partidos, organizações, institutos e que tais, aqui e lá fora, possuem o mesmo objetivo, e, ao contrário do que a insistência extraordinariamente estúpida de um exército de analistas e experts garante, esse objetivo é perseguido de modo muito bem articulado a nível internacional. A própria existência de uma organização como o Foro de São Paulo é, de per si, prova cabal desse fato.

Aliás, o próprio documento preparado pelo PT para o XVIII Encontro do Foro de São Paulo, que ocorre em Caracas ao longo dessa semana, é mais uma peça que explicita, naquela típica linguagem melifluamente “progressista e de esquerda”, os objetivos do PT. Todas as citações que aqui farei são traduções livres de trechos do documento do partido, que foi divulgado em língua hispânica.

O primeiro grande destaque do documento é a defesa da necessidade de se instrumentalizar organizações variadas da sociedade civil para que o PT continue no comando da nação. Nesse sentido, o documento afirma que “o PT terá de dedicar-se com mais empenho a organizar as camadas populares, em particular os trabalhadores assalariados, em sindicatos, movimentos populares urbanos e rurais, associações femininas, movimentos de juventude, instituições desportivas e culturais, e em um sem-número de formas criadas por iniciativa das classes e camadas populares.” Quem aponta isso é o próprio presidente nacional do partido, Rui Falcão, que complementa:
Somente com a participação ativa dessas camadas populares, o PT e o governo poderão vencer as resistências que os setores conservadores, na sociedade, no Congresso e inclusive em setores do aparato do Estado, interpõem às reformas indispensáveis ao plano de desenvolvimento econômico e social que façam do Brasil um país verdadeiramente soberano, independente, e com um povo material e culturalmente avançado.
Notem que “PT” e “governo” são utilizados como se fossem a mesma coisa, partes indissociáveis do mesmo organismo. Esse tom é mantido ao longo de todo o documento: o Partido dos Trabalhadores é visto indisfarçavelmente como o único membro legítimo do governo – ou seja, o PT é o governo. Essa visão é acompanhada sempre e em toda parte pela defesa da superioriedade moral do partido, uma vez que ele é o único que pode tornar o Brasil “culturalmente avançado”.
O PT – que, à guisa de personagem orwelliana, será doravante denominado apenas por Partido, com maiúscula – não objetiva, entretanto, o governo, e quem lembra isso muito bem é Iole Ilíada, secretária de relações internacionais do Partido. A conquista do governo não garante a conquista do poder – algo que, segundo Gramsci, dependia da correlação de forças (rapporti di forze) entre burguesia e proletariado. O objetivo do Partido no governo seria, portanto, atuar na alteração da correlação de forças, ou seja, “deslocar a burguesia como classe hegemônica e dominante” e “transferir poder (em suas várias formas: político, econômico, cultural etc.) às classes trabalhadoras”. O Partido, como já se desconfiava, não está no governo para melhorar a vida da população e trabalhar efetivamente para o desenvolvimento nacional: “vale a pena ser governo quando a esquerda é capaz de usar sua presença como um fator de deslocamento da correlação de forças a favor dos trabalhadores”. E Iole é enfática: “Não se trata aqui de pensar em uma alteração da correlação de forças que gradualmente nos conduza do capitalismo ao socialismo, mas em um processo de acumulação de forças que, em algum momento, pode tornar possível a ruptura desejada.”
Há um nome que define muito bem a “ruptura desejada” que o Partido tanto almeja: revolução. Não falamos aqui daquela revolução tradicional, com sublevação armada e derramamento de sangue, ao modo das revoluções francesa e russa, mas de revolução cultural, estrutural, gramsciana. Continua Iole:
O reconhecimento dessa falta de transferência efetiva de poder aos trabalhadores é importante porque a presença da esquerda no governo pela via eleitoral, por mais que a queiramos duradoura, pode ser transitória. Isso faz com que seja necessário que as mudanças se convertam em transformações estruturais, de difícil reversão por parte de governos de direita que nos possam suceder. Mais ainda, tal reconhecimento é importante para ampliar a consciência e a capacidade de organização, intervenção social e luta dos trabalhadores, de modo que a acumulação de forças possa apontar para a necessidade de conquistar não apenas o governo, mas também o poder.
Extrapolando o contexto nacional, o partido reafirma em quase todos os parágrafos do documento ao XVIII Encontro do Foro de São Paulo seu compromisso com a integração regional – não de países, não de nações, mas de organizações “progressistas e de esquerda”, de modo a formarem uma plataforma comum com engrenagens bem azeitadas que girem na sincronia necessária para tingir de rubro todo o subcontinente. Renato Simões, secretário de movimentos sociais do Partido, explica como isso é visto (e quisto) pelo Partido:
Em sua grande maioria, os partidos progressistas e de esquerda da América Latina se organizam no Foro de São Paulo, cuja influência política vem crescendo, ano após ano, para suas responsabilidades partidárias, seja como membros de governos eleitos, seja como as principais forças de oposição a governos neoliberais. [...]

Em vários países, os movimentos sociais buscam avançar em sua organização, superando fragmentações e pulverizações marcadamente impostas pela hegemonia neoliberal. Eles buscam eixos políticos mais nítidos e unificados para incidir na correlação de forças na sociedade e frente aos governos nacionais. No Brasil, há um importante esforço no sentido de consolidar a CMS – Coordenação dos Movimentos Sociais, que hoje integra os movimentos sociais mais representativos do país. [...]

A recente instalação de uma Comissão de Movimentos Sociais junto ao Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo mostra que estamos atentos aos desafios de consolidar estruturas próprias para o diálogo partidário com os governos e movimentos sociais. Como disse a companheira Dilma Rousseff em seu discurso ao Diretório Nacional do PT, antes de assumir a presidência da República, em um terceiro período de governo é essencial aceitar as relações entre o Partido, o Governo e os Movimentos Sociais, trincheiras de uma mesma luta, espaços estratégicos para um mesmo projeto, essencial para a transformação de nossa sociedade.
Uma vez mais, tocamos aqui na simbiose orgânica necessária para a conquista do poder no Partido e sua manutenção: comandar o governo e cooptar os movimentos sociais. O que se busca é a pura instrumentalização ideológica de todos os meios disponíveis para que o Partido tenha controle total e irrestrito sobre a nação. Essa conclusão não é fruto de um delírio que brota de uma mente conservadora (e, portanto, patologicamente perturbada), mas apenas de simples interpretação de texto: é isso o que está escrito, e de modo claro e cristalino.

No entanto, a conquista da hegemonia, dentro da visão gramsciana que permeia o Partido integralmente, só se pode dar de modo seguro e duradouro através da atuação de intelectuais orgânicos – “intelectuais que, além de especialistas na sua profissão, que os vincula profundamente ao modo de produção do seu tempo, elaboram uma concepção ético-política que os habilita a exercer funções culturais, educativas e organizativas para assegurar a hegemonia social e o domínio estatal da classe que representam (Gramsci, 1975, p. 1.518). Conscientes de seus vínculos de classe, manifestam sua atividade intelectual de diversas formas: no trabalho, como técnicos e especialistas dos conhecimentos mais avançados; no interior da sociedade civil, para construir o consenso em torno do projeto da classe que defendem; na sociedade política, para garantir as funções jurídico-administrativas e a manutenção do poder do seu grupo social” (SEMERARO, 2006). 
Como garantir, então, que haja tais intelectuais orgânicos que, ao longo das décadas, atuem para a conquista e a manutenção do poder por parte do Foro de São Paulo? Carlos Henrique Árabe, secretário de formação do Partido, relembra que, durante o XV Encontro do Foro de São Paulo, no México, ocorreu a primeira reunião de escolas e fundações do FSP, que apontou para a necessidade de “abordagem, vinculação, intercâmbio e cooperação entre as fundações, universidades, escolas de formação e outras entidades educacionais e de treinamento dos partidos integrantes do Foro de São Paulo, nas áreas de investigação, formação e divulgação.” O objetivo central eleito pelas organizações que participaram dessa reunião foi a criação da Escola Latinoamericana de Formação Política, uma universidade internacional do Foro de São Paulo para a formação de quadros partidários, lideranças de ONGS e movimentos sociais e, de modo particularmente especial, intelectuais orgânicos.

O Foro de São Paulo tem avançado em praticamente todos os campos em que se dispôs a atuar e, com exceção de algumas incansáveis iniciativas ainda isoladas (e constantemente ignoradas pelos veículos de informação e o público geral), sua própria existência tem passado despercebida. O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, um dos artífices do documento do Partido para o encontro do FSP, faz questão de lembrar: “As mudanças profundas que vêm experimentando nossos países há anos, sobretudo onde as esquerdas estão no governo, são resultado de dinâmicas internas, evidentemente. No entanto, elas também são consequências de um processo político coletivo que teve no Foro um lugar privilegiado.”
A UNASUL (União das Nações Sul-Americanas), a CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), a Telesur, a ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), todas essas iniciativas foram gestadas no ventre do Foro de São Paulo. Todas as ações desses grupos são unívocas e convergem para o mesmo objetivo: o controle total do subcontinente americano por uma verdadeira camarilha de genocidas em potencial. Quando se atam os elos soltos, que aparentemente nada tem a ver uns com os outros, vê-se com clareza quão bem se encaixam e como a corrente que formam é coesa e aprumada. E é justamente a ausência de qualquer esforço em larga escala para divulgar os planos do Foro de São Paulo que faz do (ingrato) trabalho daqueles que se propõem a monitorar os passos desse grupo algo tão precioso e necessário. E é um trabalho que precisa melhorar: devemos aumentar a capilaridade do fluxo de informações sobre o Foro de São Paulo e estimular outras iniciativas (dentro e fora do Brasil) que objetivem ao desmascaramento do grupo.
Já escrevi em outros textos e volto a afirmar: estamos em guerra. Cedo ou tarde, ela baterá com força à nossa porta, e, aí, já não poderemos fazer mais nada.

Felipe Melo edita o blog da Juventude Conservadora da UnB.


O texto do Felipe Melo retrata muito bem a guerra que estamos vivendo, um partido que não é democrático, que só  se interessa pelo PODER, Controle de TODOS E TUDO e tem como OBJETIVO A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.