sábado, 22 de fevereiro de 2014

Cartilha petista para explorar os "rolezinhos"

Abram os olhos, o PT gestou esta crise para impor o comunismo no Brasil, a Omissão da Verdade foi montada para intimidar os militares, a lei do racismo para enquadrar as resistências como crimes de racismo. O PT é muito nazista, muito comunista.


Veja na matéria abaixo quem está enquadrando o polícia:  O "secretário geral", que é o chefe supremo do sistema comunista, a ministra para conflito homossexual e a ministra da raça ariana invertida. Tem ainda aquela Maria que nunca foi do Rosário, que está à procura de um mártir para brandir sua fúria contra a sociedade.


O ativismo racial encampou o rolezinho, a máquina os sites de propaganda do estalinácio com manchetes associando o rolezinho a racismo. O PT comanda uma Klu Klux Klan invertida no Brasil. Hitler tinha sua juventude hitlerista, o PT providenciou estes ativismos para fazer o mesmo. O STF também participou disto, o Joaquim Barbosa faz parte deste jogo. O Papa Francisco alertou a todos sobre os ativismos, está tudo muito claro. 

O PT faliu o Brasil, terminou as "reformas" que os tucanos haviam começado. Tomaram decisões para tirar mais proveito de conflitos sociais no Brasil e obscurecer as responsabilidades do roubo praticado no Tesouro Nacional, nas Empresas Estatais e nos Fundos de Pensão.

O Financial Times deu o alerta vermelho para não investir mais dinheiro no Brasil. A quebradeira vai começar, a Copa promete ser o maior fracasso de todos os tempos e a Petrobras está quebrada. 
Desde 2011, US$ 35 bilhões já foram perdidos por conta da diferença entre o preço pago pelos combustíveis importados e o faturado pela venda aqui no Brasil, para salvar os lucros da indústria automobilistica (ver abaixo).





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Atenção, governadores e comerciantes! Governo do PT faz cartilha para culpar antecipadamente as polícias militares e seguranças por problemas com rolezinhos.

29.01.2014 - Nota à Imprensa: Governo Federal recebe lojistas de shoppings e abre diálogo sobre rolezinhos
Depois do encontro entre os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), Marta Suplicy (Cultura), Luzia Barros (Igualdade Racial) dirigentes de shoppings, o Executivo federal divulgou nota oficial na qual relata que, na reunião, os participantes consideraram a necessidade de "reorientar" padrões de "atuação e cultura" das forças de segurança do país para evitar atos de discriminação e preconceito durante rolezinhos e atos públicos.

"[Os participantes] consideraram também a necessidade da reorientação dos padrões de atuação e da cultura das forças de segurança, nos diversos níveis da federação, no sentido de evitar posturas preconceituosas e discriminatórias ou ações inadequadas e desproporcionais", enfatizou a nota. Gilberto Carvalho, aquele genial estrategista das maiores armadilhas contra os direitos civis, chegou a sugerir que os rolezinhos são uma oportunidade de vendas, que os shoppings, abrindo, vão vender mais.

A nota informa que para tentar evitar reações desproporcionais, o governo federal está elaborando uma cartilha com orientações para policiais de como se comportar em manifestações. O documento ainda está sendo discutido no Ministério da Justiça e depois ainda precisará ser aprovado pela Casa Civil.

Entenderam a jogada? O Governo Federal saúda os rolezinhos, joga a responsabilidade em cima dos shoppings e a culpa por qualquer excesso no colo da segurança privada e das polícias militares. Agora só falta avisar os ditos "movimentos sociais" para promoverem rolezinhos chapa-branca com o objetivo de criminalizar a polícia em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros estados onde eles querem ganhar as eleições. O Governo Federal lava as mãos e prepara a lama para jogar em cima dos adversários políticos.


Fonte: http://coturnonoturno.blogspot.com.br/



Subject: Documentário "Eu só quero conhecer o Shopping" (filmado no ano 2000) e o "Rolezinho" hoje

O que acham disso tudo? O pequeno filme é muito eloquente, feito agora e baseado em evento do ano 2000, atualíssimo devido aos rolezinhos de agora.








Causes




Posted By: Vinicius Ribeiro (campaign leader)
Amigos,
125 anos atrás, em 1888 – depois de quase quatro séculos de escravismo – o povo afro-brasileiro (ambos negros e mestiços) finalmente ganhou sua liberdade das plantações de café e açúcar, e, também, das senzalas. Mas isso não significou uma melhoria extraordinária em suas vidas. Para citar o antropólogo Darcy Ribeiro (1995: 222):
"As atuais classes dominantes brasileiras, feitas de filhos e netos dos antigos senhores de escravos, guardam, diante do negro, a mesma atitude de desprezo vil. Para seus pais, o negro escravo ou forro, bem como o mulato, eram mera força energética, como um saco de carvão, que desgastado era substituído facilmente por outro que se comprava. Para seus descendentes, o negro livre, o mulato e o branco pobre são também o que há de mais reles, pela preguiça, pela ignorância, pela criminalidade inatas e inelutáveis. Todos eles são tidos consensualmente como culpados de suas próprias desgraças, explicadas como características da raça e não como resultado da escravidão e da opressão. Essa visão deformada é assimilada também pelos mulatos e até pelos negros que conseguem ascender socialmente, os quais se somam ao contingente branco para discriminar o negro-massa."
"A nação brasileira, comandada por gente dessa mentalidade, nunca fez nada pela massa negra que a construíra. Negou-lhe a posse de qualquer pedaço de terra para viver e cultivar, de escolas em que pudesse educar seus filhos, e de qualquer ordem de assistência. Só lhes deu, sobejamente, discriminação e repressão"
Tendo isso em mente, gostaria de recomendar-lhes o documentário "Eu só quero conhecer o Shopping", filmado em 2000, que mostra em imagens o que Darcy descreveu em palavras. Mostra que, mesmo depois de passado mais de um século desde a abolição, a nossa sociedade pouco mudou.Mostra, também, de onde provém a crença de muitos políticos e magistrados que, ainda hoje, acreditam merecer mais do que a maioria da população brasileiro pelo trabalho que fazem para a sociedade (ou será mesmo para a sociedade?).
É esse o Brasil que queremos?
Termino essa atualização com a seguinte frase (retirada do documentário):
“As portas do Rio-Sul não são a mesma coisa quando entro e depois quando eu saio. Ou, quando passo em frente, desempregado. Ou ainda, quando nunca entrei ou sai, mas permaneço, quase sem nada”.
Att,
Vinicius
PS: O jornal Folha de S. Paulo publicou um artigo interessante sobre os "rolezinhos", o qual também recomendo a leitura.
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