segunda-feira, 11 de março de 2013

Um partido que destrói- Denuncia de 2006 pouco ventilada pela mídia e abafada- vassoura de bruxa que destruiu lavouras de cacau foi golpe do PT.

Um partido que destrói,  esse é o ParTido Oficial dos criminosos no poder que se intitula "dos Trabalhadores". Na verdade de trabalhadores não tem nada, um partido socialista-comunista fundado por intelectuais de esquerda com diversas correntes do marxismo ao trostkysmo cujo principal interesse é a implantação de uma ditadura e não o desenvolvimento do país e do povo muito menos democracia. A ditadura do proletariado está sendo implantada segundo os ensinamentos de Gramsci e estratégia do foro de São Paulo  , infelizmente o povo e as cabeças pensantes do Brasil estão entorpecidos e totalmente cegos que não enxergam um palmo a frente do próprio nariz, do próprio umbigo.

Os banqueiros e empresários tendo lucros exorbitantes com a politica expancionista do crédito,aparelhamento do estado, a classe politica, sindicatos e entidades estudantis corrompidas, forças armadas e policias sucateadas.

Para complementar as tentativas de controlar o MP, a imprensa, a internet e as redes sociais, restando apenas outros dois itens reforma do código penal(verdadeira apologia ao crime organizado) e a PL122.

Em defesa da democracia, liberdade de expressão a OCC Alerta Brasil continuará apresentando as verdades que o povo e toda a sociedade brasileira, não pode esquecer em momento algum esquecer os crimes cometidos por partidos políticos e seus integrantes.

Assim publicamos denuncia pouco ventilada pela mídia e logo abafada em 2006!!! vassoura de bruxa que destruiu  cacaueiros em Ilheús, mais uma  golpe do PT contra o Brasil. Isso é crime de lesa pátria.


Histórico:

No início dos anos 90, na Bahia, muitos fazendeiros devem ter pensado até se não estavam sendo alvo de algum feitiço. E não estavam completamente equivocados, tratava-se de uma praga, chamada vassoura-de-bruxa, que veio a destruiu plantações inteiras de cacau - fruto que dá origem ao chocolate, levando à falência os antes ricos coronéis, como eram conhecidos os donos dessas fazendas.

Até meados da década de 20, o Brasil era o maior produtor de cacau do mundo. No final dos anos 80, ainda ocupava o segundo lugar, perdendo apenas para a Costa do Marfim, na África. Hoje, o Brasil contribui apenas com míseros 4% da produção mundial, ficando em quinto lugar em produção e em consumo.

Causada pelo fungo Moniliophtera perniciosa (antes chamado de Crinipellis Perniciosa), a vassoura-de-bruxa tem esse nome porque deixa os ramos do cacaueiro secos como uma vassoura de piaçava velha. A doença foi descoberta em 1895, no Suriname, e já tinha demonstrado o seu poder devastador ao atingir, em 1920, as lavouras de cacau do Equador.

Quando chegou à Bahia, em 1989, a praga foi o fim para os produtores baianos, que enfrentavam ainda uma crise com a imensa queda do preço do cacau no mercado internacional. Só para se ter uma ideia dos estragos, a produção, que foi de cerca de 400 mil toneladas em 1988, caiu para cerca de 120 mil em 2000.


 A queda da produção e o aumento do consumo fizeram com que o Brasil, a partir de 1998, já não fosse capaz nem mesmo de produzir cacau em quantidade suficiente para atender o mercado interno. O país então deixou de ser exportador, fornecedor de cacau, e tornou-se importador. Atualmente, o maior produtor de cacau é a Costa do Marfim, seguido de Gana, Indonésia e Nigéria.

A vassoura-de-bruxa continua sendo um sério problema para agricultores e pesquisadores, que têm buscado um meio de combater a praga. Uma das formas de controle é enxertar mudas de plantas resistentes à vassoura-de-bruxa em plantas sensíveis à doença. Para isso, aproveita-se a raiz da planta doente, que é unida por uma fita ao caule da planta resistente, formando, assim, uma nova planta sadia.

Essa e outras técnicas, no entanto, têm um custo elevado e nem sempre apresentam bons resultados. E a contaminação se dá da forma mais perversa, se espalha rapidamente através do vento e da água...

De início os fazendeiros e técnicos ainda movidos por um certo grau de ingenuidade compreensível imaginaram terem sido vítimas de uma cruel sabotagem na luta por um maior espaço internacional no comércio de cacau, a concorrência revestia-se como pano de fundo motivador do episódio... Suspeitaram à priori de países como Gana e Costa do Marfim, países que disputavam a hegemonia do cacau com o Brasil no mercado internacional... Pois bem, se os indícios apontavam para a deslealdade concorrencial alienígena, dezessete anos depois foi-se descobrir que a praga respondia por uma sigla, que até hoje segue os ensinamentos de Maquiavel, onde os fins sempre justificam os meios...

Segue abaixo trecho rico por seus detalhes, que a Veja publicou em 2006 e que desvenda que o monstro que está no poder e destrói o Brasil:
Roberto Setton
O fazendeiro Ozéas Gomes, que viu seu negócio murchar com a praga: "Fiquei com muita raiva"
Em quatro entrevistas a VEJA, o técnico em administração Luiz Henrique Franco Timóteo, baiano, 54 anos, contou detalhes de como ele próprio, então ardoroso militante esquerdista do PDT, se juntou a outros cinco militantes do PT para conceber e executar a sabotagem. 

O grupo, que já atuava em greves e protestos organizados na década de 80 em Itabuna, a principal cidade da região cacaueira da Bahia, pretendia aplicar um golpe mortal nos barões do cacau, cujo vasto poder econômico se desdobrava numa incontrastável influência política na região. 

O grupo entendeu que a melhor forma de minar o domínio político da elite local seria por meio de um ataque à base de seu poder econômico – as fazendas de cacau. "O imperialismo dos coronéis era muito grande. Só se candidatava a vereador e prefeito quem eles queriam", diz Franco Timóteo. 

A idéia, diz ele, partiu de Geraldo Simões, figura de proa no PT em Itabuna que trabalhava como técnico da Ceplac, órgão do Ministério da Agricultura que cuida do cacau. Os outros quatro membros do grupo – Everaldo Anunciação, Wellington Duarte, Eliezer Correia e Jonas Nascimento – tinham perfil idêntico: eram todos membros do PT e todos trabalhavam na Ceplac. Franco Timóteo conta que, bem ao estilo festivo da esquerda, a primeira reunião em que o assunto foi discutido aconteceu num bar em Itabuna – o Caçuá, que não existe mais. Jonas Nascimento explicou que a idéia era atingir o poder econômico dos barões do cacau. 

Geraldo Simões sugeriu que a vassoura-de-bruxa fosse trazida do Norte do país, onde a praga era – e ainda é – endêmica. Franco Timóteo, que já morara no Pará em 1976, foi escolhido para transportar os ramos infectados. "Então eu disse: 'Olha, eu conheço, sei como pegar a praga, mas tem um controle grande nas divisas dos estados'." Era fim de 1987, início de 1988. 

Apesar do risco de ser descoberto no caminho, Franco Timóteo foi escalado para fazer uma primeira viagem até Porto Velho, em Rondônia. Foi de ônibus, a partir de Ilhéus. "Em Rondônia, qualquer fazenda tem vassoura-de-bruxa. Nessa primeira viagem, peguei uns quarenta, cinqüenta ramos. Coloquei num saco plástico e botei no bagageiro do ônibus. Se alguém pegasse, eu abandonava tudo." Nos quatro anos seguintes, repetiria a viagem sete ou oito vezes, com intervalos de quatro a seis meses entre uma e outra. "Mas nas outras viagens trouxe os ramos infectados num saco de arroz umedecido. 

Era melhor. Nunca me pegaram." Franco Timóteo conta que, quando voltava para Itabuna, entregava o material ao pessoal encarregado de distribuir a praga pelas plantações. A primeira fazenda escolhida para a operação criminosa chamava-se Conjunto Santana, ficava em Uruçuca e pertencia a Francisco Lima Filho, então presidente local da União Democrática Ruralista (UDR) e partidário da candidatura presidencial de Ronaldo Caiado. 

Anderson Schneider


Francisco Lima, ex-presidente da UDR, 
foi a primeira vítima: de barão
 a vendedor de cerveja

Membro de uma tradicional família cacaueira, Chico Lima, como é conhecido, tinha o perfil ideal para os sabotadores: era grande produtor e adversário político. "Chico Lima era questão de honra para nós", diz Franco Timóteo. Foi justamente na fazenda de Chico Lima que foi encontrado o primeiro foco de vassoura-de-bruxa, em 22 de maio de 1989 – e a imagem dos técnicos, no exato momento em que detectam a praga, ficou registrada numa fita de vídeo à qual VEJA teve acesso. Como medida profilática os técnicos decidiram incinerar todos os pés de cacau da fazenda. Chico Lima ficou arruinado. 

Hoje, arrenda as terras que lhe restam e vive dos lucros de uma distribuidora de bebidas. Informado por VEJA da confissão de Franco Timóteo, ele lembrou que sempre se falou de sabotagem – mas de estrangeiros – e mostrou-se chocado. "Isso é um crime muito grande, rapaz. Os responsáveis têm de pagar", disse. Os ataques às fazendas, todas situadas ao longo da BR-101, aconteciam sempre nos fins de semana, quando diminui o número de funcionários. 

O grupo tinha o cuidado de usar um carro com logotipo da Ceplac para criar um álibi: se eles fossem descobertos por alguém, diriam que estavam fazendo um trabalho de campo. "A gente chegava, entrava, amarrava o ramo infectado no pé de cacau e ia embora. 

O vento se encarregava do resto", conta Franco Timóteo. Para dar mais verossimilhança a uma suposta disseminação natural da vassoura-de-bruxa, o grupo tentou infectar pés de cacau numa lavoura mantida pela própria Ceplac. Não deu certo, devido à presença de um vigia, e o grupo acabou esquecendo, no atropelo da fuga, um saco com ramos infectados sobre a mesa do escritório da Ceplac. 

A operação criminosa, por eles apelidada de "Cruzeiro do Sul", desenrolou-se por menos de quatro anos – de 1989 a 1992. "No início de 1992, parou. Geraldo Simões disse que a praga estava se propagando de forma assustadora. Não precisava mais." Mas, na mesquinharia política dos sabotadores, o plano foi um sucesso. Em 1992, no primeiro pleito depois da devastação, Geraldo Simões elegeu-se prefeito de Itabuna pelo PT – e presenteou os quatro companheiros de sabotagem com cargos em sua gestão. 
Haroldo Abrantes/Ag. A Tarde
Beto Barata/AE
Geraldo Simões: ascensão política depois da sabotagemEveraldo Anunciação: cargo no governo federal

Everaldo Anunciação foi nomeado secretário da Agricultura – cargo que deixaria dois anos depois, sendo substituído por Jonas Nascimento, o outro petista sabotador. Wellington Duarte, também membro do grupo da sabotagem, ficou como chefe-de-gabinete do prefeito. E Eliezer Correia ganhou o cargo de secretário de Administração e Finanças. 

Como não pertencia ao PT, Franco Timóteo não ganhou cargo algum na prefeitura. Em 1994, com o recrudescimento de suspeitas de que a vassoura-de-bruxa fora uma sabotagem, ele resolveu deixar Itabuna e mudar-se para Rondônia. O prefeito lhe deu um cheque de 250.000 cruzeiros reais (o equivalente a 800 reais hoje) para ajudar nas despesas da viagem – paga, para variar, com dinheiro público. 

A operação consta da contabilidade da prefeitura, em que está registrada sob o número 2 467, e informa que o beneficiário era mesmo Franco Timóteo, mas, providencialmente, não há processo descrevendo o motivo do pagamento. "É estranho. Se havia algum processo, sumiu", diz o atual prefeito, Fernando Gomes, do PFL.

Os acusados desmentem categoricamente qualquer envolvimento na sabotagem e dizem até que nem sequer conhecem Franco Timóteo. "Nunca vi esse louco", diz Geraldo Simões, que, no governo Lula, ganhou a presidência da Companhia das Docas da Bahia, da qual se afastou agora para concorrer a deputado federal pelo PT. "Essa história toda é fantasiosa", diz Eliezer Correia, que continua cuidando de cacau e hoje é chefe de planejamento da Ceplac, em Itabuna. "É um absurdo", diz Wellington Duarte, que, no atual governo, foi promovido a um dos chefões da Ceplac em Brasília. Everaldo Anunciação, que foi nomeado para o cargo de vice-diretor da Ceplac, diz que não liga o nome à pessoa. Jonas Nascimento – demitido a bem do serviço público na década de 90, voltou numa função comissionada, em 2003, no Centro de Extensão da Ceplac em Itabuna – é o único que admite conhecer Franco Timóteo, mas nega a história. 

Talvez seja o único a contar um pedaço da verdade. Ouvido por VEJA, o publicitário Ithamar Reis Duarte, ex-secretário de Meio Ambiente na gestão do petista Geraldo Simões, conta que essa turma toda – Franco Timóteo e os petistas – é de velhos conhecidos. "Era um grupo que se reunia sempre para planejar ações", diz ele, que participou de alguns encontros. "Fazíamos reuniões até no meu escritório. Se alguém negar isso, estará mentindo."



Franco Timóteo, que confessa o crime: o plano era minar a influência política dos barões do cacau





Íntegra da denúncia registrada por Luiz Henrique Franco Timóteo

Eu Luiz Henrique Franco Timoteo, 55 anos de idade, brasileiro, solteiro, administrador de empresas, CPF nº 135.724.745-15, RG nº 761.597 SSP/BA, declaro para os devidos fins e efeitos legais que se fizerem convenientes:
Que presto as seguintes declarações de livre e espontânea vontade, consciente da responsabilidade, sem nenhuma coação e premiação, motivada pelo desejo de fazer justiça e responsabilizar os culpados por um ato terrorista cometido contra a Região Cacaueira do Sul da Bahia.

Que participei em 1987 de uma reunião no antigo bar e churrascaria Caçuá localizada na Praça Camacan em Itabuna, na qual a cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT) planejou a introdução e disseminação na Região Cacaueira da Bahia de uma devastadora doença do cacaueiro conhecida como vassoura-de-bruxa (VB).

Que desta reunião participaram cerca de oito a dez pessoas entre as quais estavam presentes: Geraldo Simões, ex-prefeito de Itabuna e atual presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Wellington Duarte, apelidado de Gamelão, atual titular da Superintendência para Bahia e Espírito santo, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Subes/Ceplac), Elieser Corrêa, conhecido como Catatau, atual chefe do Centro de Extensão e Educação - Cenex/Ceplac, Everaldo Anunciação ex-coordenador geral da Ceplac, Jonas Nascimento, conhecido como Jonas Babão, atualmente, encarregado de Assuntos Pedagógicos do Cenex/Ceplac, Josias Gomes atual deputado federal, entre outros.

Que nesta reunião Jonas Nascimento, da cúpula do PT, propôs ao grupo a introdução e disseminação da vassoura-de-bruxa na região cacaueira do Sul da Bahia, devido a que eles eram petistas e revolucionários.

Que outras razões dadas pelo grupo do PT para a introdução e disseminação da vassoura-de-bruxa na região cacaueira do sul da Bahia foram:

"Que eles não eram cacauicultores e que eles dependiam de emprego e de política revolucionária na região".

"Que a única forma de tomar o poder na região cacaueira era enfraquecer economicamente os produtores de cacau".

"Que a melhor forma de enfraquecer e quebrar o poder econômico dos produtores de cacau era a introdução e disseminação da vassoura-de-bruxa na região para o PT tomar conta".

Que, de acordo com o plano traçado por este grupo, o material infectado pela vassoura-de-bruxa foi trazido em 1987 de Ouro Preto do Oeste, Rondônia, em carro oficial por Jonas Nascimento e, posteriormente, de ônibus pelo declarante.
Que inicialmente ramos e frutos de cacau, infectados com vassoura-de-bruxa, e sementes germinadas de cupuaçu (como hospedeiros alternativo da vassoura-de-bruxa) foram colocadas sigilosamente numa roça de cacau da fazenda Boa Esperança de Selerino de Almeida, na estrada Buerarema/Sururu, a mais ou menos 8km de distância da cidade de Buerarema.

Que a vassoura-de-bruxa multiplicada nessa roça de cacau em Buerarema serviu de base para disseminações posteriores da região.

Que o critério estabelecido pelo grupo do PT para a dispersão da vassoura-de-bruxa foi disseminá-la primeiramente no centro da região cacaueira, em pontos estratégicos, com clima propício para a multiplicação rápida da doença e, posteriormente, nas outras localidades e em diferentes etapas de acordo com o material disponível. Desse modo, a natureza se encarregaria pela disseminação nos outros cacaueiros da região.

Que a escolha de fazendas para disseminação da doença seria em grandes fazendas com maior poder econômico.

Que esta operação era conhecida dentro do PT como Operação Cruzeiro do Sul com a estrela de quatro pontas significando que a vassoura-de-bruxa seria disseminada nos quatro pontos cardeais.

A doença foi disseminada no sul, na fazenda Santo Antônio de Luciano Santana em Camacan; ao norte, em Ibirapitanga, na fazenda Serra de Areia de Manoel Joaquim de Carvalho, em Travessão, na fazenda Monte Alegre de propriedade de Armindo Figueiredo conhecido como "Minduca" e numa fazenda pertencente à família Thiara em Ipiaú; no centro da Fazenda Conjunto Santana da família de Francisco Lima no Catolé (Uruçuca) e ao leste na fazenda Pancada Formosa de propriedade de Aristide Torre e na fazenda Santa Lúcia de Victor Maron, ambas em Ibicaraí.

Que durante 1988 a 1991, numa segunda e terceira etapas da operação, o declarante trouxe, de ônibus, mais material vegetativo infectado pela vassoura-de-bruxa das áreas de Jarú, Cacoal e Ariquemes, cidades localizadas no estado de Rondônia.

Que posteriormente e em várias ocasiões recolheram ramos de cacau infectados com vassoura-de-bruxa de diferentes fazendas que foram utilizados para a disseminação da doença em outras áreas da região.

Que na segunda e terceira etapas, a vassoura-de-bruxa foi disseminada nas principais fazendas localizadas aos dois lados de BR 101 e nas estradas transversais iniciando-se na fazenda de Ozéias Gomes em Buerarema; na fazenda dos Riela ao lado direito da BR 101 depois do Posto Cacau, fazenda Puaias, na Fazenda Porto Híbrido do ex-governador Roberto Santos, fazenda Monte Alto, fazenda Itacomcal de Valtério Teixeira; na estrada de Pratas/Jussarí na fazenda Alto da Graça, e mais adiante numa fazenda antes da fazenda Potumujú; na fazenda Contrato de Lauro Astolfo no entroncamento de Arataca; fazenda de Rogério Vargens depois da Serra Boa, fazenda Rainha do Sul de Mario Pinto; fazenda da família Moura e na fazenda de Gilberto situadas na antiga estrada Panelinha/Camacan; em alguma fazenda no ramal do Biscol; fazenda Santa Úrsula de Antônio Benjamin no entroncamento de Mascote; fazenda São Paulo na estrada de Camacan/Jacareci; em Pau Brasil na fazenda de Domingos Galvão; e também na fazenda de Marcelo Gedeon e na fazenda de Eolo Kamei, ambas localizadas na estrada Arataca/Una.

Que na mesma época de segunda e terceira etapas, a vassoura-de-bruxa foi disseminada na estrada Itabuna/Ilhéus na fazenda Primavera e na fazenda Alegrias ao lado da Universidade Estadual de Santa Cruz - Uesc. Na estrada de Uruçuca/Ilhéus na fazenda Convenção, na fazenda de Badaró e na fazenda Lagoa Pequena de Mendonça, localizada na região de Castelo Novo, na fazenda Bomfim de Otávio Muniz na região de Rio do Braço, Ilhéus e também na fazenda Boa Sentença de Ângelo Calmon localizada perto de Ferradas, na fazenda do juiz Élson Gottchalk em Inema e na fazenda Guanabara ao lado da fazenda Progresso em Itabuna.

Que apesar da decisão de infectar essas fazendas, ramos infectados com vassoura-de-bruxa eram pendurados nas árvores de cacau em várias fazendas por onde o grupo do PT passava, sempre pelo no final da tarde, em locais longe da sede das fazendas ou fora de moradias dos trabalhadores.

Que sempre tomavam todos os cuidados para que ninguém desconfiasse, assim, uma pessoa do grupo simulava urinar e outras pulavam cercas das fazendas, pendurando ou jogando ramos infectados com vassoura-de-bruxa nas copas dos cacaueiros, principalmente os localizados nas beiras das rodagens.
Que devido à rigorosa vigilância da sua administração, a única fazenda de grande porte que escapou da disseminação da doença foi a Unacau no município de São José de Vitória.

Que se dividiam em grupos de 4-5 pessoas, duas ou três vezes por semana, e utilizavam veículos particulares para disseminar a vassoura-de-bruxa em diferentes áreas da região.

Que o declarante Luiz Henrique, Jonas Nascimento e Elieser Correa levaram um saco contendo material infectado com vassoura-de-bruxa para que a doença também fosse disseminada nas plantações do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec/Ceplac). Isto tinha como objetivo dizer que a Ceplac tinha trazido a vassoura-de-bruxa para estudo e que da Ceplac tinha-se disseminado por toda a região cacaueira. Contudo, no momento que o saco com os ramos infectados pela vassoura-de-bruxa foi retirado do carro particular no final do expediente, apareceu de repente em vigilante e, com medo de serem flagrados e não havendo mais jeito para colocá-lo novamente no carro, este acabou sendo abandonado. Portanto, o saco encontrado no Cepec com vassoura-de-bruxa foi deixado no local, no final de 1989 ou início de 1990.

A ocorrência do saco com vassoura-de-bruxa encontrado no Cepec poderá ser confirmada nos arquivos da Ceplac, nos da Polícia Federal de Ilhéus e possivelmente no CNPC daquela época.

Que a operação foi feita na calada, estrategicamente para ninguém saber que a culpa foi do PT. O objetivo era colocar toda a culpa na Ceplac. Por isso era importante infectar as áreas experimentais do Cepec.

Que Geraldo Simões sempre participava das reuniões para dar a última ordem para execução do referido plano de disseminação, porém não participava fisicamente nas operações de disseminação da doença, contudo ele era uma espécie de coordenador e patrocinador da missão, como se fosse o chefão do grupo do PT.

Que Geraldo Simões ordenou ao grupo que se destruíssem todos os documentos que comprovavam as viagens para introdução e disseminação da enfermidade.
Que Geraldo Simões é o compadre de Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.

Que essa operação criminosa da introdução e disseminação da vassoura-de-bruxa foi executada durante o período de 1987 a 1992. Durante 1992, a disseminação da vassoura-de-bruxa foi realizada com material produzido na região.

Que na época da primeira administração de Geraldo Simões no cargo de prefeito da cidade de Itabuna (1992-1996), o declarante recebeu em 1993 ou 1994 um cheque nominal do Baneb com uma quantia significativa (o declarante não recorda a quantia exata, a qual talvez possa ser confirmada nas prestações de contas da prefeitura) na moeda em vigor naquela época no Brasil, para que o declarante sumisse da região para não servir como testemunha e desvendasse o segredo sobre a introdução e disseminação criminosa da vassoura-de-bruxa na região cacaueira do Sul da Bahia.

Que desde maio de 1994 o declarante saiu de Itabuna com medo de ser perseguido pelo grupo do PT e agora devido ao desastroso impacto sócio-econômico e ambiental na região, tomou coragem para denunciar o mistério e segredo sobre o terrorismo do PT, causador da miséria e crime contra a comunidade no Sul da Bahia.

Que existem outros participantes na disseminação da vassoura-de-bruxa na região (Operação Cruzeiro do Sul) que podem servir coo testemunhas.
Que se for preciso, provas materiais poderão ser apresentadas no ato da apuração dos fatos pelas autoridades competentes.

Que se for necessário, o declarante poderá identificar in loco algumas fazendas que foram contaminadas com a vassoura-de-bruxa na região.
Sem mais a declarar, confirmo o fato e assino esta declaração.
Itabuna (BA), 26 de setembro de 2005.
Luiz Henrique Franco Timoteo

























































































Hora de Reação


A VASSOURA DE BRUXA, introduzida criminosamente na região do cacau, que dizimou quase por inteiro a secular agricultura, que até o ano de 1966, representava quase 60% dos recursos do Estado e que durante 50 anos, deu, doou, ofertou, patrioticamente ao governo federal, 4,5 bilhões de dólares sob a forma de taxas extras, independente do pagamento de todas as taxas, impostos e tributos incidentes sobre a agricultura.

Por tanto desprendimento, a região está sendo obrigada a conviver com uma onda de 300 mil desempregados diretos, muitos deles, alistados hoje por prepostos do Governo do PT, como índios, quilombolas e sem terras.

Fato que deu início ao desmatamento sem freio da mata Atlântica, desaparecimento de manguezais e mananciais, sem falar que a região passou a ser o eldorado do tóxico, da prostituição e da violência, que transforma também, nossa outrora pujante região, numa situação de caos instalado.

Vivemos os tempos de PT, que tal qual o corcel de Átila rei dos Hunos, “onde pisa não nasce mais grama” O Brasil, sob o jugo político atual, está mergulhado num período obscurantista. Não nos cansamos de denunciar tal situação. “O Obscurantismo a bem dizer, não consiste em tornar público o que é verdadeiro, claro e útil, mas no por em circulação o que é falso”! 

Que fazemos nós brasileiros diante de tantas humilhações e constrangimentos? Nada, absolutamente nada, nos comportamos covardemente, ficamos o tempo todo com o “rabo entre as pernas”. Torna-se, pois, necessário que passemos a estudar formas de reação, pois é melhor morrer lutando do que viver vida de cão! Pedimos a todos que passem a meditar e a pensar sobre tudo que estamos vivenciando, nas humilhações e nos constrangimentos que nos estão sendo impostas e enfiados goelas abaixo. E o que é pior, tudo acontecendo sem esboço sequer, de qualquer tipo de reação por nossa parte. Chega de sofrimento, humilhações e constrangimentos! REAGIR É PRECISO!




fonte:http://www.lge.ibi.unicamp.br/~goncalo/Cacau/Denuncia_LuizTimoteo.pdf
          http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html
          http://www.alertatotal.net/2006/07/cpi-na-bahia-investigar-se-petistas.html