quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Eleições 2014 -PT estratégiamente lança duas candidatas para a presidência, isso é concorrência desleal, não? -ACORDEM

Eleições 2014

Após o fatídico acidente aéreo que causou a morte do candidato a presidência Eduardo Campos do PSB, partido comunista membro do Foro de São Paulo e filial do PT.

O mais engraçado é que aqueles que são de esquerda dizem que ele não era radical, era um esquerdista moderado.(não existe comunista moderado, comunista é comunista)

Evidências de que a queda do avião de Eduardo Campos foi um atentado -Assassinato,sabotagem ou apenas teoria da conspiração?

 Aonde há fumaça há fogo, e nesse caso muita fumaça para encobrir tudo até a caixa preta é petista, não sabe de nada, não ouviu nada, não gravou nada. Muitos indícios que levam a um acidente provocado ou seja um assassinato mesmo, não iremos saber a verdade por que os criminosos do poder agem de forma a deixar que casos como estes como mais uma estatística policial acidental ou criminal, exemplos são a morte de Celso Daniel, Toninho do PT(Campinas), mas tudo indica que os assassinos não são ligados ao PT, mas sim aqueles da oligarquia financeira internacional  que colocaram a Marina para levar a bandeira olímpica na abertura da Copa de Londres enviou lhe US$500 mil para fundar a Rede, dinheiro esse que foi lavado opsss teve sua entrada no Brasil via Banco Itaú.

Alguém já fez essa pergunta para Marina, para fooi de

 Os eleitores tem que pensar muito bem e fazer a sua escolha se querem realmente um Brasil com mudanças ou continuísmo.

O  comunista PSB, partido de aluguel da Rede de Corrupção outra filial do PT

A candidata preferida pelo Controlador - Rothschild está de volta ao pleito agora como candidata. 

Marina Silva? Cuidado!

Segue trecho de artigo do Percival Puggina publicado no mídia sem mascara.

 "Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial.

" Denunciar os terríveis malefícios prestados à Igreja Católica pela Teologia da Libertação (TL) faz parte dos deveres cívicos e religiosos que me impus desde que comecei a escrever para jornais, nos anos 80. A TL é uma versão comunista da teologia cristã, que serve ao comunismo e desserve à Igreja. Já levo 29 anos ratando, periodicamente, desse lastimável mas necessário tema.
Passadas quase três décadas, não encontrei motivo para corrigir uma linha sequer do que escrevi a respeito, muitas vezes incluindo no rol das minhas execrações vastos setores da hierarquia da Igreja instalados na CNBB, em alguns de seus órgãos e em segmentos de sua assessoria. Esses setores, nos anos 80, estavam mais preocupados com promover o PT e suas pautas. Agora estão mais preocupados com proteger os efeitos políticos sobre o PT das estripulias que esse partido promove com cotidiana dedicação.
Pois foi nesse mal coado e azedo caldo de cultura, cozido em água benta, que se formou Marina Silva, a senhora acreana que a morte de Eduardo Campos traz à ribalta desta eleição. Cuidado! A fala mansa da ex-vice de Eduardo Campos não se harmoniza com a rigidez e o radicalismo de suas posições. O dever cívico de conhecê-las não se cumprirá ouvindo o meigo discurso eleitoral que vem por aí. Há informações muito mais precisas e irrefutáveis na biografia da candidata.




A visão predominante de Marina Silva é profundamente marxista e sua vitória, assim como a vitória dos outros candidatos vermelhos, implica na continuação da possessão vermelha que oprime hoje o Brasil. Marina fala em tropeços de uma minoria. Insiste em afirmar que não rompeu com o petismo. “De jeito nenhum. Tenho um sentimento que mistura gratidão e perda em relação ao PT. Sair do partido foi, para mim, um processo muito doloroso. Perdi quase três quilos”. Ora, se romper com a corrupção emagrece, desconfio que todo petista optará pela obesidade.

A imprensa não fala nenhuma palavrinha a militância de Marina Silva no Partido Revolucionário Comunista (PRC), ligado ao PT, sob o comando dessa figura impoluta da política nacional.

Embora não aluda à sua militância no PRC — a palavra comunista virou palavrão — para bom entendedor a morena Marina deixa clara sua filiação ideológica: “Minha geração ajudou a redemocratizar o país porque tínhamos mantenedores de utopia. Gente como Chico Mendes, Florestan Fernandes, Paulo Freire, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, que sustentava nossos sonhos e servia de referência. Agora, aos 51 anos, quero fazer o que eles fizeram por mim. Quero ser mantenedora de utopias e mobilizar as pessoas”.

 O marido da Marina continua funcionário do PT. Seu primeiro alinhamento político deu-se com filiação ao Partido Comunista Revolucionário (PRC), célula marxista-leninista albergada no PT onde militou durante uma década. Foi fundadora da CUT do Acre e lá, filiada ao PT, conseguiu o primeiro de uma série de mandatos legislativos: vereadora em Rio Branco, deputada estadual, senadora em dois mandatos consecutivos. Em 2003, no primeiro mandato de Lula, assumiu a pasta do Meio Ambiente, onde agiu como adversária do agronegócio. Sua gestão deu-lhe notoriedade internacional e conquistou ampla simpatia de organizações ambientalistas europeias que agem com fanatismo anti-progressista em todo mundo, menos na Europa...

Foram cinco anos terríveis para o desenvolvimento nacional. No ministério, Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial. Os pedidos de licenças ambientais empilhavam-se, relegados ao descaso. Empreendimentos eram cancelados por exaustão e desistência dos investidores. Sempre irredutível, Marina incompatibilizou-se com governadores, com os setores empresariais e com a então ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foram cinco anos terríveis!

 De um leitor, a respeito da animosidade de Marina Silva para com o agronegócio: "Ela é uma praga de gafanhotos stalinistas reunidos numa pessoa só".


A sustentabilidade sem educação mantém o extrativista na floresta e a produção baixa. O objetivo é de que se produza pouco e tudo continue como está. O pobre catando as castanhas e o rico as comprando. O catador de siris não deve perder seu mangue, para que sempre cate seu siri e o venda por um preço digno, ao socialista rico. Essa é a perversão da sustentabilidade. O extrativista deve morar em uma área saneada e com escolas. Porque ele nasceu extrativista, ele tem que morrer extrativista?

Tanto que em meados do ano passado o jornalista e candidato a deputado federal do estado do PR, disse  'A pior coisa que pode ocorrer para o país é a Marina Silva, ela é pior que o PT'.


PT  e suas duas candidatas

COMUNISTAS CANDIDATAS DO PT/PSB(outra filial do PT) INTEGRANTES DO FORO DE SÃO PAULO PARA IMPLANTAR O COMUNISMO NO BRASIL.
VOCÊ QUER QUE O BRASIL VIRE CUBA OU VENEZUELA? VOCÊ APOIA ISSO?



Quem estimula o ódio no Brasil ?

Observe o discurso do político, sobretudo o da esquerda, que ataca muito a classe média e, às vezes, o operariado. Reparem que os intelectuais acadêmicos, sobretudo, nas dissertações de mestrado e teses de doutorado. Reparem também nas pesquisas que alertam que 50% dos estudantes universitários são considerados analfabetos funcionais. Finalmente, mas, não por último, analisemos quais organizações nacionais ou internacionais e a mídia que inviabilizam a ação da polícia e desarmam a população e, sobretudo, de onde vem o patrocínio financeiro dessas organizações. Ficará mais fácil compreender os atalhos do dinheiro público do Brasil enviados para Cuba, Venezuela, África, Bolívia, Nicarágua e outros paraísos do Foro de São Paulo(idealizado por Fidel e organizado por Lula)cujo objetivo principal é a implantação do Comunismo(Socialismo é o nome do disfarce, eles não querem que o povo saiba que é a mesma coisa) na América Latina e criarem a URSAL -União das Republicas Socialistas da América Latina. A princípio você dirá, vocês são loucos, isso é teoria da conspiração, porém queremos que você leitor observe os fatos, e vejam o que ocorre na maioria dos países latinos americanos cujos presidentes são em sua maioria socialistas ou seja comunistas.


MARINA SILVA, A ECOFALSA, APOIA OS QUADRILHEIROS DO MST.
02/08/2014 às 19:15 \ Política & Cia (Ricardo Setti)
"BADERNA: A cidade de Quedas do Iguaçu, no Paraná, foi praticamente tomada pelo MST. A invasão tem apoio de grupo ligado ao PT. Alguma surpresa?
CIDADE SITIADA
Com o apoio de um grupo ligado ao PT, o MST resolve retomar a invasão de fazendas produtivas. No Paraná, uma indústria pode até encerrar as atividades
As roupas, os carros e as caminhonetes estacionados ao lado das barracas construídas com toras de madeira revelam que o perfil dos militantes do MST que invadiram há duas semanas as terras de uma indústria de reflorestamento no interior do Paraná mudou radicalmente nos últimos anos. É a nova geração de invasores, que usa tênis de marca, tem celular, motos e caminhões para ajudar no trabalho pesado.
Cobertos por lonas novas, mais resistentes do que no passado, os barracos são espaçosos e estão fartamente abastecidos de suprimentos enviados pelas cooperativas ligadas ao movimento. O semblante desenganado dos desafortunados deu lugar a um ar confiante e a um discurso mais arrumado sobre o que eles entendem por reforma agrária. A maioria tem endereço fixo e a lona é nada mais que um ritual de passagem.
A ocupação é o atalho pelo qual muitos filhos de assentados esperam deixar a casa dos pais para construir o próprio patrimônio. Antes inimigos declarados do Estado, que não lhes provia condições dignas de vida no campo, os jovens sem terra agora posam na internet abraçados com lideranças políticas de Brasília. Só uma coisa não mudou: a tática e os métodos criminosos para se apossar de propriedades alheias.
Quedas do Iguaçu é um município de 33 000 habitantes a 447 quilômetros de Curitiba que estrutura sua economia na agricultura, na pecuária e no setor de beneficiamento de madeira, em que se destaca a Araupel, uma das maiores indústrias de reflorestamento da região.
A empresa emprega um quarto da força de trabalho da cidade. Além de gerar 2 000 empregos diretos e indiretos, sustenta toda uma rede de fornecedores que injeta na economia 50 milhões de reais por ano em salários e investimentos, valor equivalente ao próprio orçamento municipal. É a espinha dorsal econômica da cidade. É, também, o alvo principal do MST.
Há duas semanas, 500 sem-terra armados com foices e facões ocuparam um novo pedaço da fazenda da Araupel – que já foi uma das grandes proprietárias de terras da região, com 85 000 hectares de florestas cultivadas no estado. Nas últimas duas décadas, o MST promoveu quatro invasões nas áreas da indústria e conseguiu a desapropriação de 52 000 hectares, criando o maior assentamento da América Latina – mas, segundo os líderes do movimento, ainda insuficiente.
Uma vez assentados, os sem-terra criam os filhos para ser os invasores do amanhã. Desse modo, não importa quantas famílias o governo ampare, sempre haverá novos sem-terra e mais invasões.
Lutando na Justiça para reaver a área, a empresa questiona os reais interesses dos intrusos. “Eles não invadem ao acaso. Escolhem sempre o nosso espaço mais lucrativo, com árvores maduras para o corte. Só a madeira que está nessa área que eles ocuparam vale 100 milhões de reais”, diz o diretor da Araupel Tarso Giacomet.
O coordenador do MST no Paraná, Danilo Ferreira, conhecido como Cabeludo, que lidera essa nova geração de sem-terra, é um exemplo de como a invasão se retroalimenta. Filho de assentado, ele também conseguiu seu lote de terra invadindo a área de reflorestamento da empresa e, agora, está na linha de frente da nova ocupação. Dono de um supermercado que vende produtos aos assentados, ele não esconde um desejo: estrangular a empresa “porque ela exporta para os Estados Unidos”.
“A sobrevivência da Araupel realmente está em risco”, afirma Giacomet. A empresa já conseguiu na Justiça a reintegração de posse, mas os sem-terra se recusam a deixar o local – e ameaçam partir para o confronto.
Às vésperas de uma eleição, o problema deixa de ser policial e ganha contornos políticos. De um lado, o governo do estado, comandado pelo PSDB, quer evitar usar a força por temer que a reintegração de posse venha a produzir um confronto violento com os invasores. Para não provocar estragos na campanha do governador Beto Richa, os mediadores tentam retirar pacificamente as famílias da área.
Do lado do MST, no entanto, está a turma que deseja ver o “bicho pegar”. Cientes das implicações políticas favoráveis ao movimento em plena campanha eleitoral, os s­e­m-terra protegem-se no apoio que recebem de integrantes do PT instalados no governo federal, como o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o deputado Dr. Rosinha, que usa o dinheiro das emendas parlamentares para tirar proveito do potencial eleitoral dos assentamentos.
Nos últimos dez anos, os repasses feitos a um conjunto de instituições reconhecidamente controladas pelos se­m-terra no país somaram 300 milhões de reais. Já nos assentamentos da região de Quedas do Iguaçu, apenas duas dessas associações receberam 36 milhões de reais. Com os cofres cheios, o MST envolveu a cidade em uma atmosfera de medo.
As autoridades locais evitam criticar os sem-terra porque temem ser alvo de retaliação. Em julho do ano passado, um grupo de 250 sem-terra assumiu o controle do município por um dia inteiro. Descontentes com a qualidade das estradas no assentamento, eles chegaram armados e ocuparam a prefeitura. Depois de expulsar os funcionários, o grupo vandalizou a sede do Executivo.
Meses antes, os sem-terra recorreram ao mesmo expediente para fechar a agência do Banco do Brasil na cidade e, com isso, forçar uma renegociação de dívidas. A população foi impedida de recorrer ao banco por quase uma semana.
Com a nova ocupação nas terras da Araupel, o cinturão de invasões deixa Quedas do Iguaçu cada vez mais sitiada pelos sem-terra. Segundo o presidente da associação comercial da cidade, Reni Felipe, as incertezas sobre os empregos da Araupel derrubaram 60% das vendas no comércio e provocaram a desvalorização de boa parte dos imóveis na região.
A presença do MST também inflou a população, mas não trouxe benefícios econômicos porque muitas famílias vivem exclusivamente da renda de programas sociais, como o Bolsa Família. Sob a condição do anonimato, a dona de um dos principais restaurantes de Quedas diz que o movimento recrutou moradores da própria cidade, interessados em um pedaço de terra fácil.
“Meu garçom, que ganhava 1 100 reais aqui, pediu a conta e está lá acampado agora. Como o governo dá de tudo para essa gente, por que trabalhar, né?”, ironiza ela.
“O MST é uma religião”
O paranaense Danilo Ferreira, 44 anos, é um exemplo de como, ao longo dos anos, as invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) se transformaram num grande negócio. Filho de agricultores sem-terra, ele tinha 14 anos quando os pais foram assentados pela primeira vez. Nos anos 90, foi a vez de ele fazer patrimônio invadindo as terras da empresa Araupel, no entorno de Quedas do Iguaçu. Hoje, Danilo é uma das principais lideranças do MST em seu estado. Conhecido pelo apelido de “Cabeludo” e dono de um supermercado no assentamento, ele prepara a terceira geração de sem-terra.
Qual o objetivo do MST com mais essa invasão?
Nós queremos promover o desenvolvimento econômico das famílias pondo todas as terras improdutivas para produzir. Não dá para se contentar em ser assalariado. Só salário não serve para nada.
Mas as terras invadidas são produtivas.
A nossa discussão de movimento social vai além de pínus e eucalipto. A empresa está no direito dela de produzir celulose, mas em outro lugar. Essas terras são maravilhosas para a agricultura. Se ela quer plantar madeira para exportar para os Estados Unidos, que faça isso em outro lugar.
Há alguma chance de acordo para o MST deixar as terras da empresa?
O pessoal não vai sair, porque nós estamos discutindo um novo jeito de produzir no campo. A nossa lógica é fazer a reforma agrária no Brasil. Estamos retomando as grandes ocupações.
O movimento já não tem terras demais na região?
São 52 000 hectares. As pessoas que estão assentadas hoje, algo em torno de 2 800 famílias, estão no limite. A região não dá mais conta de garantir produção e renda para todos. Temos filhos de assentados que já se casaram, construíram família e agora precisam encontrar um lugar para viver.
O pessoal está preparado para resistir em caso de uma ação policial?
O MST é tipo uma religião. Quem não tem família no acampamento ajuda quem está lá do mesmo jeito. Quem já tem casa no assentamento dá suporte a quem está na barraca. Temos 5 000 pessoas no acampamento e podemos colocar mais 5 000 com dois ou três telefonemas. É só o governador vir com a polícia.
Vocês não temem o confronto?
Temos medo porque existem muitas crianças, mulheres e idosos no acampamento. Mas o pessoal não vai sair. Vai lutar. Se a polícia vier mesmo, ela sabe que vai ter confronto.
Como vocês se organizam?
Temos uns trinta grupos de famílias que se reúnem diariamente. Cada grupo responde a um casal de coordenadores. Temos um grupo de companheiros que atuam na equipe de disciplina e são responsáveis por aplicar o nosso regimento de conduta. Eles são responsáveis pela segurança de todos.
O MST retomou as invasões para pressionar o governo federal?
Não dá para se queixar do governo. Só com uma parte do PAC a gente abriu estradas, construiu casas melhores para os assentados e financiou a produção. Tem muito fazendeiro que, por medo da ocupação, resolveu produzir na terra."




Cabe ao eleitor se informar,e, quem não quiser ser enganado mais uma vez, como foram enganados pelo PT, se informem e conheçam a candidata melância Marina Silva a candidata do PT e das oligarquias internacionais que mataram o Eduardo Campos para a colocarem como candidata, lembrem-se o PT a impediu de ser candidata com o Rede de Corrupção do PT, essa candidata nunca saiu do PT, ela é comunista e petista, também apoia a ditadura em Cuba e Venezuela. Façam perguntas certas e verão que estamos certos. Portanto aprendam de uma vez, nosso papel é alerta-los para não serem idiotas úteis e imbecilizados como ficaram quando votaram no PT. ACORDEM.