segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Dilma já teme ser um dos alvos de processos civis e criminais nos EUA sobre corrupção na Petrobras por Alerta Total


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Pelo menos três magistrados da Corte de Nova York já estariam dispostos a agir com total rigor contra diretores e ex-dirigentes da Petrobras, incluindo a ex-presidente do Conselho de Administração Dilma Rousseff, assim que chegarem aos tribunais os processos civis e criminais que apuram lesões contra investidores norte-americanos geradas por práticas de corrupção ou suborno.

Não teria preço o vexame internacional de o Brasil ter sua "Presidenta" processada nos EUA, com alto risco de ser condenada a pagar multas milionárias. Nos States, o "Big Petroleum" (vulgo Petrolão) corre em sigilo judicial. Moralmente, o segundo mandato já termina sem sequer começar. E não adianta Dilma dar beijinho no ombro do Barack Obama - porque ele nada tem a ver com o rolo...

Processar grandes empresas rende muita grana nos EUA, inclusive com premiações para juízes e promotores. As recompensas previstas na legislação norte-americana para quem faz "colaboração premiada" para desvendar crimes econômicos variam de 10% a 30% do valor do suborno ou de superfaturamento. Várias companhias ligadas à indústria do petróleo já foram condenadas pela lei anti-corrupção nos EUAAs multas impostas pelas condenações foram pesadíssimas. A Security and Exchange Comission, xerife do mercado de capitais, não perdoa. A recordista foi a Panalpina (que subornou autoridades na Nigéria, Angola, Brasil, Rússia e Cazaquistão, sendo obrigada a pagar a megamulta de US$ 81,9 milhões.

Nos rigorosos tribunais dos EUA, sobretudo os de Nova York, com a mão pesada da SEC, já dançaram várias empresas de grande porte, pagando multas milionárias. Pride International (US$ 56,1 milhões), Royal Dutch Shell (US$ 48,1 milhões), Transocean (US$ 20,6 milhões), Noble Corporation (US$ 8,1 milhões), Tidewater (US$ 7,5 milhões), GlobalSantaFe (US$ 5,8 milhões). As pesadíssimas multas também doem no bolso dos dirigentes empresariais envolvidos nos escândalos. Eis o grande risco que correm a Petrobras, seus diretores e conselheiros (de administração e fiscal), graças às várias denúncias, com provas, do Petrolão. Como o Tio Sam odeia pizza, a parada fica indigesta para os brasileiros.

Não era novidade que o governo dos EUA, através da NSA, não só espionou as falcatruas na Petrobras como também já investigava, formalmente, denúncias de corrupção na petrolífera brasileira. A novidade ruim para Dilma Rousseff foi que o Petrolão ganhou dimensão mundial ontem, graças a uma reportagem do Financial Times. O jornal britânico informou que uma ação criminal e outra civil apuram se "a Petrobras ou seus funcionários, intermediários ou prestadores de serviço violaram o Foreign Corrupt Practices Act, uma lei contra a corrupção que torna ilegal subornar funcionários estrangeiros para ganhar ou manter negócios".

A matéria do Financial Times deixou Dilma pt da vida porque destacou que "muitos dos supostos problemas ocorreram quando a presidente Dilma Rousseff foi chefe da empresa antes de tomar posse (como presidente da República) em 2011". Concretamente, Dilma já sabe que, independentemente de ser chefe de Estado, corre o risco de ser alvo de investigação e processo nos EUA.

O FT apavorou a petralhada: "O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal sobre a companhia que tem recibos de ações negociados em Nova York. Enquanto a Securities and Exchange Comission (SEC, órgão do governo norte-americano que regula o mercado de capitais) realiza uma investigação civil".

Guerra cibernética contra as drogas

O tempo de trégua cibernética acabou para os criminosos mais sofisticados?

Esta é a questão colocada pela recente operação "Onymous" contra o mercado de tráfico de drogas no submundo virtual da internet, a famosa "deepweb", até então considerada inpenetrável.

O FBI, o DEA e a NSA não explicaram como conseguiram localizar os servidores e os proprietários de sites montados, com toda suposta segurança das redes, para traficar ou fazer a apologia das drogas, sem serem localizados.

Imagina o que esses organismos de sofisticada espionagem já não mapearam sobre escandalosos esquemas de lavagem de dinheiro (como a brasileira Lava Jato) pelo mundo afora...

Narcoterrorismo

Além da matéria do Financial Times sobre o Petrolão nos EUA, o governo brasileiro ficou pt da vida e apertadinho com outra grave denúncia revelada pelo jornal O Globo sobre a ação de grupos ligados ao terrorismo internacional na região de fronteira que separa Brasil, Argentina e Paraguai.

O jornal informou que relatórios produzidos pela Polícia Federal apontam que traficantes de origem libanesa ligados ao Hezbollah, o "Partido de Deus" se ligaram ao PCC, organização criminosa que atua nos presídios brasileiros, principalmente nos de São Paulo.

A partir de investigações e conversas com informantes que atuam na região da Tríplice Fronteira, o setor de inteligência da PF se convenceu de que os traficantes libaneses não só abriram canais para a organização criminosa obter armas no exterior, como teriam tido participação na venda de explosivos supostamente roubados pela facção brasileira.

Ou seja, a PF admite, documentalmente, o que sempre foi um fato incontestável para investigadores norte-americanos.

Só 500 milhões?

O Estadão informou que parte dos investigados na Operação Lava Jato, e que firmou ou ainda negocia acordos de delação premiada, poderá devolver R$ 500 milhões aos cofres públicos.
Procuradores federais, conforme a reportagem, “dão como certa” a devolução desse montante, que representará o maior valor já ressarcido aos cofres públicos em toda a história do Brasil.
Meio milhão parece bem pouquinho perto da suspeita de que o petrolão lavou mais de R$ 10 bilhões...

Leiloando o time


"Tendas populares"

Ou supermercado popular será a mais nova arma planejada pela turma de Dilma Rousseff para fazer populismo econômico-eleitoreiro, sob a boa desculpa de baratear o custo de alimentos para os mais pobres.

O governo pensa em lançar, a partir de janeiro, um plano de criar "tendas populares" (o nome ainda não está definido pelos marketeiros) para vender eletrodomésticos: televisão, geladeira e fogão a preços mais baratos, financiados pelo BB, Caixa ou pelo Banco Popular.

São as medidas de marketing da Dilma para manter aceso o consumo entre a classe média baixa, mesmo com o previsível aprofundamento da crise econômica.

Inspiração bolivariana

A "ideia genial" veio da Venezuela, onde as tendas funcionam com um problemão: falta de gêneros para venda.

O supermercado popular brasileiro fará uma parceria com a China, para fornecimento de eletroeletrônicos a preços baixos, para dar uma travada nos empresários daqui...

A versão brasileira das tendas leva a vantagem que alimentos são fartos por aqui...

Dilma censurando?



Pelada em Porto Alegre


Está virando moda na capital gaúcha a mulherada correr sem roupa.

Por maluquice, protesto ou exibicionismo, elas fazem a alegria da massa e enlouquecem a Brigada Militar.

A moça da foto correu como veio ao mundo pertinho do Palácio Piratini, sede do governo.

Torcemos para que a Dilma, lá em Porto Alegre, não tenha a mesma ideia...

Bode no sofá da Câmara