segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O GOLPE DA REFORMA POLITICA DO PT CONTINUA NÃO ASSINEM NADA DA OAB -OUTRA FILIAL DO PT - OAB QUER COLETAR ASSINATURAS PARA EMPLACAR REFORMA

Não caiam no golpe Comunista da OAB  outra filial do PT que apoia a corrupção e nada faz contra a Corrupção dos integrantes do DesGoverno Dilama du Cheff. 

NÃO ASSINEM NADA QUE VENHA DAS FILIAIS DO PT, É GOLPE PARA IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO... 

O PAÍS PRECISA DE MUDANÇAS SIM, E O PT NÃO É MUDANÇA É  CONTINUISMO É AUTORITARISMO É CORRUPÇÃO.. É FRAUDE NAS ELEIÇÕES PE GOLPE NA DEMOCRACIA. 


OAB QUER COLETAR ASSINATURAS PARA EMPLACAR REFORMA
OBJETIVO É CONCENTRAR ESFORÇOS COM OUTRAS 100 ENTIDADES E APRESENTAR PROJETO DE INICIATIVA POPULAR
Publicado: 3 de novembro de 2014 às 20:01
OAB Ordem dos Advogados do Brasil copy


Iniciativa popular pode agilizar mudanças e evitar plebiscito
Brasília - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai organizar, junto com mais de 100 entidades, um esforço concentrado nos próximos meses com objetivo de coletar ao menos 1 milhão de assinaturas para que a reforma política se torne um projeto de lei de iniciativa popular. Junto com o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e outras associações, a entidade conseguiu reunir cerca de 500 mil assinaturas durante aproximadamente oito meses para o projeto que prevê, entre outras mudanças, o fim do financiamento privado de campanhas.
O projeto de lei elaborado pelas entidades já está em tramitação no Congresso. A intenção, contudo, é tornar o texto uma proposta de iniciativa popular para pressionar os parlamentares. Com o fim das eleições e o tema trazido à tona nas últimas semanas, a entidade acredita que irá conseguir conquistar o total de assinaturas necessárias para apresentar projeto de iniciativa popular – 1,5 milhão – no mais tardar até a abertura do próximo ano legislativo.
Para isso, as associações irão marcar atos de mobilização espalhados pelo País entre 15 de novembro e 15 de dezembro. A OAB organizou nesta segunda-feira na sede do Conselho Federal, em Brasília, um encontro entre as associações para definir o “esforço concentrado” a ser feito a partir de agora.
O projeto não prevê alteração na Constituição Federal, o que permite, na visão da OAB, aprovação mais fácil no Congresso, pois não depende de maioria qualificada. “Além de se transformar em algo mais possível de ser aprovado no Congresso, também possibilita a participação popular, pois não há no Brasil projeto de iniciativa popular de emenda à Constituição”, disse presidente da OAB nacional, Marcus Vinicius Furtado Coelho.
A OAB, de acordo com o presidente, é contra a ideia de convocar uma constituinte para elaborar a reforma política e considera que não é o momento para discutir sobre o uso de plebiscito ou referendo para consultar a população a respeito do tema. “A discussão sobre plebiscito ou referendo é uma discussão final. Não é uma discussão de forma que vai atrapalhar o debate do conteúdo, que é o principal”, afirmou o presidente da entidade.
O texto prevê, entre outras coisas, o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais e o fim do sistema proporcional em lista aberta – em que o voto é dado a qualquer dos candidatos da lista do partido. A proposta é adotar eleições proporcionais em lista pré-ordenada, com dois turnos. No primeiro, o voto é dado ao partido e à lista de candidatos já ordenada. No segundo, com base no quociente eleitoral que define a quantidade de parlamentares de cada partido, o voto é dado ao candidato.
“A cada eleição, você aumenta a conta milionária das campanhas. Nas eleições presidenciais, tivemos cerca de R$ 1 bilhão gastos em três meses. A corrupção administrativa tem um germe inicial na corrupção eleitoral”, critica Coelho. Também é prevista uma alteração no sistema de coligações, em que o tempo de TV, por exemplo, não é incorporado quando há adesão de algum partido ao grupo. (Beatriz Bulla/AE)