segunda-feira, 15 de outubro de 2012

FRAUDE NAS ELEIÇÕES DA VENEZUELA É PLANO DO FORO DE SÃO PAULO E PODE SE REPETIR NO BRASIL


Uma das mais competentes jornalistas da Venezuela, Marta Colomina, escreve neste domingo no jornal El Universal, um dos mais importantes da Venezuela,  um artigo intitulado “Golpe de Estado al Capriles“, que transcrevo abaixo. Explica que não houve fraude no sentido estrito do termo, ou seja, que os votos dados ao oposicionista Henrique Capriles pudessem se simplesmente transferidos para Hugo Chávez.
“Fraude” não seria a expressão adequada para definir a monstruosa operação seguida pelos poderes públicos no dia 7 de outubro, mas Golpe de Estado”, anota a aarticulista.
Tem razão. E isto não acontece apenas na Venezuela, mais em todos os países que integram o Foro de São Paulo, a entidade comunista fundada por Lula e seus sequazes. O método é que varia de acordo com a realidade de cada um desses países.
Na Venezuela, além do uso escandaloso e criminoso uso da máquinaestatal em favor do partido governista, Chávez utiliza uma rede tele-radiofônica obrigatória. No Brasil o uso da máquina estatal é igual, só que no Brasil o PT não precisa de rede nacional de rádio e televisão, porque os próprios veículos da grande mídia e seus jornalistas em esmagadora maioria fazem o serviço e funcionam como um pelotão avançado do movimento comunista do PT dentro das redações.
Este absurdo não acontece na Venezuela, onde alguns veículos de comunicaçãzo ainda resistem heroicamente à tirania comuno-bolivariana de Chávez.
Vejam por exemplo, só para comprovar o que estou afirmando, como se comporta a grande mídia ante a eleição em São Paulo. Para disfarçar os sabujos que dirigem esses veículos de comunicação deixam, uma vez o outra, passar um artigo de colaborador contendo a crítica que deveria ser a tônica de um jornalismo comprometido com a verdade dos fatos. No entanto, isso é parte do esquema, ou seja, dar um ar de isenção e imparcialidade.
Mas isto não deixa de ser um ato de cinismo nojento, já que estão iludindo a opinião pública em proveito de um esquema de poder que postula, mais a frente o “controle social da mídia”. Conclusão, o Brasil é o único país do mundo em que a maioria dos jornalistas denfende a censura à imprensa. E o que é mais grave: tecem loas a ditadores vagabundos como Fidel Castro, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa o velho tupamaro uruguaio. Sem esquecer que tentaram fazer do padreco imoral do Paraguai uma vítima de um “golpe de Estado”. No tocante ao Paraguai, a Dilma foi a responsável por expulsar esse país do Mercosul. Sobre tudo isso os jornalistas brasileiros em sua quase totalidade continuam mentindo. Mentindo cinicamente.
Transcrevo no original em espanhol o artigo da Marta Colomina, a mostrar que o jornalismo venezuelano é mil vezes melhor do que o brasileiro que chafurda no lodaçal do mensalão. É aquilo que eu denomino de jornalismo mensaleiro, além de incompetente, porque poucos sabem escrever e não conseguem nem mesmo manter umblog como este.