domingo, 21 de junho de 2015

E- ADVOGADO DO PT NO STF NÃO QUER O VOTO IMPRESSO: ESTÁ COM MEDO DO QUE TOFFOLI ???

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É claro que o PT não colocaria os seus políticos para atentar contra a materialização do voto, ÚNICA FORMA DE GARANTIR os dados apurados pela urna eletrônica.
Importantíssimo alertar a população que o impedimento do voto impresso só beneficia quem pratica a fraude. É a primeira vez que vejo alguém falar que um sistema redundante de aferição garante a distorção de qualquer coisa.

A impressão do voto é apenas MAIS UM INSTRUMENTO para conferência dos votos computados pela URNA ELETRÔNICA, ou seja, muda apenas a geração da urna, quando é introduzido um novo modelo,mais moderno e testado em outros países. 

Esse tipo de informação sem qualquer dado técnico é um perigo! Igualmente nocivo é o jornalista que escuta uma BOBAGEM deste tamanho e não procura especialistas para publicar uma informação de tamanha relevância.



Agindo como advogado do PT, Dias Toffoli quer voto 100% eletrônico e “limite de doações privadas”

diastoffoli
Bolivarianos são previsíveis no que defendem. Ao contrário da maioria das pessoas, eles não pensam nos aspectos morais de suas propostas, mas apenas se elas servem para eternizar o PT no poder ou não. Sem nada de surpreendente, Dias Toffoli fez algumas declarações para deixar essa tese cada vez mais forte.
Sobre o financiamento privado de campanha, ele quer um limite. É o seguinte:
Acho que R$ 1 milhão [por ano] para uma empresa doar já é um valor extremamente generoso.
O curioso é que ele não fala em limite de R$ 1 milhão [por ano] para gasto com publicidade institucional. Você sabe que uma pessoa está com segundas intenções (ao falar de financiamento de campanha) quando ela não toca no assunto da limitação da publicidade institucional, que sempre serve unicamente ao partidão no poder, mas ataca os gastos privados de campanha, que podem ser úteis para lutar contra… o partidão no poder.
A fraude intelectual abaixo acaba sendo outra obviedade:
Pessoa jurídica não vota, por isso não deve doar. [Mas] O financiamento [exclusivo] por pessoa física ou por fundos públicos não tem maioria para ser aprovado.
Ué, se pessoa jurídica não vota, o estado vota? Pois ele defende financiamento por “fundos públicos”. É golpe.
Mais:
Tenho sugerido que se estabeleça limites de gastos igualitários para todas as candidaturas, além de limites para que uma empresa não possa doar, como há casos, mais de R$ 300 milhões em uma campanha. Todas as campanhas de 2014 receberam de empresas 76,47% [do valor arrecadado]. Na campanha presidencial essa porcentagem aumenta para 95%.
Perceba que até agora nada dele falar em limite para gastos com publicidade institucional, com verbas destinadas à BLOSTA, com uso político da Lei Rouanet, e com o financiamento de ONG’s que se fingem de “sociedade civil” para apoiar o governo. Simplesmente, ele silencia…
E tem mais, quando ele fala sobre o limite ideal de gastos para uma “campanha presidencial”.
Tenho sugerido que se estabelecesse R$ 100 milhões.
Sim, e enquanto isso o governo gasta 2 bilhões por ano com anúncios estatais. E outro valor considerável com publicidade institucional. Só com a campanha pelo “ajuste fiscal” (na verdade, propaganda petista disfaçarda) foram 40 milhões de dólares durante um mês. Contra isso, é claro, Toffoli fica de bico fechado.
Agora, mudando de assunto, veja o que Toffoli fala da impressão do voto:
Quando se concebeu a urna eletrônica, em 2005, a ideia foi acabar com a intervenção humana. A máquina deixa registro, a intervenção humana nem sempre deixa digitais. Ao se permitir que o eleitor pegue esse papel ou coloque numa urna, isso, sim, pode reintroduzir o elemento fraude na apuração das eleições. A reintrodução do voto impresso é um retrocesso no processo eleitoral.
Não, Toffoli, a reintrodução do voto impresso é um retrocesso para o Foro de São Paulo. Logo, um avanço. Como era de se esperar, ele diz que o voto impresso “introduz o elemento fraude na apuração”, mas não comprova como. Ao contrário, o elemento fraude é presente em todas as votações 100% eletrônicas. Uma prova disso é que ninguém seria louco de aprovar uma lei contra a emissão de recibos em papel de suas transações bancárias. Por que  não se faz isso? Por que é preciso de um registro adicional para evitar que, com transações unicamente eletrônicas, exista fraude. Bem é importante aqui que vocês tenham a noção do quanto eles se rebaixam para defender o indefensável