sexta-feira, 18 de setembro de 2015

NOVA DISPARADA DO DÓLAR FAZ O REAL DERRETER. FALTA APENAS A ESCASSEZ DE ALIMENTOS PARA O BRASIL FICAR IGUAL À VENEZUELA BOLIVARIANA.



Supermercado na Venezuela: prateleiras vazias, bolívar super-desvalorizado com inflação galopante. Isto pode acontecer no Brasil? Pode! A não ser que o impeachment seja levado a efeito imediatamente.
O dólar chegou a bater 3,9132 reais, às 12h39 desta sexta-feira, pela primeira vez desde outubro de 2002. O movimento reflete a cautela dos investidores em meio ao conturbado cenário local, mesmo após o Federal Reserve (Fed), Banco Central americano, ter mantido inalterada a taxa de juros dos Estados Unidos na quinta.
Incertezas sobre o reequilíbrio das contas públicas e a instabilidade política no Brasil são os principais fatores que pressionam os investidores. O mercado está cético sobre a aprovação do novo pacote de ajuste do governo, estimado em 66,2 bilhões de reais, já que a maioria das medidas depende do aval do Congresso. Com isso, ficou em segundo plano a decisão do Fed de Manter inalterada a taxa de juros nos EUA, o que tende a sustentar a atratividade de papéis de mercados emergentes, como o Brasil.
Na quinta, a moeda americana subiu 1,25%, cotada a 3,8822 reais. No ano, até então, a maior cotação de fechamento tinha sido registrada no dia 11 de setembro, quando o dólar terminou a sessão a 3,8771 reais. No mês, a moeda acumula alta de 7%, e, no ano, de 46%. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: Todos sabem que só o impeachment da Dilma e a proscrição do PT poderão por fim a esse estado caótico da economia brasileira. Se essas medidas não forem tomadas o Brasil seguirá o mesmo caminho da venezuela onde para comprar um agulha os cidadãos são obrigados a levar um saco cheio de bolívares. 
Tal estado de coisas ocorreu nos estertores da República de Weimar, na Alemanha. Sobreveio o nazismo. Aqui na América Latina sob o comando do Foro de São Paulo, o epílogo dessa história de horror será a escassez aliada à brutal desvalorização da moeda, o ato final para a implantação de uma República bolivariana. Foi isto que aconteceu na Venezuela.