segunda-feira, 20 de julho de 2015

Empresa da China 'ganha' concessão de 30 anos sobre linha de transmissão da Usina de Belo Monte

Dilma cumpre promessa que fez ano passado, quando doou bilhões do povo brasileiro os comunistas dos Brics. 

Agora, o povo brasileiro será escravo do Chineisismo e do Russismo disfarçados de 'investidores'...
E o pior ainda está por vir. Apenas sendo realistas quanto aos fatos...
***A State Grid, que hoje ganhou o leilão sozinha, já havia sdio escolhida para a construção da primeira linha de transmissão de Belo Monte, nesse caso fazendo parte de um consórcio com empresas brasileiras.
A proposta da empresa chinesa foi receber uma remuneração anual de R$ 988 milhões, um ganho 19% abaixo do teto estabelecido pelo regulador no concurso. (TODOS SABEM QUE VIRÃO ADITIVOS QUE JOGARÃO O PREÇO NAS ALTURAS DEPOIS)
A segunda oferta foi apresentada pelo grupo espanhol Abengoa, com um preço 14% mais baixo do teto fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão regulador.
O consórcio brasileiro Xingu, o terceiro credenciado para participar da licitação e integrado por empresas públicas, não apresentou ofertas.
O vencedor da licitação se compromete a operar a partir de 2019, quando espera-se que as obras sejam concluídas, e gozará da concessão por 30 anos.
A segunda linha de transmissão medirá 2.250 quilômetros e conectará Belo Monte, no estado amazônico do Pará, ao município de Nova Iguaçu, na zona metropolitana do Rio de Janeiro.
Os investimentos previstos superam R$ 7 bilhões para as obras, que serão executadas em cinco estados.
A capacidade instalada em duas subestações da linha será de 7.800 megawatts e o projeto espera gerar cerca de 16,8 mil empregos diretos nos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Em 26 de agosto, será realizado um novo leilão com 11 lotes de transmissão elétrica em diferentes estados.
Belo Monte, que será a terceira maior hidrelétrica do mundo, começou a ser construída em março do 2011 na cidade de Altamira (Pará), apesar da resistência dos índios, agricultores, pescadores e ecologistas, que estão preocupados pelo impacto do projeto na Amazônia.
A construção da obra, prevista para ser entregue em janeiro de 2019, foi interrompida em várias oportunidades por decisões judiciais, greves dos operários que constroem a represa e manifestações dos afetados.
A hidrelétrica, erguida sobre o rio Xingu, um afluente do Amazonas, e que inundará 506 quilômetros quadrados de floresta, terá uma capacidade de geração média de 4.571 megawatts por hora e alcançará um teto de 11.233 megawatts nas épocas de cheia do rio. O projeto exigirá investimentos de cerca de US$ 10,6 bilhões, segundo cálculos do governo. ***(Com informações de EFE)